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Um pequeno grande filme de Chico Xavier (Nelson Pereira dos Santos – 1972)

Um pequeno grande filme de Chico Xavier (Nelson Pereira dos Santos – 1972) . Pesquisadores espíritas estão constantemente tentando localizar mensagens inéditas de Chico Xavier para serem publicadas em novos livros, além de documentários e filmes com imagens igualmente inéditas do tão querido médium mineiro e que muitas vezes estão guardados em arquivos públicos, instituições espíritas ou nas mãos de particulares. E a colheita tem sido farta! A grande quantidade de mensagens, documentários, imagens de Chico Xavier e participação em programas de televisão que apareceram nos últimos anos só fazem confirmar que há ainda muito material inédito a ser encontrado, representando um amontoado de trabalho para quantos pesquisadores que se dedicam a garimpar as pérolas de luz daquele inesquecível exemplo de candura, de bondade e de amor que foi Chico Xavier. Foi nessa incansável labuta que foi localizado na Federação Espírita Brasileira um pequeno filme de Chico Xavier, com não menos de onze minutos, mas que emociona e enternece os corações daqueles que amam Chico Xavier e que se espelham nos seus incomparáveis exemplos de vida, semeando o amor do seu imenso coração e praticando como poucos os exemplos de Jesus. O filme foi feito para Caixa de Pecúlio dos Militares (CAPEMI) e as imagens são do genial Nelson Pereira dos Santos, um dos maiores cineastas brasileiros, datando as mesmas dos primeiros anos da década de setenta. Há ainda muito mistério em torno desse filme, por ele não estar catalogado, por não se saber a data certa. Mas esses são detalhes. Neste caso, mais do que os detalhes valem as imagens maravilhosas de Chico Xavier que o filme apresenta. Elas certamente farão com que todos aqueles que amam Chico Xavier se sintam profundamente recompensados. Por fim, deixamos a nossa gratidão ao Professor Cesar Reis, Diretor Presidente da CAPEMISA, que, sem burocracias e delongas nos cedeu uma cópia do filme, ciente que a melhor divulgação do Espiritismo é a sua própria essência de pureza, de fraternidade e de solidariedade.
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30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo

30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo

 

 

1. Pare de perder tempo com as pessoas erradas.

A vida é muito curta para perder tempo com pessoas que sugam a sua alegria para fora de você. Se alguém quer você em sua vida, eles vão criar espaço para você. Você não deveria ter que lutar por um lugar. Nunca, jamais insista em aparecer diante de alguém que subestima o seu valor. Lembre-se: seus verdadeiros amigos não são as pessoas que estão ao seu lado quando você está vivendo seus melhores dias, mas aquelas que permanecem mesmo nos piores momentos.

 

2. Pare de fugir dos seus problemas.

Encare-os de frente. Não, não vai ser fácil. Não há ninguém no mundo capaz de sair ileso de cada pancada que leve. Não é esperado que estejamos aptos a imediatamente resolver quaisquer problemas.  Simplesmente não somos feitos desta forma. Na verdade, somos feitos para nos irritarmos, nos entristecermos, nos machucarmos, tropeçarmos e cairmos. E é por isto ser a razão mesma de viver – encarar problemas, aprender, se adaptar, e resolvê-los ao longo do tempo. Isso é o que efetivamente nos molda na pessoa que nos tornamos.

 

3. Pare de mentir para si mesmo.

Você pode mentir para qualquer outra pessoa no mundo, mas você não consegue mentir para si mesmo. Nossas vidas melhoram apenas quando arriscamos encarar as oportunidades, e a primeira e mais difícil oportunidade que podemos encarar é sermos honestos conosco mesmos.

 

4. Pare de colocar as suas necessidades em segundo plano.

A coisa mais dolorosa é perder-se de si mesmo no processo de “amar” alguém demais, e esquecer de que você é especial, também. Sim, ajude aos outros; Mas ajude-se também. Se existe um momento para correr atrás de sua paixão, e fazer algo que realmente importa para você mesmo, este momento é agora.

 

5. Pare de tentar ser alguém que você não é.

Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que tenta fazê-lo igual a todos os outros. Alguém sempre vai ser mais bonito, alguém sempre será mais esperto, alguém sempre será mais jovem, mas eles jamais serão você. Não mude para que os outros passem a gostar de você. Seja você mesmo e as pessoas certas vão amar quem você é de verdade.

 

6. Pare de se apegar ao passado.

Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida se você continua relendo o anterior.

 

7. Pare de ter medo de cometer erros

Fazer algo e falhar é ao menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso deixa uma trilha de falhas atrás de si, e cada falha é um passo rumo ao sucesso. Você acaba se arrependendo muito mais das coisas que NÃO fez, do que daquelas que fez.

 

8. Pare de se reprender por velhos tropeços.

Nós podemos amar a pessoa errada e chorar sobre as coisas erradas, mas não importa o quão erradas se tornem. Uma coisa é certa, os enganos nos ajudam encontrar a pessoa e as coisas que são certas para nós. Todos nós cometemos enganos, temos tropeços e mesmo nos arrependemos das coisas em nosso passado. Mas você não é os seus enganos, nem seus tropeços, e você está aqui AGORA com o poder de definir o seu dia e o seu futuro. Toda e cada coisa que aconteceu na sua vida, está te preparando para um momento que ainda virá.

