Casa do Cinza

"O amor não cogita de recompensa. É um sentimento que se basta." Dr. Odilon Fernandes


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Experiencia mediúnica

Está é uma das experiencias vividas por mim sobre a influencia que os espíritos exercem sobre nós.

Como essa questão é importante e poucos refletem sobre ela pensando que são livres e fazem apenas o que desejam mau sabem que por traz sempre há um espírito a lês influenciar os pensamentos.
Hoje eu dou muita importância á essa questão por que eu sei como é sutil e imperceptível a influencia dos espíritos.

Vou contar o que aconteceu comigo; -Eu estava fazendo um trabalho artesanal na casa espírita, e uma mulher vem até mim com uma sacola, para eu sortear o nome que naquele dia iria ser o ganhador de um presente bem simples, essa mulher estendeu a sacola com os nomes escritos em papeizinhos e falou:
-Eu nunca ganhei nada aqui, já fazem anos que participo e nunca ganhei.

Eu enfiei a mão na sacola peguei um papel e sem ter a minima intenção de dizer alguma coisa eu falei:

-Toma esse é seu nome.

A mulher pegou o papel que estava todo dobrado, e quando ela abriu, era o nome dela.
Nesse dia eu percebi como somos frágeis, e o quanto os espíritos dominam nosso ser, porque eu não senti nenhuma interferência de nenhuma energia dominando meu ser, e eu sei que aquilo não veio de mim, e sim dos espíritos.
As pessoas pensam que para um espirito falar através de alguém, ou até mesmo para encorporar em alguém é preciso que a pessoa se contorça, mude sua voz, mude os seus gestos, mude a forma como anda. Os espíritos fazem isso, porque se não fizerem esse teatro, as pessoas não acreditam que é um espírito que está ali falando através do médium. O mesmos acontece em algumas casas, onde os espíritos utilizam bisturis para curar, eles não precisam cortar ninguém para nos curar, mas eles dizem, que se o doente não vê sangue saindo do seu corpo, o próprio doente não acredita que foi curado, e isso prejudica o trabalho dos espíritos.
Todos nós somos dirigidos pelos espíritos, é claro que não completamente.
São nossas ações, o nosso viver que dará o poder dos espíritos sobre nós.
Não adianta colocar a culpa toda nos espíritos.
Quando nós praticamos uma maldade sobre a influencia de um espírito, nós somos culpados pelo que fizemos, porque fomos nós que abrimos nosso ser para que os espíritos nos influenciem. Exemplo:
Antes de eu conhecer os ensinamentos de Jesus, quando alguém me
provocava, eu respondia automaticamente na mesma moeda, ou ate pior.
Agora que eu me esforço para seguir os ensinamentos de Jesus colocando-os em pratica, realizando um trabalho de caridade, e orando diversas vezes ao dia, eu percebi que agora tenho o amparo dos bons espíritos. Quando me provocam, eu tenho a oportunidade de pensar, se vou responder da forma que Jesus nos ensinou, ou se vou responder na mesma moeda, e se eu escolho a errada, ainda me vem na cabeça um aviso dizendo cuidado isso vai te fazer mau.
Nós somos culpados pelo mau que fazemos, por que a lei é igual tanto no mundo espiritual como no mundo material. Exemplo:
Se uma pessoa influencia uma outra para que ela cometa um crime, e essa pessoa comete o crime sozinha sem a participação da que influenciou, quem vai ser a mais culpada? E claro que a mais culpada vai ser a que praticou o crime.
Quando nos praticamos os ensinamentos de Jesus os espíritos maus deixam de ter o poder absoluto sobre nós.

Livro dos espíritos:
459.Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?

R: Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”

460. De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos?

R: Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, freqüentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto e, não raro, contrários uns aos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes.
É que tendes em vós duas idéias a se combaterem.

