Casa do Cinza

"O amor não cogita de recompensa. É um sentimento que se basta." Dr. Odilon Fernandes


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MEDIUNIDADE EM ESTUDO – Odilon Fernandes/ C. Baccelli cap 7

MÉDIUNS MECÂNICOS

“…  para  uma comunicação  inteligente  ele  (o  espírito) necessita  de  um intermediário  inteligente,  e  que este intermediário  é  o  espírito do médium.”  (Cap.  XIX  Papel  do  médium  nas  comunicações espíritas)

A participação  do  médium  é  sempre indispensável,  mesmo  nas  comunicações  de efeitos  físicos. Por  ele  somente,  o  espírito  não  consegue  varar  a  barreira  das  dimensões  diferentes e se  fazer  sentir  no  Mundo  Físico. Os  chamados  médiuns  mecânicos, ou  inconscientes,  igualmente  participam intelectualmente  do  fenômeno  – conforme dissemos,  não  são  absolutamente  nulos.
Consciência  e  inconsciência  mediúnicas  são  apenas  uma  questão  de  menor  ou maior  profundidade  do  transe. Os  espíritos  esclarecidos  preferem trabalhar  com  médiuns  conscientes,  porquanto,  em  semelhante  fenômeno,  dividindo responsabilidades  com  o  medianeiro,  o  seu dispêndio  de  energia  mental  não  é  tão  desgastante. A  ausência  de  memória  do  que  se passa  no  momento  do  transe  não  significa estado  de  inconsciência  mediúnica. Os  Espíritos  da  Codificação,  discorrendo  sobre  a  participação  intelectual  do médium,  mesmo  nos  fenômenos  de  efeitos físicos,  foram  claros:  “…  o  espírito  pode  dar  ao corpo  inerte  uma  vida  fictícia  momentânea, mas  não  inteligente;  jamais  um  corpo  inerte foi  inteligente.  É  então  o  espírito  do  médium que  recebe  o  pensamento  sem  o  saber  e  o transmite  pouco  a  pouco,  com  o  auxílio  dos diversos  intermediários.” O  que  está  escrito  acima  nos  leva  a deduzir:  quando,  no  fenômeno  de  efeitos físicos,  há  uma  mensagem  inteligente,  o médium  está  cedendo  para  a  sua  produção muito  mais  que  ectoplasma… A  inconsciência  mediúnica  é  apenas teórica. Nos  fenômenos  de  tiptologia,  estudados  por  Kardec,  as  pancadas  não  eram desferidas  a  esmo,  sem  uma  coordenação inteligente. “Sem  o  saber”,  além  de  ectoplasma, do  médium  emanava  uma  força  intelectual de  que  o  espírito  comunicante  se  apropriava, para,  por  meio  dela,  manipular  o  elemento ectoplásmico. Podemos  dizer,  pois,  que  o  médium de  efeitos  físicos  nunca  é  apenas  e  tãosomente  médium  de  efeitos  físicos.  É através  de  sua  vontade,  mais  ou  menos acentuada  e  lúcida,  que  os  espíritos utilizam  as  energias  que  impressionam  a matéria. Em “O Livro dos Médiuns”, abordando o  tema  que  estudamos,  os  Espíritos  escreveram:  “Vocês  não  se  dão  bem  conta  do  papel que  desempenha  o  médium;  há  nisso  uma  lei que  vocês  ainda  não  apanharam”…
Talvez  valha  lembrar  que,  através  dos médiuns  de  efeitos  físicos  não-evangelizados ou  não  conscientes  de  sua  responsabilidade, os  espíritos  inferiores  promovem  fenômenos que  chegam  até  a  ser  agressivos.  É  que o  ectoplasma,  como  a  força  muscular,  é uma  energia  neutra,  que  também  pode  ser canalizada  para  o  bem  quanto  para  o  mal. Concluímos,  portanto,  que  o  médium sempre  é  responsável  pela  natureza  dos fenômenos  que  os  espíritos  produzem  por seu  intermédio. Um espírito  de  ordem  inferior jamais se  materializa  pelo  ectoplasma  de  um médium  espiritualizado  – se,  porventura, o  fizesse,  ele,  sob  o  controle  do  médium, permaneceria  sem  ação! As  meninas  Baudin  (Julie  e  Caroline), de  12  e  14  anos,  respectivamente,  além  de excelentes  médiuns  de  efeitos  físicos,  traziam em  seu  subconsciente  recursos  intelectuais de  que  os  Espíritos  da  Codificação  extraíram preciosas  informações,  para  grafar  os Princípios  da  Doutrina  Espírita.
Enquanto  Kardec  não  surgiu  em cena,  com  o  seu  gênio  extraordinário,  o fenômeno  das  mesas  girantes,  embora  tenha sido  o  berço  do  Espiritismo,  não  passava  de manifestações  levianas. Do  ponto  de  vista  intelectual  e  moral, não  existe  neutralidade  mediúnica  absoluta.