 

9. Pare de tentar comprar felicidade.

Muitas das coisas que desejamos são caras. Mas a verdade é que, as coisas que realmente nos satisfazem, são totalmente grátis – amor, risadas e trabalhar naquilo que nos apaixona.

 

10. Pare de procurar a felicidade exclusivamente nos outros.

Se você não está feliz com quem você é por dentro, você tampouco será feliz em um relacionamento de longo prazo com quem quer que seja. Você precisa criar estabilidade na própria vida em primeiro lugar, antes que possa compartilhá-la com mais alguém.

 

11. Pare de ficar ocioso.

Não pense demais ou você criará um problema que nem existia, para começar. Avalie as situações e tome ações decisivas. Você não pode mudar o que se recusa a encarar. Progredir envolve assumir riscos. Ponto! Você não pode andar até a segunda base e manter o seu pé ainda na primeira.

 

12. Pare de pensar que você não está pronto.

Ninguém realmente se sente 100% pronto quando uma oportunidade aparece. E isto acontece porque as mais grandiosas oportunidades na vida nos forçam a crescer além das nossas zonas de conforto, o que significa que não estaremos totalmente confortáveis, no início.

 

13. Pare de se envolver em relacionamentos pelas razões erradas.

Relacionamentos devem ser escolhidos com sabedoria. É melhor estar só do que em má companhia. Não há necessidade de pressa. Se alguma coisa deve ser, ela acontecerá – no seu tempo certo, com a pessoa certa e pela melhor das razões. Se apaixone quando estiver pronto, não quando estiver solitário.

 

14. Pare de rejeitar novas relações por que as antigas não funcionaram.

Na vida você perceberá que existe um propósito em conhecer cada pessoa que você conhece. Alguns testarão você, outros te usarão, e outros te ensinarão. Mas, o que é mais importante, alguns despertarão o que há de melhor em você.

15. Pare de tentar competir com todo mundo.

Não se preocupe com o que os outros fazem melhor do que você. Concentre-se em bater os seus próprios recordes todos os dias. O sucesso é uma batalha travada apenas entre VOCÊ e VOCÊ MESMO.

 

16. Pare de ter inveja dos outros.

A inveja é a arte de contar as bênçãos alheias, ao invés das próprias. Se pergunte o seguinte: “O que é que eu tenho que todas as outras pessoas desejam?”

 

17. Pare de reclamar e sentir pena de si mesmo.

As “bolas com efeito” da vida são jogadas por um motivo – para mudar o seu caminho numa direção que se destina a você. Você pode não ver ou entender tudo no momento em que isto acontece, e pode ser difícil. Mas pense naquelas “bolas curvas” negativas que foram jogadas para você no passado. Você frequentemente perceberá que no final elas te levaram a melhores lugares, pessoas, estados de espírito, ou situações. Então sorria! Deixe todos saberem que hoje você é mais forte do que era ontem, e então você será.

 

18. Pare de guardar rancor.

Não viva a sua vida com ódio no coração. Você acabará machucando a si próprio muito mais do que as pessoas que você odeia. Perdoar não é dizer “o que você fez de errado comigo não tem importância”, é dizer “eu não vou permitir que o que você fez comigo seja a ruína eterna da minha felicidade”. Perdoar é a resposta… desapegue, encontre paz e liberte-se! E lembre-se, o perdão não é apenas para as outras pessoas, é para si mesmo também. E você deve perdoar-se, seguir em frente e tentar fazer melhor na próxima vez.

 

19. Pare de deixar que os outros te rebaixem ao nível deles

Recuse em baixar os seus padrões de qualidade para acomodar aqueles que se recusam a elevar os deles.

 

20. Pare de perder tempo se explicando aos outros.

De toda forma, seus amigos não precisam e seus inimigos não vão acreditar. Apenas faça o que seu coração aponta como o caminho certo.

 

21. Pare de fazer as mesmas coisas de novo e de novo sem uma pausa.

A hora certa de respirar profundamente é quando você não tem tempo pra isso. Se você continuar insistindo no que está fazendo, você vai continuar obtendo o mesmo resultado. Às vezes, você precisa se distanciar um pouco para ver as coisas mais claramente.

 

22. Pare de negligenciar a beleza dos pequenos momentos.

Aproveite  as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e descobrir que elas eram as grandes coisas. A melhor porção da sua vida será composta dos pequenos e inomináveis momentos que você passa sorrindo junto de alguém  importante pra você.

 

23. Pare de tentar alcançar a perfeição.

O mundo real não recompensa o perfeccionismo, ele recompensa as pessoas que conseguem fazer as coisas.

 

24. Pare de seguir o caminho do menor esforço.

A vida não é fácil, especialmente quando você planeja alcançar algo de valor. Não pegue o caminho mais fácil. Faça algo extraordinário.