Está é uma das experiencias vividas por mim sobre a influencia que os espíritos exercem sobre nós.</p>
<p>Como essa questão é importante e poucos refletem sobre ela pensando que são livres e fazem apenas o que desejam mau sabem que por traz sempre há um espírito a lês influenciar os pensamentos.<br />
Hoje eu dou muita importância á essa questão por que eu sei como é sutil e imperceptível a influencia dos espíritos.</p>
<p>Vou contar o que aconteceu comigo; -Eu estava fazendo um trabalho artesanal na casa espírita, e uma mulher vem até mim com uma sacola, para eu sortear o nome que naquele dia iria ser o ganhador de um presente bem simples, essa mulher estendeu a sacola com os nomes escritos em papeizinhos e falou:<br />
-Eu nunca ganhei nada aqui, já fazem anos que participo e nunca ganhei. </p>
<p>Eu enfiei a mão na sacola peguei um papel e sem ter a minima intenção de dizer alguma coisa eu falei:</p>
<p>-Toma esse é seu nome. </p>
<p>A mulher pegou o papel que estava todo dobrado, e quando ela abriu, era o nome dela.<br />
Nesse dia eu percebi como somos frágeis, e o quanto os espíritos dominam nosso ser, porque eu não senti nenhuma interferência de nenhuma energia dominando meu ser, e eu sei que aquilo não veio de mim, e sim dos espíritos.<br />
As pessoas pensam que para um espirito falar através de alguém, ou até mesmo para encorporar em alguém é preciso que a pessoa se contorça, mude sua voz, mude os seus gestos, mude a forma como anda. Os espíritos fazem isso, porque se não fizerem esse teatro, as pessoas não acreditam que é um espírito que está ali falando através do médium. O mesmos acontece em algumas casas, onde os espíritos utilizam bisturis para curar, eles não precisam cortar ninguém para nos curar, mas eles dizem, que se o doente não vê sangue saindo do seu corpo, o próprio doente não acredita que foi curado, e isso prejudica o trabalho dos espíritos.<br />
Todos nós somos dirigidos pelos espíritos, é claro que não completamente.<br />
São nossas ações, o nosso viver que dará o poder dos espíritos sobre nós.<br />
Não adianta colocar a culpa toda nos espíritos.<br />
Quando nós praticamos uma maldade sobre a influencia de um espírito, nós somos culpados pelo que fizemos, porque fomos nós que abrimos nosso ser para que os espíritos nos influenciem. Exemplo:<br />
Antes de eu conhecer os ensinamentos de Jesus, quando alguém me<br />
provocava, eu respondia automaticamente na mesma moeda, ou ate pior.<br />
Agora que eu me esforço para seguir os ensinamentos de Jesus colocando-os em pratica, realizando um trabalho de caridade, e orando diversas vezes ao dia, eu percebi que agora tenho o amparo dos bons espíritos. Quando me provocam, eu tenho a oportunidade de pensar, se vou responder da forma que Jesus nos ensinou, ou se vou responder na mesma moeda, e se eu escolho a errada, ainda me vem na cabeça um aviso dizendo cuidado isso vai te fazer mau.<br />
Nós somos culpados pelo mau que fazemos, por que a lei é igual tanto no mundo espiritual como no mundo material. Exemplo:<br />
Se uma pessoa influencia uma outra para que ela cometa um crime, e essa pessoa comete o crime sozinha sem a participação da que influenciou, quem vai ser a mais culpada? E claro que a mais culpada vai ser a que praticou o crime.<br />
Quando nos praticamos os ensinamentos de Jesus os espíritos maus deixam de ter o poder absoluto sobre nós.</p>
<p>Livro dos espíritos:<br />
459.Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?</p>
<p>R: Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”</p>
<p>460.   De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos?</p>
<p>R: Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, freqüentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto e, não raro, contrários uns aos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes.<br />
É que tendes em vós duas idéias a se combaterem.
por Luciano Daniel


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Paul McCartney Afirma

Paul McCartney Afirma ter Sido Inspirado pelo Espírito de George Harrison em Nova Música

Adolfo Guimarães
Recentemente, em entrevista à BBC, uma interessante declaração fez o ex-beatle Paul McCartney ao revelar que contou com a ajuda do espírito de George Harrison, também integrante dos Beatles, desencarnado em 2001, para escrever uma das músicas de seu novo disco.

