Casa do Cinza

"O amor não cogita de recompensa. É um sentimento que se basta." Dr. Odilon Fernandes


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Humildade de Espírito…

Humildade de Espírito…

A humildade é o ingrediente
indefinível e oculto sem o qual o pão
da vida amarga invariavelmente na boca.
Amealharás recursos amoedados a
mancheias, entretanto, se te não
dispões a usa-los, edificando o
conforto e a alegria dos outros, na
convicção de que todos os bens
pertencem a Deus, em breve
converter-te-ás em prisioneiro do
ouro que amontoaste, erguido,
assim, à feição de teu próprio
cárcere.
Receberás precioso mandato de
autoridade entre as criaturas
terrestres, no entanto, se não
procuras a inspiração do Senhor
para distribuir os talentos da justa
fraternidade, como quem está
convencido de que todo o poder é
de Deus, transformar-te-ás, pouco a
pouco, no empreiteiro inconsciente
do crime, por favoreceres a própria
ilusão, buscando o incenso a ti
mesmo na prática da injustiça.
Erguerás teu nome no pedestal da
cultura, contudo, se te não inclinas à
Sabedoria da Eternidade, acendendo
a luz em benefício de todos, como
quem não ignora que toda
inteligência é de Deus, depressa te
rojas ao chavascal da mentira,
angariando em teu prejuízo a
embriaguez da vaidade e a
introdução à loucura.
Lembra-te de que a Bondade Celeste
colocou a humildade por base de
todo o equilíbrio da Natureza.

O sábio que honra a ciência ou o
direito não prescinde da semente
que lhe garanta a bênção da mesa.
O campo mais belo não dispensa o
fio d´água que lhe fecunda o seio em
dádivas de verdura.
E o próprio Sol, com toda a pompa
de seu magnificente esplendor,
embora fulcro de criação,
converteria o mundo em pavoroso
deserto, não fosse a chuva singela
que lhe ambienta no solo a força
divina.
Não desdenhes, pois, servir,
aprendendo com o Mestre Sublime,
que realizou o seu apostolado de
amor entre a manjedoura
desconhecida e a cruz da flagelação,
e serás contado entre aqueles para
os quais ele mesmo pronunciou as
inesquecíveis palavras:
“Bem-aventurados os humildes de
espírito, porque a eles mais
facilmente se descerrarão as portas
do Céu”.

Francisco Cândido Xavier. Da obra:
Intervalos. Ditado pelo Espírito
Emmanuel.


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Mediunidade e Jesus

MEDIUNIDADE E JESUS

Quem hoje ironiza a mediunidade, em nome do Cristo, esquece-se, naturalmente, de que Jesus foi quem mais a honrou neste mundo, erguendo-a ao mais alto nível de aprimoramento e revelação, para alicerçar a sua eterna doutrina entre os homens.

É assim que começa o apostolado divino, santificando-lhe os valores na clariaudiência e na clarividências entre Maria e Isabel, José e Zacarias, Ana e Simeão, no estabelecimento da Boa Nova.

E segue adiante, enaltecendo-a na inspiração ante aos doutores do Templo; exaltando-a nos fenômenos de efeitos físicos, ao transformar a água em vinho, nas bodas de Cana; honorificando-a, nas atividades de cura, em transmitindo passes de socorro aos cegos e paralíticos, desalentados e aflitos, reconstituindo-lhes a saúde; ilustrando-a na levitação, quando caminha sobre as águas; dignificando-a nas tarefas de desobsessão, ao instruir e consolar os desencarnados sofredores por intermédio dos alienados mentais que lhe surgem à frente;glorificando-a na materialização,em se transfigurando ao lado de Espíritos radiantes, no cimo do Tabor, e elevando-a sempre, no magnetismo sublimado, seja aliviando os enfermos com a simples presença, revitalizando corpos cadaverizados, multiplicando pães e peixes para a turba faminta ou apaziguando as forças da natureza.

E, confirmando o intercâmbio entre os vivos da Terra e os vivos da Eternidade, reaparece, Ele mesmo, ante os discípulos espantados, traçando planos de redenção que culminam no dia de Pentecostes – o momento inesquecível do Evangelho -, quando os seus mensageiros convertem os Apóstolos em médiuns falantes, na praça pública, para esclarecimento do povo necessitado de luz.

Como é fácil de observar, a mediunidade, como recurso espiritual de sintonia, não se confunde com a Doutrina Espírita que expressa atualmente o Cristianismo Redivivo, mas, sempre que enobrecida pela honestidade e pela fé, pela educação e pela virtude, é o veículo respeitável da convicção na sobrevivência.

Assim, pois, não nos agastemos contra aqueles que a perseguem, através do achincalhe – tristes negadores da realidade cristã, ainda mesmo quando se escondam sob os veneráveis distintivos da autoridade humana – Porquanto os talentos medianímicos estiveram, incessantemente, nas mãos de Jesus, o nosso divino mestre, que deve ser considerado, por todos nós, como sendo o excelso médium de Deus.

(Eurípedes Barsanulfo)

Livro: O Espírito da Verdade – Espíritos Diversos – Psicografia de Francisco Cândido Xavier.


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Evangelho no Lar

O EVANGELHO NO LAR

“Porque onde estiverem reunidos em meu nome, lá estarei presente.”
Jesus. (MATEUS, 18:20.)

O Estudo do Evangelho no Lar é uma reunião em família, num determinado dia e hora da semana, para uma troca de idéias sobre os ensinamentos cristãos, em proveito do nosso próprio esclarecimento e do equilíbrio no lar.