 

25. Pare de agir como se tudo estivesse bem, quando não está.

É perfeitamente normal desmoronar por um breve período. Você nem sempre precisa fingir que é o mais forte, nem constantemente tentar provar que tudo está indo bem. Você tampouco deveria se preocupar com o que os outros pensam – chore se precisar – é saudável colocar suas lágrimas para fora. Quanto mais cedo você o fizer, mais cedo você estará apto a sorrir genuinamente de novo.

 

26. Pare de culpar os outros pelos seus próprios problemas.

A dimensão com que você conseguirá realizar seus sonhos depende da dimensão com que você assume responsabilidade pela própria vida. Quando você culpa os outros pelo que você está passando, você nega responsabilidade – você dá aos outros poder sobre aquela parte da sua vida.

 

27. Pare de tentar ser tudo para todos.

Alcançar isto é impossível, e tentar apenas te levará ao esgotamento. Mas fazer uma pessoa sorrir PODE mudar o mundo. Talvez não todo o mundo, mas o mundo dela. Então estreite o seu foco.

 

28. Pare de se preocupar demais.

A preocupação não removerá os obstáculos do amanhã, mas removerá as delícias do dia de hoje. Um modo de verificar se algo vale o esforço e ponderar a respeito é fazer a si mesmo a seguinte pergunta: “Isso importará daqui a um ano? Três anos? Cinco anos?”. Se não, então não é nada que valha o esforço de preocupar-se.

 

29. Pare de focar naquilo que você não quer que aconteça.

Foque naquilo que você quer que aconteça. Pensamento positivo está na dianteira de todo grande história de sucesso. Se você acordar toda manhã com o pensamento de que algo maravilhoso acontecerá na sua vida hoje, e você prestar muita atenção, você com frequência descobrirá que tem razão.

 

30. Pare de ser ingrato.

Não importa o quão bom ou o quão ruim as coisas  estejam. Acorde todo dia grato pela sua vida. Alguém em algum lugar está desesperadamente lutando pela própria vida. Ao invés de pensar naquilo que falta, tente pensar em tudo aquilo que você já tem e que quase todo mundo sente falta.

Estudo

Aborto

O Dr. E. Nathanson – Médico Ginecológico, Ex-Diretor da clínica abortiva maior do mundo, apresentou no Congresso Internacional, convocado no Colégio dos Médicos de Madrid (Espanha), declarações referentes ao aborto, algumas das quais transcrevemos em seguida.O ABORTISTA SE CONFESSA

Eu fui diretor da maior clínica do mundo especializada em abortos, e um dos membros fundadores da Associação Nacional em Favor do Aborto. Éramos um grupo destinado unicamente a conseguir uma lei permissiva do aborto nos Estados Unidos, e exercíamos pressão sobre os membros do Congresso e das Câmaras Legislativas dos cinqüenta Estados, para conseguir leis que rompessem a antiga legislação antiabortiva.

É conveniente que vocês dêem conta de que fui um dos fundadores da organização mais importante que VENDIA o aborto ao povo norte-americano.
Em 1968, quando organizamos o movimento, se calcula que menos de um por cento era partidário nos Estados Unidos, do aborto livre, ou seja, que noventa e nove por cento estava contra.
Vou explicar-Ihes como projetamos o tema para convencer esses 199.000.000 de pessoas, em um país de 200.000.000 habitantes, para que aceitassem o aborto. As táticas que vou expor são certas e, ainda mais, são as mesmas que foram empregadas nos diferentes países onde se organizou idêntica embrulhada.

Duas grandes mentiras nos serviram de base: a falsificação de estatísticas e enquetes que dizíamos haverem feito, e a escolha de uma vítima, para atribuir-lhe a responsabilidade de que nos Estados Unidos não se aprovasse o aborto.
Essa vítima foi a Igreja Católica, ou melhor, dito sua hierarquia de Bispos e Cardeais. Quando mais tarde os pró-abortistas empregavam os mesmos lemas e argumentos preparados por mim em 1968, isso fazia rir muito, porque eu havia sido um de seus inventores, e sabia muito bem que eram todas puras patranhas.

FALSIFICAR AS ESTATÍSTICAS

Essa tática é uma das mais eficientes. Em 1 968 nós dizíamos que nos EUA se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não excediam um milhar; porém esta última estatística não nos servia, e então a multiplicamos por mil, para chamar a atenção dos desprevenidos.
Também repetíamos que as mortes por aborto clandestino se aproximavam de 10.000, quando sabíamos que eram apenas duzentas; porém esta cifra era demasiado exígua para a propaganda.
É importantíssimo que se preocupem com os meios de comunicação, porque, segundo expliquem eles os feitos, assim se filtrarão as idéias nos núcleos sociais.
Se neste país os meios de comunicação não estão dispostos a dizer a verdade, se encontrarão com a mesma situação que nós criamos nos EUA em 1 968, quando difundíamos através desses meios todas as mentiras que acabo de lhes referir.
Outra tática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma enquête, e que 24 % da população de nosso país era partidárias do aborto; três meses mais tarde, dizíamos que a proporção havia aumentado para 50%, e assim sucessivamente. Nossos compatriotas o acreditavam e, como desejavam estar na última moda e formar parte da maioria, para que não os chamassem de fósseis ou antiquados, se uniam aos AVANÇADOS.