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Mensagem para começar o dia

A felicidade é uma conquista. O melhor caminho é optar pelo exercício de otimismo. Não desanime e prossiga. Agir com educação, respeito e confiança pode mudar tudo.  Qualquer adversidade é atenuada pela boa abordagem. Comece agora. Sorria e acredita. Jesus está no comando.

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Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” *

“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

 

            A compreensão desta passagem implica no estudo e conhecimento prévio do Salmo 22. Neste Salmo, vemos o médium (Davi), descrevendo com suas palavras e sentimentos a visão profética do evento da Crucificação, algumas dezenas de séculos antes da ocorrência do mesmo.

            No Salmo 22, v 1 são estas as expressões do Salmista: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?, por que te alongas das palavras do meu bramido, e não me auxilias.”. v 16 “….traspassaram-me as mãos e os pés.”. v 18 “Repartem entre si os meus vestidos, e lançam sortes sobre a minha túnica.” Aqui estão registradas as impressões do médium diante de sua visão: o Filho de Deus enviado ao mundo para salvar o povo de Deus, sendo morto na cruz. Deus o desamparou e em consequência conseguiram matá-lo. Deus não conseguiu evitar e a expressão foi a decepção de Davi em função daquilo que ele via, um profeta sendo desamparado por Deus: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Palavras de Davi procurando interpretar o sentimento do profeta que estaria sendo crucificado.

             Nos Evangelhos de Mateus 27,v 46 e Marcos 15, v 4 temos o registro da expressão “Meu Deus, Meu Deus, por que me desamparaste?”. Nos Evangelhos de Lucas 23, v 46 e S.João 19,v 30 não há o registro desta expressão. Nos quatro evangelhos, Mateus 27, v 35; Marcos 15, v 24; Lucas 23, v 34 e S.João 19, v 24 são registradas as cenas referentes à disputa da túnica pelos soldados romanos, confirmando a visão profética do médium Davi.

             Jesus já em outras ocasiões evocara a Escritura pois se utiliza dos valores e referências judaicas; a Lei, a Escritura, O Tanach. Em João 10, v 33 a 36 “Os Judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia porque sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo. Respondeu-lhes Jesus: Não esta escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses?. Pois se a lei chamou deuses aqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a Escritura não pode ser anulada). Aquele a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas porque disse: Sou Filho de Deus?,” referindo-se ao Salmo 82,v 6. 

             Portanto, Jesus recitou o Salmo 22 que profetizou, descreveu o término da sua Missão; na visão do médium Davi que interpretou a cena que assistia e como estaria se sentindo Jesus que na sua avaliação estaria sendo abandonado por Deus; como outras partes da Escritura haviam previsto seu nascimento e várias passagens da sua Missão.

             Não poderíamos deixar de lembrar ao final deste artigo segundo o Espiritismo, as palavras de Kardec na introdução da Gênese: “Generalidade e concordância no ensino, esse o caráter essencial da doutrina, a condição mesma da sua existência, donde resulta que todo o princípio que ainda não haja recebido a consagração do controle da generalidade não pode ser considerado parte integrante dessa mesma doutrina. Será uma simples opinião isolada, da qual não pode o Espiritismo assumir a responsabilidade.”

             Posto isto, enfatizamos; esta é a nossa visão do assunto, existem outras. Nenhuma delas representa ainda a visão do Espiritismo sobre o assunto, porque falta a consagração do controle da generalidade. Nossa colaboração visa unicamente, tentar cooperar para que algum dia haja esta consagração sobre este tema.

 

Luiz Pessoa Guimarães

 

Bibliografia: A Bíblia Sagrada

Tradução de João Ferreira de Almeida

Imprensa Bíblica Brasileira.

1962 – 14ª Impressão.

Autor: Luiz Pessoa Guimarães

Fonte: Luiz Pessoa Guimarães


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MEDIUNIDADE EM ESTUDO – Odilon Fernandes/ C. Baccelli cap 6

SINTONIA E AFINIDADE
“…  procuram  (os  espíritos)  o intérprete  que  melhor simpatiza  com  eles e  que  mais  exatamente  traduz seus  pensamentos.  Se  não  houver  entre  eles  simpatia, o  espírito do  médium  é  um  antagonista  que traz  uma certa  resistência e  torna-se um intérprete  de  pouco valor  e  frequentemente  infiel.” (Cap. XIX  – Papel  do médium  nas comunicações espíritas)