Mais interessante ainda é o que sugerem o tema e a letra da canção, “Waiting For Yor Friends To Go” (“Esperando Seus Amigos Para Ir”, em tradução livre), que McCartney afirmou ter escrito com “a participação” além-túmulo de George Harrison.

Paul declarou textualmente: “Eu simplesmente tive esse sentimento, isso é George”.

E ainda acrescentou. “Eu era como George, escrevendo uma de suas músicas. Eu só escrevi (a música) com muita facilidade porque não era eu quem estava escrevendo”.

Segundo afirmou, ele não sabe ao certo qual o significado da letra da música. Também achou interessante o seguinte verso: “Eu pensei: ok, o trecho ‘waiting on the other side’ (‘esperando no outro lado’, em tradução literal) é meio capcioso. Há um pouco de duplo sentido nisso”, disse na entrevista.

“Foi muito divertido, em particular o segundo verso: ‘I’ve been sliding down a slippy slope, I’ve been climbing up a slowly burning rope’ (‘tenho deslizado em uma descida escorregadia, tenho escalado uma corda que se queima lentamente’, em tradução livre)”, comentou McCartney. “Eu, então, pensei: é uma música do George.”

Do ponto de vista espírita, sabemos que toda inspiração seja ela artística, científica, filosófica, etc, provém de um foco subjetivo (ou agente) inspirador. No caso em questão, não nos parece ser uma mera estratégia comercial do artista, uma vez que o ex-Beatle é dos mais consagrados no universo do show business.

Vale lembrar ainda a grande sensibilidade de Paul e a veia espiritual de George, tão explícitas em suas músicas, além da sólida amizade entre ambos, são fatores que poderiam ter propiciado o intercâmbio entre os dois compositores britânicos.

Quem atua em qualquer ramo da arte sabe muito bem o quanto é intensa a ligação emocional-espiritual que se estabelece e se compartilha entre os integrantes de um dado grupo artístico. A própria arte produzida é fruto da afinidade espiritual desses artistas envolvidos e por isso mesmo emociona o público, resultando em inquebrantáveis elos espirituais entre seus protagonistas. Esses elos nem mesmo a morte do corpo físico pode desvanecer.

A inusitada experiência musical em parceria com o espírito de George parece ter marcado Paul McCartney a ponto de tornar público o fato e dizer ser a música em questão uma de suas favoritas de seu novo disco, “Chaos and Creation In The Back Yard”.

Ao tomar conhecimento de uma declaração tão espontânea do ex-Beatle, não há como não lembrar os espíritos codificadores, quando revelaram a Allan Kardec: “…se não estiverdes cegos, vereis; e se não estiverdes surdos, ouvireis; pois frequentemente uma voz vos fala e vos revela a existência de um ser que está ao vosso redor.” (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, questão 152, sobre a prova da individualidade da alma após a morte).
Fonte: BBC Brasil – http://www.bbc.co.uk/portuguese/

(Reproduzido do site Consciência Espírita, com a devida autorização)

Foto de Balbino Amaral.
Foto de Balbino Amaral.


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O ESPÍRITO ENTRA NO CORPO DO MÉDIUM QUANDO ELE SE MANIFESTA?

O ESPÍRITO ENTRA NO CORPO DO MÉDIUM QUANDO ELE SE MANIFESTA?

É comum ouvir falar de Espíritos entrarem em corpos de médiuns, para transmitir o seu pensamento. No movimento espírita, tem-se evitado usar esse termo, embora, como veremos mais adiante, alguns espíritos e espíritas o utilizem.
Mas antes vamos procurar compreender melhor o termo incorporação, do latim incorporatione, muito utilizado pela doutrina espírita, ato ou efeito de incorporar(-se). Termo ainda aplicado inadequadamente à mediunidade psicofônica, pois não tem como dois espíritos ocuparem o mesmo corpo.

“O Espírito não entra num corpo como entra numa casa. Identifica-se com um Espírito encarnado, cujos defeitos e qualidades sejam os mesmos que os seus, a fim de obrar conjuntamente com ele. Mas, o encarnado é sempre quem atua, conforme quer, sobre a matéria de que se acha revestido. Um Espírito não pode substituir-se ao que está encarnado, por isso que este terá que permanecer ligado ao seu corpo até ao termo fixado para sua existência material.” (KARDEC, 2007a, p. 282).