Mais tarde efetuamos enquetes de verdade e pudemos comprovar que pouco a pouco iam aparecendo os resultados que havíamos forjado.
Sejam muito cautelosos ante as pesquisas que se fazem sobre o aborto, porque costumam ser maquinadas, porém, claro, têm a virtude de convencer os legisladores e magistrados, pois eles, como qualquer outra pessoa, lêem os jornais, escutam o rádio, etc., e sempre lhes fica algo dentro.

DIRETOR DA MAIOR CLÍNICA

ABORTIVA DO MUNDO

Refiro-me ao Centro de Saúde Sexual, situado a leste de Nova York. Tinha dez salas de cirurgia e 35 médicos especializa dos, estavam às minhas ordens. Praticávamos 120 abortos diários, inclusive aos domingos, e só no dia de Natal não trabalhávamos.
Quando me encarreguei da Clínica, tudo estava sujo e nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro, e alguns eram praticados pelas enfermeiras ou simples auxiliares.
Consegui modificar tudo aquilo, e transformá-la em uma clínica modelo em seu gênero; e, como chefe de Departamento tenho a confessar que 60.000 abortos se praticaram sob minhas ordens, e uns 5.000 foram realizados por mim pessoalmente.
Recordo que em uma festa que demos, algumas esposas dos médicos me contaram que seus maridos tinham pesadelos à noite, e, gritando, falavam de sangue e de corpos de crianças destroçados. Outros bebiam demasiados; alguns tomavam drogas, e vários deles tiveram que consultar a especialista de desordens mentais.
Muitas enfermeiras se tornaram alcoólatras, e outras abandonaram a clínica, afetadas por sérias perturbações

nervosas.
Para mim foi aquela uma experiência sem precedentes, que ainda pesa em meu coração como uma vergonhosa lápide mortuária.
Em setembro de 1972 apresentei minha demissão, porque já havia conseguido o objetivo proposto, que era por a clínica em marcha. Naquela época – digo sinceramente – não deixei a clínica porque estivesse contra o
aborto; deixei-a porque tinha outros compromissos a cumprir. Fui nomeado diretor do

Serviço de Obstetrícia do Hospital São Lucas, em Nova York, e comecei a criar o Departamento de Fetologia. Pois bem; estudando o feto no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas
suas características, e que se devem outorgar-lhe todos os privilégios e vantagens de que desfrutamos nós os cidadãos da sociedade ocidental, quem quer que sejamos.

CONCLUSÕES DE MEUS ESTUDOS

EM FETOLOGIA
Talvez alguns pensem que antes de meus estudos devia saber, já que era médico e ademais, ginecologista, que o ser concebido é uma criatura humana… Efetivamente, eu o sabia; porém não o havia comprovado eu mesmo e de modo científico.
Os novos sistemas de exploração nos ajudam a conhecer com maior exatidão o caráter humano do feto, e a. não considerá-lo um simples pedaço de carne.
Hoje, com técnicas modernas, se podem tratar no interior do útero muitas enfermidades, e também efetuar até cinqüenta espécies de operações cirúrgicas.
São estes, os argumentos científicos que mudaram meu modo de pensar; e este é agora meu argumento: se o ser concebido é um paciente a quem se pode tratar até cirurgicamente, então é uma pessoa; e se é uma pessoa, tem direito à vida, e, também tem direito a que nós, médicos e pais, procuremos conservá-la.

COMENTÁRIO À PROPOSIÇÃO DE LEI

SOBRE O ABORTO
Eu me deterei nos casos de violação, subnormalidade e estado de saúde da mãe.

A VIOLAÇÃO é, sem, dúvida muito dolorosa; porém, afortunadamente, poucas violações são seguidas de gravidez.

Ainda neste caso, a violação, que realmente é terrível, não deve ser seguida de outra, não menos terrível, como é a destruição de um ser vivo. Portanto, querer apagar dessa maneira uma horrível violação não parece lógico. É simplesmente absurdo e, na realidade, o que faz é aumentar o trauma da mulher, ao destruir uma vida inocente. Porque essa vida tem valor em si mesmo, embora haja sido criada em circunstancias tremendas… Porém que nunca poderão justificar a destruição dessa vida.

Faço agora referência à SAÚDE DA MÃE. Eu sempre disse que defenderia o aborto, quando a saúde física da mãe estivesse em perigo imediato de morte, se continuasse a’ gravidez. Porém hoje, com os avanços da medicina, esse caso praticamente não existe. Portanto, esse argumento é enganoso, porque simplesmente não é verdadeiro.
Finalmente, vou considerar o caso do FETO DEFEITUOSO. Esse tema é muito delicado, porque significa que aspiramos a uma sociedade formada por pessoas fisicamente perfeitas… e, sem temor de equivocar-me, posso assegurar que nesta sala não há uma única pessoa que seja fisicamente perfeita. E é muito perigoso aceitar este princípio, porque desembocaria em um holocausto como o levado a cabo por Hitler e suas hordas nazi-fascistas.

