Estudo, Mensagens enviadas

MELINDRE: FILHO DILETO DO ORGULHO

MELINDRE: FILHO DILETO DO ORGULHO

          “Caríssimos! Existe uma erva daninha que permeia vossas ações e se encontra incrustada dentro dos agrupamentos espíritas: chama-se orgulho. Esta pedra de tropeço é o que tem levado muitos dos bons médiuns a resvalar pelos caminhos do ócio e da desesperança, pois ao se entregar a este sentimento tão pernicioso, logo caem presos dos maus Espíritos e certamente o resultado é a obsessão tenaz, que se instala lentamente.
          Observai a maneira pela qual vos comportais em vossas atividades medianímicas. Sabeis que, no serviço da mediunidade, estais desempenhando um papel de intermediário entre os dois mundos e embora emprestando também vossos sentimentos e saber intelectual, é trabalho do mundo espiritual trazer através de vós as palavras que instruem, consolam, alertam e educam as criaturas.
          Falo para os médiuns, pois é neles que se centra a maior parte das perturbações existentes nos núcleos espíritas. Por deterem o dom do intercâmbio, dado por Deus, sentem-se prontos para desempenhar a tarefa sem a salutar necessidade do estudo. Resistem à disciplina por inspiração de Espíritos atrasados que conduzem seus pensamentos. Na maioria das vezes, ditam as regras das casas espíritas, inspirados por esses mesmos irmãos infelizes, que se comprazem em manter a casa sob o manto do atraso, da fantasia, da hipocrisia e da desordem.
          Irmãos espíritas! Livrai-vos do melindre, praga venenosa que corrói grande parte dos núcleos. O melindre, como sabeis, é filho dileto do orgulho e se bem soubessem, esses que o cultivam, a grande nuvem de perturbação que os envolvem cada vez que sintonizam nessa faixa, bem depressa cuidariam de extirpar esse mal de dentro de si. É o melindre o principal entrave a que os núcleos se organizem de forma a produzir mais e melhor. É o melindre o impedimento para que os homens cresçam, pois ele obstrui o saber na medida que endereça o melindrado ao entendimento de que todos os esforços de organização das casas espíritas são falta de caridade.
          O filho do orgulho não permite que o homem anteveja sua condição de necessitado, sua condição de aprendiz. Jamais um melindrado pode ser um servo do Senhor, pois a condição fundamental para tal posição é a humildade e desta virtude ele é um grande carente. O orgulhoso que se diz servo de Jesus, o faz com o sentimento de falsa humildade, buscando para si o reconhecimento por ser “bom” e “sábio”,  colocando-se antes como mestre. Pode-se bem reconhecê-los pela extrema dificuldade que encontram em adaptar-se às normas que disciplinam a casa espírita. Geralmente estão sob o império da obsessão e não se apercebem disso. Se alguém identifica e tenta auxiliar, o resultado é catastrófico.
          Grande tristeza é constatar a imensa falta que faz o entendimento pleno da doutrina de Jesus dentro dos núcleos espíritas. O Espiritismo veio ao mundo para auxiliar o homem no entendimento das coisas de Deus, esclarecendo pontos obscuros da mensagem divina. Infelizmente, grande parte dos núcleos executam uma doutrina de superficialidade, inócua para o progresso do Espírito imortal e se acham presos de uma mentalidade que mais serve aos propósitos do mundo que aos desígnios de Deus.
          E vós, medianeiros espíritas, meditai acerca das responsabilidades assumidas diante do Alto. Deixai de lado a tola vaidade e o descabido orgulho que mancham vossas ações com atitudes de melindre, que interrompem vosso progresso. O amadurecimento espiritual terá que ser meta a perseguir na senda da vida. Sede, portanto, vigilantes na conduta, pensamento e acima de tudo, no testemunho diário na convivência entre os vossos pares. Saber servir é sabedoria. Que Deus vos abençoe” – Um Espírito Protetor.
Espírito: Um Espírito Protetor
Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec
São Luís, MA
Internet: vanda@elo.com.br