O que ocorre é que o médium e o Espírito se comunicam de períspirito a períspirito, ou seja, mente a mente, dando a impressão de que o médium está incorporado.

Vejamos o exemplo da Psicofonia:

É uma mediunidade que permite a comunicação oral de um Espírito com o médium.Kardec denominou de “mediunidade falante”,ou seja uma faculdade que propicia a comunicação dos Espíritos através da palavra,travando conversações.É ainda conhecida popularmente como incorporação,dando entender que o Espírito comunicante penetra no corpo do medium,o que na verdade não acontece.

Vejamos o procedimento descrito abaixo:
É importante meus queridos irmãos prestarmos bem atenção de como ocorre este fenômeno mediúnico:
Quanto ao grau de Consciência
O médium pode guardar maior ou menor grau de consciência cerebral, durante o processo da psicofonia, conforme maior ou menor seja a exteriorização do seu perispírito.
a) Médium Consciente – Exteriorização de alguns centímetros do seu Perispírito ;
b) Médium Semi-Consciente – Exteriorização maior de alguns centímetros do seu Perispírito;
c) Médium Inconsciente – Exteriorização total do seu Perispírito.

Segundo o grau de consciência cerebral, a psicofonia se classifica em:

1 – Consciente
Em cada 100 médiuns, em média 80 são de psicofonia; e destes, 50 são conscientes (também chamados intuitivos).
Na psicofonia consciente, o médium sabe o que o espírito quer falar, antes que o faça.

O transe se processa assim:
1- Há exteriorização do perispírito do médium de apenas alguns centímetros e a formação da atmosfera fluídica entre as suas irradiações perispirituais e as do espírito comunicante.

2 – O espírito emite o pensamento e procura influir sobre o aparelho fonador do médium;
3- O médium sente essa influência e capta o pensamento do espírito comunicante na origem, antes de falar, e pode transmiti-lo ou não:
4- Se concorda em falar, transmite a idéia conforme a entende e usando seu próprio estilo, vocabulário e construção de frases.
Vantagem desta modalidade de psicofonia: o médium pode avaliar antes a manifestação pretendida, com fácil controle do fenômeno, podendo até interromper o transe, se necessário
Para melhor proveito do seu trabalho, deve o médium consciente:
– não se negar ao intercâmbio necessário;
– instruir-se para melhor poder transmitir as idéias dos comunicantes;
– ser fiel no que transmitir, interferindo o mínimo possível.

II — Semiconsciente
Em cada 80 médiuns de psicofonia, em média 28 são Semi-Conscientes.
Nesta modalidade, o médium toma consciência do que o espírito está falando por seu intermédio, no instante em que as palavras são formadas.

O fenômeno se dá assim:
1- Há, também, a formação da atmosfera fluídica, como na modalidade anterior; mas é maior a exteriorização perispiritual do médium (ainda não completa, porém) e o comunicante. assim, tem maior atuação no órgão fonador, conseguindo falar melhor, no seu próprio estilo;
2 – Enquanto a mensagem está sendo recebida, o médium sabe o que está falando, sente
o padrão vibratório e a intenção do comunicante, podendo controlar e interferir, se necessário;
3- Mas, ao terminar a manifestação, provavelmente só recordara do início e do final da mensagem e, vagamente, do tema abordado.
Além de observar as recomendações feitas no caso do médium consciente, deverá o
médium semiconsciente procurar aperfeiçoar sua mediunidade esforçando-se por diminuir sua interferência no fenômeno (repetição de frases e gestos que lhe são habituais).