Posso assegurar-lhes que também as crianças mongolóides são queridas, e permitam-me narrar-Ihes um caso do qual fui protagonista.
Quando estive com minha esposa na Nova Zelândia, almoçamos certo dia com sir William Lilley, que é o mais importante fetólogo do mundo, e nos contou que haviam tido quatro filhos que já eram adultos e, ao ficar só, o casal adotou um menino mongolóide. Pois bem este senhor nos disse que esse filho seu, mongolóide e tudo, lhes havia proporcionado mais satisfações que qualquer do outros filhos de seu casamento.

Posso assegurar-lhes que se a lei sobre o aborto for aprovada neste país, se abusará dela, e será utilizada para justificar o aborto em todos os casos.
Eu penso que quando se permite o aborto, se legaliza um ato de violência mortal, um deliberado ato de destruição e, portanto, um crime.
É necessário despertar nossa inteligência, e dar uma solução menos materialista aos problemas que a humanidade tem tido e terá sempre, desde os albores da história até a consumação dos tempos.

Posso assegurar-lhes que, se esse país segue o sangrento caminho do aborto, os três cavaleiros do Apocalipse, que são a delinqüência violenta, a droga e a eutanásia, não tardarão em segui-lo, como está ocorrendo na América do Norte.
E desejo terminar com algumas reflexões, que são o resultado de uma longa e penosa experiência em matéria tão grave como o aborto:
– Como cientista, não é que creia ou pense: sei positivamente que a vida começa no preciso momento da concepção, e deve ser inviolável.
– Ainda que não professe nenhuma religião, penso que existe uma divindade que nos ordena pôr fim a esse triste, inexplicável e vergonhoso crime contra a humanidade.
– Se não sairmos vitoriosos, e recusarmos nossa completa dedicação a esta causa tão importante, a história não nos perdoará nunca.

PERGUNTAS QUE HOJE TÊM UMA RESPOSTA SEGURA

Que diz a ciência atual, referente à biologia humana? Diz, entre tantas outras coisas, o seguinte:

1 – A criatura concebida é um ser vivo?
R – Sim, porque tem estas características, nasce, cresce se reproduz e morre.

2 – É um ser humano o originado pela união das células germinativas de uma mulher e um homem?
R – É um fato inegável que não pode ser outra coisa. Da fecundação de um óvulo por um espermatozóide não podem resultar nem uma pomba, nem um elefante. O novo ser é tão humano como seus progenitores.

3 – É um ser com individualidade própria, que diferencia o feto do pai e da mãe que o engendraram? R – Sim, ele o é; e, além disso, é único e irrepetível.

4 – Quanto tempo tarda o feto em formar seus órgãos no seio da mãe?
R – Nas dez semanas de concepção, todos os órgãos estão formados e funcionando. 5 – Os que ocorre a partir das dez semanas depois de concebida a nova criatura? .

R – A partir de então, os órgãos só aumentam de tamanho e se aperfeiçoam, até alcançar depois da puberdade seu pleno desenvolvimento.

6 – Quando se forma o sistema nervoso, é quando se pode detectar a atividade elétrica das células respectivas?
R – O tecido nervoso é um dos primeiros a se formar. Com os modernos meios de exploração, podem-se detectar as variações elétricas (eletro encefalograma) às seis semanas da concepção; porém os cientistas afirmam que só poderão detectar antes, quando se disponha de meios de exploração mais aperfeiçoados.

7 – Quando se forma o sangue no organismo da nova criatura?

R – Nas dezessete semanas já se formaram os glóbulos vermelhos e brancos, e começam a ser mobilizados por um coração primitivo. Às seis semanas da concepção, já se pode fazer um eletrocardiograma do feto.

8 – O feto percebe as sensações, como percebemos as pessoas adultas?

R – Certamente as percebe. Os ruídos desagradáveis o inquietam, e os suaves o tranqüilizam. Experiências no interior do útero materno demonstram que o contacto com um instrumento estranho determina um movimento de repulsa.

9 – No feto foram constatadas manifestações de vida afetiva, à maneira dos demais seres humanos?

R – Assim é indubitavelmente. O feto se inquieta quando a mãe está nervosa e dorme quando a mãe descansa. Quando se aborrece, chupa o dedo ou dá voltas, como se comprovou por um grande número de fotos e ecografias.

10 – O feto é capaz de distinguir uma substância agradável de outra que não é?

R – Sim, é capaz. Quando se injeta no interior do útero uma substância açucarada, a engole, e quando é desagradável, não o faz.

11 – Todos esses descobrimentos da ciência que demonstram sem lugar a dúvidas, que todo ser concebido é uma criatura humana desde o momento da concepção, estão reconhecidos pela sociedade?
R – Infelizmente, não. Uma coisa é a realidade dos fatos que demonstram a Genética e a Biologia, e muito outra os direitos que a sociedade lhe queira reconhecer.

12 – Não é isto, acaso, além de uma aberração, um contrasenso e uma injustiça?