Estudo

MEDIUNIDADE EM ESTUDO – Odilon Fernandes/ C. Baccelli cap 9

MÉDIUM INTUITIVO 11. 
Não  haverá mais  independência  no  médium mecânico  do que no médium  intuitivo? —  Sem  nenhuma  dúvida e  para  certas  comunicações,  um  médium mecânico  é  preferível;  mas quando  se conhecem as faculdades de um médium intuitivo,  isto  se  torna  indiferente,  segundo  as circunstâncias;  quero  dizer  que  há  comunicações que  exigem  menos  precisão.  (Cap.  XIX  – Papel  do médium  nas  comunicações  espíritas)

Não  há  distinção  entre  o  médium consciente  e  o  intuitivo.  Ambos  atuam  com plena  lucidez  de  suas  faculdades. Aliás,  o  que  em  muitos  sensitivos  se classifica  como  fenômeno  de  psicografia, por  vezes,  não  passa  de  clariaudiência. Não  raro,  médiuns  que,  principalmente,  falam  ou  escrevem  sob  o  impulso
dos  espíritos,  apenas  registram  por  telepatia o  que  lhes  é  transmitido. Na  maioria  das  ocasiões,  o  que  o espírito  deseja  transmitir  é  a  ideia  – o  que lhe  importa  é  a  essência  de  seu  pensamento, sendo-lhe  indiferente  a  forma  de  expressão. Nem  sempre,  no  que  se  considera  o exato  momento  do  transe,  o  desencarnado está  a  controlar  as  faculdades  do  medianeiro. Pode  ser  que,  mediunizado  pelas  ideias  com que  o  espírito  lhe  fecundou  anteriormente  o psiquismo,  o  médium  se  ponha  a  trabalhar com  os  recursos  intelectuais  que  lhe  dizem respeito,  com  a  finalidade  de  exteriorizar  o pensamento  do  desencarnado. Acontece,  por  exemplo,  inúmeras  vezes, o  espírito  se  entender  com  o  médium  fora  do corpo,  em  seus  instantes  de  desdobramento pelo  sono  natural.  Ao  despertar,  sob  a  empolgação  do  diálogo  entabulado,  na  primeira oportunidade  de  que  dispõe,  o  médium providencia  registrá-lo  com  a  clareza  possível. Quando  entre  médium  e  espírito há  afinidade  suficiente,  o  transe  chega  a dispensar  a  presença  física  do  espírito  no recinto  em  que  o  fenômeno  se  processa. O  entendimento  intelectual  entre espírito  e  médium  em  sintonia  não  se sujeita  às  questões  de  espaço  e  tempo. O  transe  mediúnico,  que  transcende dimensões,  é  atemporal. Na  obsessão,  mormente  na  que envolve  subjugação  corporal,  a  proximidade entre  vítima  e  algoz  é  evidente. Obsessão é  primitivismo  mediúnico. O  espírito  esclarecido,  para  comunicar-se,  não  precisa  estar  perto.  Na  comunicação  telefônica,  os  que  conversam  entre si  podem  estar,  na  Terra,  a  inimaginável distância  um  do  outro  e  até  fora  da  órbita planetária. Em  alguns  médiuns,  o  estado  de transe  pode,  pois,  ser  quase  permanente,  sem que careçam estar visivelmente mediunizados. No  dia-a-dia,  há  muito  mais  mediunidade  entre  os  homens  do  que  se  supõe – mediunidade  de  desencarnado  para encarnado  e  também  de  encarnado  para encarnado. No  Grande  Futuro,  a  mediunidade será  exercida  com  a  naturalidade  tal,  que todos  se  valem  de  seus  sentidos  físicos predominantes. Por  esse  motivo,  educar  a  mediunidade significa  educar  o  espírito,  fazendo  com  que ele  cresça  em  sensibilidade. Mediunidade  é  algo  que  não  se aprende  apenas  nos  livros:  a  vivência é  fundamental!  E  ninguém  vivência  a mediunidade  fora  do  contexto  em  que  foi colocado  para  servir. Em  suma:  no  que  tange  a  desenvolvimento  mediúnico,  toda  técnica  é  obsoleta. O  melhor  médium  é  aquele  que se  forja  nas  lutas  e  provas  da  Vida, ampliando  a  sua  condição  receptiva  pelo desenvolvimento  de  sua  capacidade  de amar  os  semelhantes.

Orações

OBRIGADO POR TUDO…QUE ME DESTES!

OBRIGADO POR TUDO…QUE ME DESTES!