III — Inconsciente

É a modalidade mais rara, encontrando-se apenas 2 médiuns inconscientes em média, em cada 80
médiuns de psicofonia.
Caracteriza-se pela maior inconsciência do médium quanto ao processo de transe psicofônico. Decorre da seguinte maneira:
1- Exteriorização total do perispírito do médium e formação da atmosfera mediúnica; inexiste ligação entre o cérebro do médium e a mente do manifestante e mesmo entre a sua própria mente perispiritual e o cérebro físico;
2- Atuação mais direta do comunicante sobre o organismo mediúnico, através dos centros nervosos liberados;

3- O transe será:

a) Sonambúlico – quando o comunicante consegue mover o corpo do médium, fazê-lo andar, pegar objetos, etc.
b) Letárgico – quando o corpo do médium fica imóvel (com ou sem rigidez).

4 – A mensagem é transmitida sem que o médium guarde consciência cerebral dela; em espírito, porém, o médium está consciente e, desde que não esteja dominado em obsessão, poderá:
a) fiscalizar a atuação do comunicante, ajudando-o se ele precisar, ou interrompendo o transe pelo seu próprio despertamento, em caso de perigo ou de ação contra seus princípios;
b) Se o comunicante lhe merecer confiança plena:
– permanecer no ambiente para aproveitar os ensinamentos e convivência com o comunicante; afastar-se em outras atividades (o limite estará nas suas possibilidades, conveniências e as condições de sustentação da atmosfera fluídica formada).
5 – Ao recobrar a consciência, geralmente o médium nada ou bem pouco recordará do ocorrido ou da mensagem deixada; será uma sensação vaga, como um sonho pouco nítido, sem poder afirmar com certeza do que se tratou.
Esta modalidade apresenta como:
Vantagem – maior liberdade do espírito, que se identifica por gestos, entonação da voz, atitudes e até transfiguração fisionômica;
Desvantagem – se o médium não vigiar previamente sua atitude e conduta, poderá vir a ficar na dependência dos espíritos inferiores a que deu passividade.

Outras observações
1) – O médium é sempre responsável pela boa ordem do desempenho mediúnico, mesmo na forma
inconsciente, porque somente com sua aquiescência ou conveniência o comunicante pode agir (exceção feita aos casos de obsessão).
2)- Quando a educação mediúnica é deficiente ou viciosa, o intercâmbio é dificultado, faltando liberdade e segurança; o médium reage à exteriorização perispirítica, dificulta o desligamento e quase sempre intervém na comunicação, truncando-a;
3) – Em caso de médium que vem de processo obsessivo, os mentores procurarão exercitá-lo com espíritos que não lhe ofereçam perigo (o que não lhe retira a responsabilidade quanto ao fenômeno);

4)- Para o médium inconsciente se entregar plenamente ao transe precisa ter confiança na sua faculdade, nos espíritos que o assistam e, principalmente, no ambiente espiritual da reunião que freqüenta.
5) o grau de consciência na mediunidade de incorporação pode modificar-se com o tempo, de inconsciente para semiconsciente e consciente, ou vice-versa.

Um grande abraço a todos!

Muita paz e luz!

Balbino Amaral Filho

Livros consultados:
Allan Kardee – “ O Livro dos Médiuns” – 2ª parte -Cap. XIV; “Obras Póstumas” – 1ª parte -Cap. VI-Dos Médiuns.
André Luiz – psicografia de Francisco Cândido Xavier. “Nos Domínios da Mediunidade”; “Missionários da Luz” —Cap. VII e XVI
Martins Peralva – “Estudando a Mediunidade” “Revista Espírita” — 1864 – 1865 – 1866 e 1868.
Léon Denis — “No Invisível” – 2ª parte – Cap. XIX.
Aula do COEM – 5ª Seção Teórica.

Foto de Balbino Amaral.
Foto de Balbino Amaral.
Foto de Balbino Amaral.


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QUEM É O ESPÍRITO SANTO?

QUEM É O ESPÍRITO SANTO?
João mergulhava as criaturas nas águas do Jordão, num ato simbólico de batismo, para anunciar
a vinda do Cristo e convidar o povo a se arrepender dos seus pecados e, se propor a uma
renovação moral. João dizia: “Eu na verdade, vos batizo com água para vos trazer à
penitência; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não
sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo”. Então, um dia, ao
se deparar com Jesus, não queria batiza-Lo, por acha-Lo bom, virtuoso e melhor que ele
próprio, portanto, não tinha do que se arrepender . Mas Jesus disse que seria melhor cumprir as
previsões feitas sobre o Messias. Tais previsões diziam que João reconheceria o Messias quando
visse descer sobre Ele um Espírito, e que este ficaria sobre o mesmo. João então, mergulhou
Jesus, e quando este saiu das águas e se pôs em oração, o céu se abriu e João viu o Espírito de
Deus descendo como pomba e vindo sobre Jesus. Neste momento uma voz dos céus dizia: “Este
é o meu filho amado, em quem me comprazo”.