R – Certamente. Além de uma injustiça, é uma marginalização e um abuso de força contra um ser débil e inocente que não pode se defender.

“POSSO, ASSEGURAR-LHES QUE O ABORTO NÃO É UM PROBLEMA DE TIPO CONFESSIONAL. POR EXEMPLO, EU NÃO PERTENÇO A NENHUMA RELIGIÃO, E NO ENTANTO LHES ESTOU FALANDO CONTRA O ABORTO”
Doutor E. Nathanson

Não poucas mães interpretam serem donas do ser que se desenvolve em suas entranhas e partem da errônea crença de que podem dispor com plena liberdade sobre essa nova vida, mas não é assim.

ESPECIFICIDADE E UNIDADE DE CADA INDIVIDUO.

“O zigoto tem uma organização própria, como qualquer outra célula que é diferente da que tinham o óvulo e o espermatozóide antes da fertilização, embora naturalmente venha determinada pela organização destas duas

células. A unidade, característica essencial desta organização que a individualiza, se evidencia pelo fato de que, a partir da primeira célula, por sucessivas divisões, se originam todas as células do novo ser vivo que têm o mesmo número de cromossomos, idênticos cromossomos e os mesmos fatores genéticos. Assim, a primeira célula do novo ser vivo, desde o momento exato da fertilização, tem gravado um plano que organiza depois todas as demais. Todas as células desse organismo concreto pertencem a “esse” ser vivo, formam parte de sua unidade, porque tudo está organizado como somente “esse” ser vivo – esse indivíduo pode estar; segundo um plano organizador que ficou já determinado na fertilização e nunca se perderá “.

(do livro ABORTO E CONTRACEPTIVOS, de J. Jiménez Vargas e G. López Garcia).

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QUANDO COMEÇA UMA VIDA? *
… DESDE O EXATO MOMENTO DA FECUNDAÇÃO

Primeira Semana: (7 dias)
Fecundado o óvulo, já nasce para a vida um homem novo, único e irrepetível.

Secunda Semana: (14 dias)

Este novo ser já tem todas as características próprias da sua personalidade, só faltando desenvolvê-las. Uma vida começa a receber alimento da mãe.

• É claro que se trata da vida física, formação do corpo humano, pois a vida dó espírito é bem anterior. Na verdade o espírito é o modelador do novo corpo físico. (Nota da Editora).

Entre a terceira e a Quarta semana: (14 a 28 dias)
Começam a ter sua forma os olhos, a coluna vertebral, o cérebro, os pulmões, o estômago, fígado e rins. O CORAÇÃO começa a FUNCIONAR.

Quarta semana: (28 dias)

Estão se formando a cabeça, os braços e as pernas. A coluna vertebral está completa. O CORAÇÃO JÁ ESTÁ TRABALHANDO!

Quinta semana:
(35 dias) .

O tórax vai se separando do abdômen. Os olhos já têm retina e cristalino. Os ouvidos começam a formar-se. Aparecem os dedos das mãos e dos pés.

Entre a sexta e a oitava semana: (42 a 56 dias)

Todos os órgãos estão completos. A cabeça está desenvolvida e, formados o rosto, a boca e a língua. O cérebro está completo. O bebê pode SENTIR CÓCEGAS!

Oitava semana: (56 dias)

Os dedos dos pés e das mãos já estão complete e têm as IMPRESSÕES DIGITAIS… as mesmas que figurarão em seus documentos!

Os impulsos do cérebro são
registrados.
Agora pode agarrar Aparecem as impressões
com as mãos. digitais.
Entre a undécima e duodécima semana: (77 a 84 dias)

Todos os sistemas funcionam. Músculos e nervos se sincronizam. Os braços e as pernas se movem Começam a aparecer as unhas dos dedos.
Já pesa 29 gramas. Tem somente 3 meses e. está formado… SÓ LHE FALTA CRESCER!

Sente a dor. Tem apego à vida.

 

Em seguida, transcreveremos uma carta publicada no matutino “Clarim”, de Buenos Aires – Argentina, em 04-11-1985.

UM SER ENCURRALADO E MORTO

“Vi o filme médico “O Grito Silencioso”, apresentado pelo doutor E. Nathanson, famoso médico ex-abortista norte-americano. Ele mostra, mediante uma ecografia realizada na mãe no momento de abortar, o que sucede com esse ser que – apenas agora se sabe com certeza científica – já tem todas as características próprias da vida humana: capacidade sensitiva à dor, ao medo e apego à vida. Ao vê-lo, acreditei ser uma obrigação social divulgá-lo, porque todos (sobretudo as mães) têm o direito de saber o que realmente sucede em um aborto.