Senhor, muito obrigado, pelo que me deste, pelo que me dás! 
pelo ar, pelo pão, pela paz! 

Muito obrigado, pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza. 
Olhos que contemplam o céu cor de anil, e se detém na terra verde, 
salpicada de flores em tonalidades mil! 

Pela minha faculdade de ver, pelos cegos eu quero interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão, por eles eu oro e a Ti imploro comiseração, pois eu sei que depois dessa lida, numa outra vida, eles enxergarão! 

Senhor, muito obrigado pelos ouvidos meus, que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo, que desce do morro na praça a cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais. 

Diante de minha capacidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir, pois eu sei, que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir! 

Muito obrigado Senhor, pela minha voz! Mas também pela sua voz, que canta, que ensina que consola. Pela voz que com emoção, profere uma sentida oração! Pela minha capacidade de falar, pelos mudos eu Te quero rogar, pelos que sofrem de afazia, não falam de noite, não cantam de dia. 

Pela minha facilidade de falar, pelos mudos eu te quero rogar, pois eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão! 

Muito obrigado Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas suas mãos. Mãos que aram, que semeiam, que agasalham. Mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos. Mãos de poesias, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias, mãos que numa noite fria, lava louça numa pia. 

Mãos que a beira de uma sepultura, abraça alguém com ternura, num momento de amargura. Mãos que no seio, agasalham o filho de um corpo alheio, sem receio, e os pés que me levam a caminhar, sem reclamar, eu te quero louvar. 

Porque eu vejo na Terra amputados, deformados, aleijados, desgraçados …e eu posso bailar!!… Por eles eu oro, e a ti imploro, porque eu sei que depois dessa expiação, numa outra situação, eles também bailarão. 

Por fim Senhor, muito obrigado pelo meu lar! Mas também pelo seu lar, pois é tão maravilhoso ter um lar… 

Não importa se este lar é uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, um grabato de dor, seja lá o que for! O importante é que dentro dele exista a presença do amor! 

O amor de mãe, de pai, de irmão… De alguém que nos dê a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é tão doloroso viver na solidão! 

Mas se eu a ninguém tiver, nem um teto para me agasalhar, uma cama para eu deitar, um ombro para eu chorar, ou alguém para eu desabafar…, não reclamarei, não lastimarei, nem blasfemarei. 

Porque eu Te tenho a Ti, muito obrigado porque eu nasci, Pelo teu amor, muito obrigado Senhor! 

Orações

Oração frente a uma missão

Senhor,
Tenho mais a agradecer que pedir.
Me deste a missão de construir ao invés de destruir.
Me deste a chance de solucionar ao invés de complicar.
Me deste a força para vencer ao invés de perder.
Como nos ensinou, “peça e obterás”, eu peço agora, com todas as minhas forças, que fortaleça minhas energias  no propósito do bem.
Creio na tua misericórdia e na tua bondade.
Creio na paz e no amor.
Creio em ti, Senhor e no amparo de seus benfeitores.
Rogo tua proteção hoje e sempre.
Em teu nome seguirei meus passos e serei bem sucedido.
Assim seja.

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18 frases de Divaldo Pereira Franco

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18 FRASES DE DIVALDO PEREIRA FRANCO!

por ANA MARIA TEODORO MASSUCI

Rede Amigo Espírita

1. O amor que se faz apaga o mal que se fez.

2. O que temos nós deixamos. O que somos nós levamos.

3. É bom viver, pois cada dia de vida me dá a oportunidade de eu melhorar um pouco mais.

4. O mal que me fazem não me faz mal. O mal que me faz mal é o mal que eu faço porque me torna mal.

5. Utilize as horas com moderação, realizando cada tarefa por sua vez, sem interrupção.

6. Trabalho continuado, rendimento vultuoso.

7. A Dor é quem nos Ensina a Viver.

8. Precavenha-se da agressão do ódio, pelo exercício do amor.

9. Na vida, todos somos semeadores…
Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos.
Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas.
Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal…
Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade, de afeto…

10. Aceite o sofrimento como fenômeno natural da experiência evolutiva.

11. Recolha, em cada dificuldade, a mensagem oculta de advertência para a vida.

12. Estamos engajados na luta da paz contra a ignorância e o nosso dever deve ser o esforço de semear estrelas na grande noite, a fim de que as sombras sejam vencidas.