Assim, o batismo do Espírito Santo nada mais é que a sintonia com os benfeitores do plano
invisível, através de manifestações mediúnicas ostensivas ou sutis. Os discípulos, receberam um
magnífico Batismo do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, quando os Espíritos do Senhor se
manifestaram através deles, em diversos idiomas, aos habitantes e visitantes de Jerusalém (Atos,
cap.2).

Pentecostes é palavra que escolheram para exprimir tão notável acontecimento. Deriva do grego
Pentekosté e significa “qüinquagésimo”, ou seja 50 dias. A festa judaica de Pentecostes era
celebrada para relembrar o dia em que Moisés recebeu as Tábuas da Lei, os mandamentos do
Sinai. A recepção do Decálogo efetuou-se justamente 50 dias depois dos israelitas comerem o
Cordeiro Pascal, já libertados da escravidão do Egito. A festa cristã de Pentecostes é celebrada
cinqüenta dias depois da ressurreição de Jesus Cristo. Portanto, os judeus festejam a sua
libertação do jugo do Faraó e dos egípcios; e os cristãos festejam a sua libertação do jugo das
trevas da morte pelas aparições de Jesus Cristo e o concurso de seus prepostos do mundo
espiritual. Foi naquela confusão, que o apóstolo Pedro lembrou a profecia de Joel, e disse:
“Estes homens não estão embriagados, mas é o que foi dito por Joel: Que o Senhor, nos
últimos tempos, derramaria do Seu Espírito sobre toda a carne; que seus filhos e suas
filhas profetizariam, os jovens teriam visões (como ocorreu com Maria), e os velhos sonhos
(como ocorreu com José). E naqueles dias, Ele derramaria de Seu Espírito sobre Seus
servos e sobre Suas servas, e eles profetizariam.” (Atos, 2:17 e 18). Este Espírito, que Joel
disse que seria derramado sobre toda a carne, uns chamam de Anjo ou Santo, outros chamam de
Espírito de luz, outros de Espírito Santo. E ele não disse que seria derramado somente sobre os
espíritas, mesmo porque estes nem existiam. Na verdade, muda-se o nome mas, sabemos que
são os mensageiros ou trabalhadores de Deus. Então, Santo ou Espírito Santo é um atributo
dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra (quando encarnado), à
execução do próprio dever.

Corinto era uma cidade comercial, com mais de 500.000 habitantes, na maioria escravos. Nesse
porto marítimo se acotovelava gente de todas as raças e religiões à procura de vida fácil e
luxuosa, criando ambiente de imoralidade e ganância. Por isso, Paulo disse aos Coríntios (6:
19:20): “quem se entrega à imoralidade peca contra o seu próprio corpo. Ou vocês não

sabem que o seu corpo é templo do Espírito Santo, que está em vocês e lhes foi dado por
Deus?” Paulo pedia para que aquele povo cuidasse do corpo físico, deixando claro que nele
habita um Espírito Santo, ou seja, todo Espírito é Santo, mesmo os que se encontram na
imoralidade. Ele é santo, porque foi criado por Deus para que dele façamos bom uso. E quando
fora do corpo (desencarnado), são eles que estão por aí dando comunicações sobre todos os
pontos da Terra, utilizando para isso, os intermediários, ou seja, os médiuns de todas as religiões
e fora delas também. Estes médiuns também são chamados de “profetas”. Pensemos: “Se fosse
errado a comunicação com os espíritos, por que Deus derramaria de Seu Espírito por toda a
carne?” Afinal, encontramos os profetas da Bíblia conversando com espíritos, até Jesus
conversou com os mortos Moisés e Elias.