Em instantes prévios à operação abortiva, se vê o feto (neste caso verídico, de doze semanas) com movimentos calmos, colocando o polegar na boca de vez em quando, totalmente tranqüilo nesse ambiente de paz, como é o claustro materno. Ao introduzir o abortista no útero o primeiro elemento metálico procurando a bolsa amniótica para seu rompimento, o novo ser perde seu estado de tranqüilidade. Seu coração se acelera enquanto tenta movimentos nervosos de mudança de lugar. A bolsa é rota e se introduz o instrumento de aspiração. É notório que nenhum dos elementos metálicos tocou ainda no feto e, no entanto ele pressente algo anormal’ e terrível próximo a lhe suceder, porque agora muda de lugar em um ritmo enlouquecido para os lados e para cima, em um desesperado intento de escapar. Seu ritmo cardíaco se eleva mais ainda. Quando o metal já está quase a tocá -lo, encolhe todo o seu corpinho até o limite superior do útero e sua boca se abre desmesuradamente. Aqui é alcançado pela aspiradora, que desde suas extremidades inferiores o vai succionando e até o destroçando, até ficar somente a cabeça, que não passa pelo conduto de aspiração. Esta é triturada’, então, com uma espécie de tenaz que vai retirando os pedaços do que foi um ser humano aterrorizado, que ainda desde tamanha desigualdade de condições, fez o impossível para não morrer e, no instante final, abrindo sua boca ao máximo, como um último intento de expressão humana, – ainda desconhecida e prematura, porém sem dúvidas com o instinto de sua natureza – de pedir auxílio… A quem?

Eu, pessoa humana, que ascendi à maravilhosa realidade da vida e posso gritar e expressar minha vontade empresto hoje minha voz a todos esses seres humanos que, ao serem abortados, quiseram gritar solicitando a vida, abrindo sua boca, porém… ainda não tinham voz! Não é uma atitude pessoal subjetiva. Investiguem vocês. É científica e humanamente real. Em nome de todos esses inocentes, eu peço a quem competir que projete este filme nos últimos anos secundários de todos os colégios de mulheres e homens, nas universidades, etc.., a fim de que se faça conhecer por todos os meios isto que faz a própria essência da pessoa humana; seu inalienável direito à vida”.

Graciela Fernández Raineri

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CONHECA ISTO:

Vemos que desde o momento da fecundação temos um ser humano próprio. Somente lhe falta desenvolvimento, crescimento. Ninguém pode dispor de sua vida sem cometer um crime.

Abortaria uma mãe se tivesse consciência de que isto é um crime?
Sem dúvida há mães que o fazem e médicos que o aconselham; vejamos como:

MÉTODO DE SUCCÃO

Com uma potente aspiradora, a criança é arrancada do ventre materno e introduzida em um frasco, convertendo-se em uma mistura sanguinolenta de tecidos e ossinhos.

EMBRIOTOMIA

O médico corta e arranca do útero materno o bebê indefeso. Como podemos qualificar a um médico que procede assim?

OPERACÃO

O médico abre o abdômen da mãe, arranca a criança viva que servirá para experiências ou morrerá afogada em água.

SOLUCÃO DE SAL

Injeta-se uma solução salina no saco embrionário depois de uma AGONIA de 2 a 3 horas, A CRIA MORRERÁ QUEIMADA.

Monsenhor L. B. Lyra em um artigo intitulado “Contra a nefanda lei do aborto” conta a narração de uma enfermeira de um hospital inglês:

“Está diante de mim um ser pequenino e impotente ainda ligado à mãe pelo cordão umbilical. Era menino de pele rosada, bastante bem formado; gemia e quando o toquei, agitou as mãozinhas. Era uma que desafiava os instintos maternais de qualquer mulher, e eu, como enfermeira, notei que r sentimentos se rebelavam. Sem dúvida, aquele pequeno ser, em lugar de ir aos braços de sua para ser acariciado e amado, era jogado em um balde metálico, dando com isto fim a uma vida que não tempo de começar”.

Palavras pronunciadas pela Madre Teresa Calcutá, ao receber o prêmio Nobel da Paz:

O ABORTO

“O maior destruidor da paz é o aborto, porque é uma guerra direta, uma matança direta: é um assassinato levado a cabo pela própria mãe”.
Lemos na Bíblia o que Deus diz tão claramente: “Ainda que a mãe pudesse esquecer seu filho, eu não te esquecerei, porque te tenho gravado na palma de minha mão”.
Estamos gravados na palma da mão de Deus, tão próximos a Ele que as crianças que ainda não nasceram estão
gravadas na palma da mão de Deus. E o que mais me impressiona é o começo do versículo: ainda que a mãe pudesse – algo impossível- inclusive se uma mãe pudesse esquecer-se de seu filho, “eu não te esquecerei”.

Por isso hoje o meio mais grave de destruição da paz é o aborto. Todos os que estamos aqui presentes fomos desejados por nossos pais: não estaríamos neste salão se eles não houvessem querido. E nós desejamos nossos filhos, os amamos muito, porém que será dos milhões esquecidos?
Muitos se manifestam preocupadíssimos pelas crianças da Índia ou pelas da África, onde tantos morrem, seja por desnutrição, fome ou o que for. Porém há milhões deliberadamente eliminados pela vontade de suas mães. Por isso o mais grave destruidor da paz é o aborto.
Porque se uma mãe é capaz de matar o seu próprio filho, que me impede de matar-te? Que te impede de matar-me? Já não fica nenhum impedimento.
Por isso elevo minha voz na Índia e em todas as partes: façamos que toda criança, nascida ou não, seja uma criança desejada.