13. Mente asseada, corpo equilibrado.

14. Quando afligido pelo cansaço de qualquer procedência, mude de atitude mental e sentir-se-á reconfortado.

15. Ajude o companheiro que segue pelo seu caminho. Aproxime-se e ofereça-lhe amizade. Coloque ao alcance dos outros a fonte generosa da sua amizade, oferecendo as águas cantantes da simpatia fraterna. O verdadeiro amor surge na urna da amizade honesta como jóia preciosa da verdadeira afeição. Amizade é luz no caminho – clareie sua estrada.

16. O homem mantém a comunicação com o Pai Celeste pelos invisíveis fios do pensamento.

17. Modifique, sem mais tardança, o conceito negativo a respeito de quem você conheceu num momento infeliz. A opinião má que se renova contribui para a sementeira da fraternidade.

18. Ninguém poderá carregar os fardos de suas dores. Eduque-se com o sofrimento.
Ninguém entenderá os problemas complexos de sua existência. Exercite o silêncio.
Ninguém seguirá com você, indefinidamente. Acostume-se com a solidão.
Ninguém acreditará que suas aflições sejam maiores do que as do vizinho.
Liberte-se delas, com o trabalho da auto-iluminação

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O ESPÍRITA PERANTE O SOFRIMENTO

O ESPÍRITA PERANTE O SOFRIMENTO

A Terra sendo um planeta de provas e expiações, é uma grande escola onde todos nós devemos nos purificar elevando os nossos padrões morais e intelectuais.
Mas é um mundo onde encontramos as dores e sofrimentos físicos! Como teríamos condições de viver num mundo, onde ao mesmo tempo que uns estão bem na opulência, outros vivem seus momentos de misérias e abandono? E mesmo que alguns Países estão progredindo economicamente, ouvimos falar ainda em guerras, corrupções, violências e uma imensa quantidade de crianças que vivem na extrema miséria e fome?
Todos nós reencarnados na Terra devemos encarar a existência material como um curso de provas de toda espécie: físicas e morais que servem para nos direcionar ao nosso progresso espiritual. Nunca devemos confundir essa existência como a nossa verdadeira vida, mas encará-la como oportunidade imprescindível em resgatarmos as nossas dívidas e delas absorvermos grandes lições para as nossas vidas.
Que significam, pois, estes pequenos períodos que chamamos de vida material, diante da vida espiritual que nos aguarda?
O Consolador, o Paráclito, antes prometido pelo Nosso Mestre Jesus, hoje codificado por Allan Kardec, vem nos ensinar os nossos verdadeiros caminhos. Mesmo que eles sejam para nós, momentos de muito sacrifício, devemos sempre estarmos preparados com muita resignação e paciência. Como espíritas, jamais devemos duvidar, que no Reino de Deus não se entra de surpresa, nem se atinge a felicidade senão depois da purificação. Assim é que as comodidades, as alegrias mundanas, os gozos da Terra, não são os caminhos indicados para alcançarmos a felicidade espiritual. Também não se deve duvidar de que, quanto mais próximo se acha da sua felicidade espiritual, mais submetido será a todas as provas terrenas.
Basta recordar a vida dos mártires, dos justos, dos humildes e dos bons, e compará-la com a maneira de viver dos grandes do mundo, dos opulentos, dos potentados, para ver que, enquanto os primeiros têm os olhos voltados para o futuro, os segundos não vêem mais do que as delícias mundanas. Disso nos dá uma excelente prova o Senhor e Mestre, em seus mandamentos e em seus atos:
Bem-aventurados os que sofrem porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
   Estas são as palavras do Senhor. Confiemos nele. Sigamos o seu exemplo. Todos nós espíritas ou não, submetidos as grandes dores, mantenhamo-nos fortes, cheios de calma, de amor ao Pai, de resignação e de submissão à Justiça Divina. E se às vezes a tentação nos envolver, que nos defendamos com a prece, com o amor pelos que sofrem. Não esqueçamos jamais que, por trás da dor suportada com alegria e calma, virá a felicidade na vida eterna.

Muita Paz e Luz a Todos!
   Balbino F. Amaral Filho – 17/10/2015.