QUEM É O ESPÍRITO SANTO?

João mergulhava as criaturas nas águas do Jordão, num ato simbólico de batismo, para anunciar
a vinda do Cristo e convidar o povo a se arrepender dos seus pecados e, se propor a uma
renovação moral. João dizia: “Eu na verdade, vos batizo com água para vos trazer à
penitência; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não
sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo". Então, um dia, ao
se deparar com Jesus, não queria batiza-Lo, por acha-Lo bom, virtuoso e melhor que ele
próprio, portanto, não tinha do que se arrepender . Mas Jesus disse que seria melhor cumprir as
previsões feitas sobre o Messias. Tais previsões diziam que João reconheceria o Messias quando
visse descer sobre Ele um Espírito, e que este ficaria sobre o mesmo. João então, mergulhou
Jesus, e quando este saiu das águas e se pôs em oração, o céu se abriu e João viu o Espírito de
Deus descendo como pomba e vindo sobre Jesus. Neste momento uma voz dos céus dizia: "Este
é o meu filho amado, em quem me comprazo".

Assim, o batismo do Espírito Santo nada mais é que a sintonia com os benfeitores do plano
invisível, através de manifestações mediúnicas ostensivas ou sutis. Os discípulos, receberam um
magnífico Batismo do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, quando os Espíritos do Senhor se
manifestaram através deles, em diversos idiomas, aos habitantes e visitantes de Jerusalém (Atos,
cap.2).

Pentecostes é palavra que escolheram para exprimir tão notável acontecimento. Deriva do grego
Pentekosté e significa “qüinquagésimo”, ou seja 50 dias. A festa judaica de Pentecostes era
celebrada para relembrar o dia em que Moisés recebeu as Tábuas da Lei, os mandamentos do
Sinai. A recepção do Decálogo efetuou-se justamente 50 dias depois dos israelitas comerem o
Cordeiro Pascal, já libertados da escravidão do Egito. A festa cristã de Pentecostes é celebrada
cinqüenta dias depois da ressurreição de Jesus Cristo. Portanto, os judeus festejam a sua
libertação do jugo do Faraó e dos egípcios; e os cristãos festejam a sua libertação do jugo das
trevas da morte pelas aparições de Jesus Cristo e o concurso de seus prepostos do mundo
espiritual. Foi naquela confusão, que o apóstolo Pedro lembrou a profecia de Joel, e disse:
“Estes homens não estão embriagados, mas é o que foi dito por Joel: Que o Senhor, nos
últimos tempos, derramaria do Seu Espírito sobre toda a carne; que seus filhos e suas
filhas profetizariam, os jovens teriam visões (como ocorreu com Maria), e os velhos sonhos
(como ocorreu com José). E naqueles dias, Ele derramaria de Seu Espírito sobre Seus
servos e sobre Suas servas, e eles profetizariam.” (Atos, 2:17 e 18). Este Espírito, que Joel
disse que seria derramado sobre toda a carne, uns chamam de Anjo ou Santo, outros chamam de
Espírito de luz, outros de Espírito Santo. E ele não disse que seria derramado somente sobre os
espíritas, mesmo porque estes nem existiam. Na verdade, muda-se o nome mas, sabemos que
são os mensageiros ou trabalhadores de Deus. Então, Santo ou Espírito Santo é um atributo
dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra (quando encarnado), à
execução do próprio dever.

Corinto era uma cidade comercial, com mais de 500.000 habitantes, na maioria escravos. Nesse
porto marítimo se acotovelava gente de todas as raças e religiões à procura de vida fácil e
luxuosa, criando ambiente de imoralidade e ganância. Por isso, Paulo disse aos Coríntios (6:
19:20): “quem se entrega à imoralidade peca contra o seu próprio corpo. Ou vocês não 

sabem que o seu corpo é templo do Espírito Santo, que está em vocês e lhes foi dado por
Deus?” Paulo pedia para que aquele povo cuidasse do corpo físico, deixando claro que nele
habita um Espírito Santo, ou seja, todo Espírito é Santo, mesmo os que se encontram na
imoralidade. Ele é santo, porque foi criado por Deus para que dele façamos bom uso. E quando
fora do corpo (desencarnado), são eles que estão por aí dando comunicações sobre todos os
pontos da Terra, utilizando para isso, os intermediários, ou seja, os médiuns de todas as religiões
e fora delas também. Estes médiuns também são chamados de "profetas". Pensemos: "Se fosse
errado a comunicação com os espíritos, por que Deus derramaria de Seu Espírito por toda a
carne?" Afinal, encontramos os profetas da Bíblia conversando com espíritos, até Jesus
conversou com os mortos Moisés e Elias.