Não é nenhuma invenção do Espiritismo, mas uma prática ensinada pelo próprio Mestre Jesus, que se reunia com os apóstolos e seguidores na casa de Pedro, em Cafarnaum, noutras aldeias e no próprio Tiberíades, em torno dos sagrados escritos.

Conhecido também como Culto Cristão do Lar, o estudo do Evangelho é, ao mesmo tempo, um encontro fraternal do qual participam os espíritos familiares e demais interessados no progresso moral do grupo. Outros aproveitam para se esclarecer, também como nós.

É uma prática cristã que a Doutrina Espírita recomenda como recurso poderoso contra a obssessão, de grande alcance na limpeza e higiene espiritual do lar. É um canal de comunicação com Jesus e sintonia com os bons espíritos.

É uma das formas mais saudáveis de fraternidade, que começa na família através do diálogo sincero e do exercício da caridade. Cada lição do Evangelho é um roteiro de luz e de bençãos para o grupo familiar e para toda a área em que esteja instalado o lar que o pratique.

POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR?

O Estudo do Evangelho no Lar abre as portas da nossa casa aos benefícios espirituais, da mesma forma que desentendimentos, brigas e xingamentos favorecem o assalto das sombras (Richard Simonetti). Atrai os bons e afasta ou esclarece os maus espíritos.

Conduz-nos a uma compreensão racional dos ensinamentos do Cristo, levando-nos ao esclarecimento e à aceitação de tê-los como roteiro seguro para nossas vidas. Ajuda-nos a superar as dificuldades no lar e fora dele, acendendo-nos a luz da compreensão e da paciência.

Modifica o padrão vibratório dos nossos pensamentos e sentimentos, desanuviando as nossa mentes congestionadas das criações inferiores, agentes da enfermidade e dos desequilíbrios. Com Jesus no Lar, pelo estudo e vivência do Evangelho, tem-se a verdadeira paz.

Com o Evangelho no Lar formamos as defesas magnéticas da nossa casa, impregnando o ambiente espiritual das energias positivas que desestimulam toda ação maléfica. É uma verdadeira segurança espiritual que passa a funcionar em benefício de todo o grupo.

Além da ajuda que essa prática proporciona no programa espiritual de todo o grupo familiar, estende a caridade aos vizinhos e a quantos se sintam também estimulados a mudar com o nosso exemplo Quantos espíritos igualmente se beneficiam com essa fonte de luz!

COMO FAZER O EVANGELHO NO LAR?

1. Escolha o dia de sua preferência. Sugerimos um dia de fácil memorização, por exemplo, segunda ou sexta-feira.2. Escolha um aposento silencioso e agradável da casa, de preferência a sala de jantar, e que esteja com os aparelhos eletro-eletrônicos desligados.3. Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho.4. Sentar-se à mesa sem alarde e sem barulho.5. Fazer a prece de abertura, a que toque mais fundamente o sentimento familiar. Pode ser uma prece pronta ou uma prece espontânea, o importante é, repetimos, o sentimento da fé e a confiança na Proteção Divina.6. Após, fazer uma leitura breve de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Comentar com palavras próprias o trecho lido. 7. Os demais integrantes poderão tecer comentários também, caso o desejem, mesmo que estes levem a assuntos pessoais e/ou a diálogos, naturalmente que sempre pertinentes ao tema em foco. O Evangelho no Lar é antes de tudo uma reunião de Espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados a lembrar missas e demais cultos.
8. Proferir a prece de encerramento e rogar, como exemplo, pela paz, harmonia, saúde e felicidade dos membros da reunião e de todos com os quais convivem. Desejando, rogar também pelos doentes, desamparados e infelizes da Terra. Por último, pedir a bênção de Deus para os familiares desencarnados.
9. Servir, após a prece de encerramento, a água fluidificada.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

Uma vez escolhidos, o dia da semana e o horário de realização do Evangelho no Lar devem ser respeitados. Assiduidade e pontualidade são importantes para o bom contato com o Plano Espiritual.

Não transferir ou suspender a reunião em virtude de visita inesperada, hóspedes (podendo-se convidá-los a participar da reunião), compromissos de última hora, etc….

Quando houver crianças, é recomendável que se escolham livros apropriados com “Jesus no Lar”, “Alvorada Cristã”, “O Evangelho da Meninada”, “Cartilha do Bem”, “Histórias que Jesus Contou”, “Os Meus Deveres” dentre outros.

Postado por Casa da Prece Chico Xavier às 11:24


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Fotografia da morte

Cientista Russo fotografa com câmera especial a alma deixando o corpo O momento da desencarnação em que o espírito deixa o corpo foi capturado pelo cientista russo Konstantin Korotkov, que fotografou uma pessoa no momento de sua morte com uma câmera bioeletrográfica. A imagem obtida usando o método de visualização de descarga de gás, uma técnica avançada de fotografia Kirlian mostra em azul a alma deixando o corpo gradualmente. De acordo com Korotkov, umbigo e a cabeça são as partes que primeiro perdem sua força de vida (o que seria a alma), a virilha e o coração são as últimas áreas que a perdem antes de o espírito se lançar ao infinito. Em outros casos, conforme Korotkov observou o espírito das pessoas que sofrem morte violenta ou inesperada, habitualmente se manifesta em estado de confusão, e a energia que o representa se manifesta perturbada e retorna ao corpo nos dias subsequentes à morte. Este fato possivelmente é devido ao excesso de energia não utilizada.

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01/10/2013