Quanto  maior  a  afinidade  entre  o médium  e o  espírito,  maior  o  entrosamento psíquico  que  entre  os  dois  se  estabelece. Em  mediunidade,  sintonia  a  afinidade  não  se  improvisam. O  médium,  para  ganhar  a  simpatia dos  Bons  Espíritos,  carece  de  provar  a  eles a  sua  sinceridade  de  propósitos. Os  espíritos,  de  maneira  geral,  aproximam-se  aleatoriamente  dos  encarnados,  mas os  espíritos  sérios  procuram  estreitar  laços com aqueles  que  estejam  imbuídos  dos  mesmos sentimentos  e  intenções. Quase  sempre,  a  simpatia  entre  médium e  espírito,  com  finalidade  de  trabalho  construtivo  no  bem,  é  anterior  à  encarnação  atual. A familiaridade  entre  médium  e  espírito é  de  suma  importância  para  que  ambos  possam servir  em regime  de  confiança recíproca. Portanto,  no  transe  mediúnico,  a combinação  fluídica  e  a  homogeneidade  das vibrações  que  ocorrem  é  consequência  de causas  mais  profundas  a  envolver  os  seus protagonistas. A  conexão  mediúnica  não  acontece instantaneamente  e  nem  pode  estar  sujeita a  constantes  interrupções. Podemos  dizer  que,  entre  médium  e espírito  com tarefa  a ser  desenvolvida,  o  contato é  permanente,  sem  que,  necessariamente,  o médium  careça  de  estar  em  transe. Aliás,  o  transe  mediúnico  mais  profundo  é o  que  acontece  com  características de  maior  naturalidade  possível,  sem  extravagância.
Nos  quadros  obsessivos,  por  consentimento  indireto,  tem-se  a  sujeição  de  uma mente  à  outra.  Na  mediunidade  evangelizada, o  que  se  tem  é  uma  anuência  bilateral,  sem imposição  de  qualquer  espécie. Na  obsessão,  a  insanidade.  Na mediunidade,  a  lucidez. Na  obsessão,  muitas  vezes,  o  ódio. Na mediunidade,  o  amor  sempre. Quando  um  médium  não  corresponde à  expectativa  do  espírito,  por  mais  que  este lhe  tenha  afeição,  procura  outro. Nesse  sentido,  é  bom  lembrar  que  o médium  possui  igual  direito:  se  o  espírito o  contraria  em  algum  aspecto,  o  médium pode  e,  mesmo,  deve  “substituí-lo”. No exercício  cotidiano  da  mediunidade, o  médium,  por  seu  esforço  e  devotamente), aliados  ao  conhecimento  adquirido,  promove uma natural  seleção  dos  espíritos  com  os  quais se  permite  entrar  em  comunicação. O  espírito  mistificador  não  encontra campo  de  atuação  no  psiquismo  do  médium comprometido  com  a  Verdade.  Isso  não significa  que  ele  não  possa  ser  assediado sim,  ele  o  poderá  ser,  como  o  Cristo  foi tentado  no  deserto,  mas  não  oferecerá receptividade. A  relação  entre  espírito  e  médium, em  tudo,  é  semelhante  à  relação  existente entre  duas  pessoas  encarnadas:  sem verdadeira  reciprocidade  de  sentimentos,  a amizade  não  se  solidifica. Mesmo  o  médium  que  atua  nas sessões  de  desobsessão,  concedendo  passividade  a  espíritos  que,  por  seu  intermédio, se  manifestam  esporadicamente,  conta  com a  supervisão  de  um  instrutor  desencarnado que  o  auxilia  na  tarefa.  Em  tais  casos,  pode, inclusive,  ocorrer  uma  “dupla  incorporação”, ou  seja:  o  médium  alberga  em  seu  psiquismo  o espírito  comunicante,  sob  o  controle  direto  da entidade  espiritual  que  esteja  a  tutelá-lo.  Este fenômeno,  que  também  poderemos  chamar  de incorporação  assistida  (temos  ainda  a  escrita assistida)  é  mais  frequente  do  que  se  imagina. Na psicografia  de  espíritos  que  redigem  cartas aos  seus  familiares  encarnados,  o  controle, quase  sempre,  é  exercido  por  espíritos  de maior  sintonia  e  afinidade  com  os  médiuns.