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ORAI E VIGIAI

ORAI E VIGIAI

” Orai e vigiai , dizia nas suas pregações o Mestre JESUS ; orar , pedir pela sua incapacidade, pela sua condição, pela sua necessidade ; orai, pedindo ao seu Criador que lhe ajude , que lhe dê forças, que lhe dê sabedoria para enfrentar os múltiplos problemas , principalmente , os que mais lhe testam , na sua capacidade de perdoar, de compreender e de Amar.
Orai ao seu Criador ; que lhe proteja de todo mal , da discórdia , da inveja, do ciúme , da ganância , que lhe ajude na dolorosa caminhada que terá que passar, por assumir a responsabilidade do uso de uma massa corpórea , que lhe ajude a manter a saúde , o seu bem maior, o discernimento , que lhe ajude a ser justo , a ser humilde, a ser honesto , em todas as dores que passará , enquanto habitar um planeta tão pesado .
Orai , pedindo ao seu Anjo da Guarda proteção, que lhe dê sabedoria, para que tome as decisões certas , mesmo que desagrade, decisões justas ; orai aos seus elementares para que iluminem o seu caminho, para que possa visualizar a melhor solução , mesmo que esta pareça não existir, a melhor solução para si e para o seu próximo.
Orai à mãe natureza que , também , lhe dê saúde, que lhe ajude a manter sua saúde , o seu bem mais precioso ; se desviando de comportamento agressivo, controlando a alimentação controlando pensamentos , atitudes e palavras ; a saúde depende , principalmente , do comportamento perante as leis da natureza . O planeta Terra tem suas leis, específicas para o tipo de matéria que nela existe ; mas não só a saúde física , a saúde mental é a mais importante , saúde mental que se consegue através do equilíbrio do comportamento, através do controle das emoções , através , principalmente , do controle das reações .
Orai, pedindo pelo seu planeta, pela paz , pelos que sofrem doenças físicas e mentais, orai para que a humanidade consiga suplantar o pesado fardo, conquistando , através dele , a Liberdade; tão importante a Liberdade ; controlando os sentimentos negativos; orai, principalmente , pelo seu próximo , pelos animais , pelas águas , pelos vegetais, orai por esse lindo planeta .
Vigiai , vigiai das tentações , vigiai dos maus exemplos , vigiai seus pensamentos , vigiai suas palavras , vigiai atento , sempre atento ; libertando -se das emoções negativas, libertando – se do ódio , da vingança , abrindo seu coração para a adversidade , para o amor , para a justiça , vigiando suas palavras, seus pensamentos , suas atitudes .
Orai e vigiai sintetiza uma maneira de viver, que sempre será uma escolha , por causa do seu Livre Arbítrio ; mas nenhum Ser poderá fugir das Leis Supremas , a Lei da Causa e Efeito e a Lei do Mérito, que são Leis destinadas a guiar os Seres que habitam esse infinito Universo .
Outros Mestres, outros Espíritos de Luz encarnaram e ainda vão encarnar ; para , com seus exemplos , guiar a Humanidade , ajudar a Humanidade a suportar o peso do Carma, a suplantar os erros , principalmente as atitudes cruéis, que geram esse Carma ; daí necessitando que , através do sofrimento , seja limpa a Áurea , maculada por esses atos .
Orai e vigiai , esse sábio ensinamento , sintetiza o caminho da busca da Luz , que é a meta de todos os Seres desse maravilhoso Universo , o caminho da evolução , à busca da Morada do PAI ETERNO . ” ARCANJO GABRIEL