Estudo, Mensagens enviadas

Mensagem de Alfred Schultz sobre o futuro do Brasil

Amigos da Casa do Cinza, em meio a tantos problemas dos dias atuais, várias mensagens tem sido divulgadas sobre a transição planetária e o futuro do Brasil. Abaixo segue uma mensagem do espírito Alfred Schutz, psicografada recentemente pelo médium Adriano Correia Lima e publicada em 06/09/2015, com conteúdo interessante para  estudos. O texto começa com intimidades e brincadeiras do espírito para com o médium, mas depois se mostra muito consistente. Transcrevo tal como publicado.

Eis a Psicografia do Mentor para hoje:

“Filhos e Filhas da Terra, o que eu faço com este Médium problemático e racional demais que tenho que trabalhar?rsrs…Enfim, depois de mais de 40 dias de férias forçadas, eis que ele voltou a psicografar as minhas mensagens. Se eu não tivesse tantos laços kármicos com o Adriano, teria abandonado o barco…rsrs…Sério, quem me acompanha aqui sabe que tenho dado avisos sobre a gravidade de situação planetária. Depois que desencarnei, estou trabalhando na área de planejamento reencarnatório na colônia espiritual de Alvorada Nova. Falei aqui, meses atrás, que os europeus iriam pagar pelo imperialismo contra os povos da África, Ásia e Oriente Médio. Essa crise de refugiados é só um começo antes da grande invasão militar organizada, que os deserdados do mundo farão naquele continente. Muitos desses navios de refugiados afundam não por causas naturais, mas por submarinos em missões secretas. A Europa está decrepta do ponto de vista espiritual e caberá a América do Sul oxigenar a sociedade mundial. E vocês que questionam sobre o Brasil, digo que haverá o caos antes de uma nova organização da sociedade. Os espíritos trevosos, nos dois planos de vida, depois de estarem fortes, brigarão entre si e se exterminarão. A atual classe política do Brasil deve ser renovada, pois os seus métodos se assentam na mentira, corrupção e engano. Jovens estão reencarnados para mudar este país. Depois da instabilidade política, o Brasil sairá mais forte e encontrará seu destino, fiquem tranquilos! O número de acidentes automobilísticos, patologias mentais e suicídios crescerão pela ofensiva da espiritualidade inferior, que sabe que estão com seus dias contados. Recomendo aos encarnados muita cautela nas distrações noturnas, onde a bebida ou as drogas criam um campo magnético deletério. Meus amados, levem uma vida mais simples e sem ostentação. Tenham em mente que neste período de transição planetária, precisamos ser cautelosos, prudentes e sóbrios. Saibam que Nosso Senhor e Mestre, Jesus Cristo está no comando da barca terrestre e não há o que temer! Um abraço deste sociólogo do Plano Espiritual.

Alfred Schutz

Breve biografia:

Alfred Schütz (Viena13 de abril de 1899 —Nova Iorque20 de maio de 1959) foi umfilósofo e sociólogo. Nasceu na Áustria e estudou direito em Viena, mas mudou-se para os Estados Unidos em 1939, onde tornou-se membro da New School for Social Research. Schütz dedicou-se àfenomenologia, à metodologia das ciências sociais e às filosofias de Edmund Husserl,William James e outros.

A principal contribuição de Schütz foi desenvolver a filosofia fenomenológica de Husserl como a base de uma filosofia das ciências sociais, particularmente para a teorização formulada por Max Weber.[1]Após a sua ida para os Estados Unidos, em 1939, após a união da Áustria com aAlemanha por Hitler[1] , ele combinou tal aproximação com as teorias de influentes sociólogos norte-americanos, como George Herbert Mead. Embora Schütz nunca tivesse sido aluno de Husserl, ele e seu amigo Felix Kaufmann estudaram a sua obra sistematicamente, procurando uma base para uma “sociologia do entendimento” derivada do trabalho de Max Weber. Seu trabalho resultou no seu primeiro livro Der sinnhafte Aufbau der sozialen Welt, literalmente A construção significativa do mundo social, publicado em inglês comoThe phenomenology of the social world (A fenomenologia do mundo social). Este trabalho chamou a atenção de Husserl, com quem Schütz correspondeu-se e visitou até a morte de Husserl em 1938. Este ofereceu a Schütz a oportunidade de ser seu assistente na Universidade de Freiburg no início da década de 1930, mas Schütz declinou do convite.