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NOTICIAS DO SITE DA CASA DO CINZA – CARTA AOS ASSINANTES, MEMBROS E VISITANTES

Caros irmãos,

O nosso humilde blog nascido com o objetivo de divulgar as atividades da Casa do Cinza, as informações doutrinárias e oferecer material de conhecimento e estudo sobre a doutrina espírita, tem batido recordes de visitação. As estatísticas tem sido muito boas e temos tido visitas inclusive de outros países como EUA, SUÍÇA e CANADÁ. O momento em que vivemos no planeta, nos concita a estudar e buscar transformações definitivas em nosso padrão vibratório e moral para que suportemos todas as adversidades, muitas vezes inéditas que estamos experimentando em todo o orbe. Assim, entendemos que nossa responsabilidade aumenta a cada clique, para fazermos crescer o conteúdo desse site, sob a tutela do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Somos, querendo ou não, os trabalhadores da última hora nesse momento de transição, que coincidente com todas as profecias de características apocalíticas difundido por qualquer credo. Finalizamos essa mensagem agradecendo a todos e fazendo um convite para que divulguem esse blog como ferramenta de estudo e aprendizagem da doutrina Espírita, seja para pesquisa ou para fornecer conteúdo para o Evangelho no Lar .  Reproduzimos abaixo mais um belíssimo texto escrito pelo Dr. Inácio Ferreira através da mediunidade de Carlos Antonio Baccelli, publicado em seu blog (Item “Links Interessantes” do menu – link 8 )nesse último dia 21 de Setembro.

Um Abraço Fraterno.

Casa do Cinza

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REFUGIADOS – TESTE AFERIDOR

 

A grave questão dos refugiados, que, sem dúvida, está a exigir imediata resposta dos países em condições de acolhê-los, nos parece mais, neste início de primeiro século do Terceiro Milênio, um teste aferidor para toda a Humanidade…

Esse êxodo, que muito se assemelha ao que ocorreu num dos orbes de Capela, na Constelação do Cocheiro, dando origem à chamada Raça Adâmica, que se exilou na Terra, quanto ao do povo judeu, na sua fuga do Egito, em busca da Canaã, é um momento evolutivo extremamente delicado para os destinos humanos.

Como será, afinal, que, na decisão de seu futuro, que se apressa a chegar, o Velho Mundo agirá diante da complexidade espiritual do problema que lhe bate às portas?!

Será que a Alemanha, cuja condição cármica, desde, principalmente, os horrores cometidos por ela durante a Segunda Grande Guerra, ainda permanece pendente nos Fóruns Divinos, aproveitará a ensancha para reparar os muitos erros cometidos, ou então, lamentavelmente, os agravará, submetendo os refugiados a trabalho de natureza escrava?!

Será que Inglaterra e França, que, não faz muito, se envolveram numa carnificina que durou um século, haverão de, verdadeiramente, se sensibilizarem diante desse caos social quase sem precedentes na História, ou se limitarão, em palanques brilhantes, a discursos humanitários vazios, disfarçando os preconceitos raciais pelos quais ainda se norteiam?!

Será que, nas vizinhanças da Síria, hoje sob o poder de sanguinário ditador, os países árabes em melhores condições abrirão as suas fronteiras aos irmãos famintos e andrajosos, opondo-se à ameaça que representa para a paz mundial o fanatismo do chamado Estado Islâmico?!

Será que Israel, de tantas tradições religiosas, que serviu de berço para o nosso Senhor e Mestre, logrará superar-se em seu exclusivismo racial, demonstrando o que aprendeu com o Holocausto?!

Será que os Estados Unidos da América do Norte, que costumam fazer ingerências políticas no mundo inteiro, visando, sobretudo, salvaguardar interesses que sempre lhes garantam supremacia de ordem econômica, compreenderão a sua parcela de responsabilidade na morte por afogamento do garoto sírio Aylan Kurdi, tornado símbolo dos milhares que, todos os dias, estão perecendo nas águas frias do Mediterrâneo?!

Será que Rússia e China, com a sua psicologia de aves de rapina do organismo social, continuarão à margem, tão somente à espreita do que lhes sobre do brutal ataque das hienas às vítimas indefesas que estraçalham aos dentes?!

Será que o Brasil corresponderá às expectativas espirituais que se concentram ao seu redor, e, de fato, demonstre que está em condições de vir a ser o Coração do Mundo e a Pátria do Evangelho para além das esperançosas páginas de um livro maravilhoso?!

Enfim, a prova decisiva, a ver se o homem é capaz de superar-se em seu secular egoísmo, fazendo tremular a Bandeira da Fraternidade Universal, está, pelas Leis Divinas, sendo a ele proposta neste momento, antes que a ação de uma dor coletiva o constranja à tomada de atitudes que se recusa a tomar em nome dos mais comezinhos princípios humanitários.

Esquecem-se, quase todos, que, mais cedo ou tarde, na condição de refugiados da carne, haverão de demandarem os mais diferentes sítios nos Planos Espirituais adjacentes, onde, inegavelmente, encontrarão portas abertas ou cerradas conforme eles as mantiveram cerradas ou abertas às necessidades do próximo.

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 21 de setembro de 2015.

Dr. Inácio Ferreira – Espírito

Carlos Baccelli – médium