Lutamos contra o aborto mediante a adoção, assim temos salvado milhares de vidas. E temos informado às clínicas, aos hospitais, às delegacias de polícia: não aniquilem as crianças, porque nós nos encarregaremos delas. À qualquer hora do dia ou da noite sempre haverá alguém à mão. Há inumeráveis mães solteiras, digam-lhes que se aproximem de nós; nós as cuidaremos, nós lhe daremos um lar… São tantas as famílias que não têm filhos! Essa é a grande bênção de Deus…
AMARGA CONFISSÃO – ANÔNIMA

Sou mulher como você o é e o desconhecimento das leis da vida, me levou a cometer um dos erros mais desgraçados que uma mulher pode cometer. Hoje assim o compreendo.
Quando os conhecimentos que a ciência proporciona vieram trazer a luz em minha vida, horrorizei-me comigo mesma; acabei de dar conta de que não me haviam informado com a verdade, quando me disseram que somente um conjunto de células seria extirpado, sem que tivesse nenhuma conseqüência, nem material nem psíquica, no curso da vida. Como diz bem o adágio popular! “Olhos que não vêem, coração que não sente”… Os olhos do meu entendimento não viam a vida que se agitava em meu ser e por isso a desprezei.

Hoje não posso deixar de pensar… Quando vejo uma criança pequena, o coração se me estremece ante tão nefasta recordação.
Por isto que lhe confesso e que tão caro é em minha vida, lhe digo:
– Jamais se apresse a tomar uma decisão como a que eu tomei, porque não a esquecerá nunca, por muitos anos que lhe conceda a vida e quando chegue a ouvir o pranto de uma criança, este a sacudirá desde as entranhas até ao coração, como me acontece hoje.

Queira Deus que esta minha amarga experiência a contenha em uma situação semelhante; perdoe por não assinar meu nome…, não o poderia fazer.

ENFOQUE ESPÍRITA QUANTO AO

ABORTO *

1 ) Viver é o primeiro de todos os direitos naturais do homem.

Ninguém tem o direito de atentar contra a vida c seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência. (a)

2) A matéria é o instrumento de que o espírito se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce a.sua ação. (b) O espírito encarna para cumprir desígnios divinos e, ao mesmo tempo, vai se desenvolvendo intelectual e
moralmente, através das provas e expiações que vida terrena lhe enseja. (c)

Pela reencarnação, a justiça divina concede é espírito realizar, em novas existências, aquilo que não pôde fazer ou concluir nas existências anteriores. (d)

3) A ligação do espírito à matéria com que irá formar seu corpo físico se dá desde a concepção (e é feito

através do perispírito, o seu corpo espiritual, fluídico). (f)

4) É crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação, porque impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento corpo que se estava formando. Quem induz ou obriga ao aborto ou o executa é igualmente responsável espiritualmente. (g)

5) O aborto só é aceitável quando o nascimento da criança puser em perigo a vida de sua mãe. (h)

6) O aborto eugênico é um erro porque o corpo, deficiente ou não, é sempre valioso instrumento para a evolução do espírito. (I)

7) O aborto não se justifica nem mesmo na gestação ocasionada por estupro. Espiritualmente, o reencarnante é filho de Deus e não do estuprador, que apenas contribuiu para a formação de seu corpo físico. É inocente da ação agressora. Não deve ser responsabilizado por ela nem vir a sofrer em conseqüência dela. Muito menos perder seu direito à vida. (J)
Se, após nascida a criança, a mãe não puder ou não quiser criá-la, poderá oferecê-la à adoção. Muitos desejam perfilhar uma criança.

8) Além dos prejuízos físicos e psíquicos que costuma trazer à gestante, o aborto delituoso acarreta, ainda, conseqüências espirituais.
Ex: – O espírito que sofreu o abortamento pode ficar imantado à gestante em clima de mágoa e angústia ou desejando se vingar da agressão que não o deixou viver.

Ficar lesada no perispírito, na região correspondente ao centro reprodutor não usado corretamente.
Perda da oportunidade de receber como filho um espírito amigo e benévolo que viria ajudá-la na encarnação, ou alguém a quem devia ajuda e recomposição por erros anteriores.

9) Quem já praticou aborto, ou foi por ele responsável, e quer se recuperar ante as leis divinas, não reincida mais nessa pratica e procure fazer o bem.

Fontes de consulta:
O Livro dos Espíritos.
A Perg. 880 F Perg. 135
B Perg. 22 A G Perg. 358
C Perg. 132 H Perg. 359
D Perg. 171 N I Perg. 196
E Perg. 344 J Perg. 203/207

Edição e Publicação: Editora Espírita Mensagem de Esperança Caixa Postal 93 – 13360.000 – Capivari – SP Fone: (0194) 91-3878

1ª Edição 1992 – 10.000 exemplares 2ª Edição 1993 – 10.000 exemplares Autores Diversos Tradutores:
José Sánchez Fernández Yole Bionde Sánchez
Organização: Therezinha Oliveira Capa: Rita Foelker

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