Schütz provavelmente foi o único dos grandes sociólogos que preferiu seguir a carreira como advogado em um banco na maior parte de sua vida, dando aulas em parte do tempo na New School for Social Research em Nova Iorque, produzindo trabalhos-chave para o desenvolvimento da sociologia fenomenológica.

Biografias

Wagner, H. R. (1983). Alfred Schutz: An Intellectual Biography. Chicago and London, The University of Chicago Press.Barber, M. (2004). The Participating Citizen: A Biography of Alfred Schutz. New York, State University of New York Press.

Referências

↑ a b Alfred Schütz Stanford Encyclopedia of Philosophy. Visitado em 23 jan 2013.

Últimas Notícias

Aniversário do DR. ODILON

Hoje em reunião pública da Casa do Cinza, foi realizada uma palestra em comemoração ao aniversário de nascimento do fundador da Casa, Dr. Odilon Fernandes (10/10/1907). Se estivesse vivo, estaria com 108 anos.
O palestrante foi amigo e irmão  Cezar Carneiro, Presidente do Centro Espírita Aurélio Agostinho.
Por Márcio Arduini.

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MEDIUNIDADE EM ESTUDO – Odilon Fernandes/ C. Baccelli cap 8

8- PASSIVIDADE RELATIVA

10.  Parece  resultar  destas explicações que  o espírito do  médium nunca  é completamente  passivo? — 

É  passivo  quando  não  mistura  suas  próprias ideias  às  do  espírito estranho;  porém  jamais é  absolutamente  nulo;  seu  concurso é  sempre necessário  como  intermediário,  mesmo  nos  que vocês  chamam de  médiuns mecânicos.  (Cap.  XIX Papel  do  médium  nas  comunicações  espíritas)
Está  claro:  em  mediunidade,  a  passividade  é  sempre  relativa. Mesmo  nos  médiuns  chamados  mecânicos,  ou  inconscientes,  a  sua  participação intelectual  é  inegável. Portanto,  em  hipótese  alguma,  o  médium  poderá  se  eximir  de  responsabilidade, no  que  tange  à  qualidade  do  fenômeno  que, por  seu  intermédio,  se  produz.
É  sua  obrigação  estudar  e  aprimorarse  sempre. Assim  como  o  auxiliar  designado instrumenta  o  cirurgião,  o  médium  é o instrumentador  do  espírito.  Da  experiência de  um  e  da  perícia  de  outro,  dependem  o êxito  da  intervenção. Se,  por  exemplo,  o  médium  sente  que o  espírito  deseja  desenvolver  um  assunto que  não  seja  de  seu  conhecimento  imediato, tem  ele  a  obrigação  de  pesquisar  e  de  se colocar  apto. Espírito  algum  supre  a  ignorância do médium. Se  espíritos  de  músicos  desencarnados se  aproximam  de  determinado  médium, com  o  intuito  de  proclamar  a  realidade da  sobrevivência  por  meio  de  sua  arte,  o médium,  se  nada  conhece  a  respeito  do assunto,  deve  procurar  estudá-lo. O  mesmo  ocorre  no  campo  da poesia,  da  pintura,  enfim,  nos  diversos setores  da  atividade  humana. Os  Espíritos,  respondendo  a  Kardec, admitiram  a  existência  de  passividade  apenas quando  o  médium  não  mistura,  ou  seja,  não deturpa  as  ideias  que  o  espírito  comunicante deseja  transmitir  por  seu  intermédio. Então se deduz:  passividade mediúnica é  identificação  plena,  envolvendo  pensamentos, sentimentos  e  objetivos  – espírito  e  médium devem estar  animados  pela mesma intenção. Em  mediunidade,  igualmente  se aplica  a  lei:  “semelhante  atrai  semelhante”! Existem  médiuns  que,  por  interesses pessoais,  truncam  o  pensamento  dos  espíritos, que,  ao  constatarem o  fato,  logo  os  abandonam. Por  outro  lado,  há  médiuns  que “consertam”  o  pensamento  dos  espíritos  os  espíritos  entram  com  a  ideia  um  tanto obtusa,  e  eles  entram  com  a  sua  forma  mais clara  de  apresentação. O  médium  é  como  se  fosse  um tradutor  de  idiomas.  Determinados  tradutores podem  imprimir  à  palavra  pronunciada  ou escrita  um  sentido  que  não  era  a  intenção  de seu  autor  lhe  conferir. Consoantes  circunstâncias  e  interesses  em  pauta,  uma  simples  imagem  dá  azo  a múltiplas  interpretações. Não  há  um  só  comunicado  de  alémtúmulo  cujo  autor  desencarnado,  se  pudesse, não  faria  este  ou  aquele  reparo. O  próprio  médium,  com  o  passar  do tempo  e  a  aquisição  de  maior  experiência, filtraria  diferente  agora  o  que  filtrou  no passado. É  que  médiuns  e  espíritos  evoluem, modificando,  a  cada  dia,  o  seu  pensamento e  modo  de  expressão. Nenhum  médium,  como  nenhum espírito,  é  infalível. A  mediunidade  na  Terra  funciona sob  as  limitações  pertinentes  aos  seus protagonistas. Medianeiro  Perfeito,  só  Jesus  Cristo o  foi  entre  os  homens! sua  Ia Compreendendo  semelhantes  verdades,  Paulo,  inspiradamente,  grafou,  em  Carta  aos  Coríntios,  capítulo  14, versículo  32:  “Os  espíritos  dos  profetas estão  sujeitos  aos  próprios  profetas”.

Estudo, mãe de Jesus, nossa senhora segundo o espiritismo

Maria e o espiritismo

Texto de estudo publicado pelo grupo de estudos Allan Kardec em 2010. Com comentários da Casa do Cinza.

12/10/2015 – Dia de Nossa Senhora Aparecida

QUEM É MARIA PARA OS ESPÍRITAS?

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Maria ganhou muitos nomes pelos católicos. Por exemplo: Nossa Senhora de Fátima, pela aparição em Fátima (Portugal); Nossa Senhora Aparecida, por ter sido encontrado uma imagem na cidade de Aparecida durante uma pesca; o título de rainha, etc., são nomes e títulos que a Igreja Católica deu a Maria. Para nós espíritas ela foi aqui na Terra, Maria a mãe de Jesus. Hoje, é um espírito que continua a trabalhar na Seara do Senhor, não mais como mãe, mas como irmã de Jesus e de todos nós, já que aprendemos que somos todos filhos de Deus, e aqui na Terra nós não “somos” mães, filhos, netos, etc., nós “estamos” por um breve tempo desempenhando tais papéis. Temos grande admiração e respeito a este espírito que aceitou a missão de receber o maior espírito que o planeta Terra já recebeu: JESUS. E foi ele que pediu que fossemos “mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes”. E nós somos mansos como as pombas e nos esquecemos de ser prudente como a serpente. E tudo que os outros dizem, nós acreditamos. Vejamos que na idade média, a religião tradicional dizia para o povo que o mundo ia acabar. E o povo saía entregando as fazendas, as cabras, as casas, para a religião dominante. Mas, se o mundo ia acabar, porque a religião recebia? E ninguém refletia sobre isto? Mostrando como somos tolos. Temos que pensar no que está sendo apregoado, se faz sentido. E na maioria das vezes, veremos que são coisas ridículas. E os zombeteiros tiram proveito disso, enquanto nós nos conformamos dizemos que isso é das religiões. As pessoas mais atentas dirão: “Tá vendo, o que a religião faz com a cabeça dos outros?” Mas não é a religião, são alguns religiosos encarnados ou desencarnados, ou pseudo religiosos, seria melhor dizer, que se valem do nome da crença, da atitude das pessoas, da imaturidade emocional dos indivíduos, e saem por ai pregando. 
J. Raul Teixeira conta, em uma de suas palestras que certa vez, no seu Estado (R.J.), apareceu um indivíduo com um cobertor nas costas, fazendo profecia e dizendo que aquele cobertor havia sido mandado tecer por Maria de Nazaré para ele. E as pessoas iam lá colocar a mão no tal cobertor e queriam levar um pedacinho. E conclui dizendo: “em pleno século 21, é um vexame. Muita gente sofre enganos, é enganada, é iludida, furtada, roubada, porque não amadureceu emocionalmente, intelectualmente, não aprendeu a raciocinar. E estes quesitos não podem ser imputados à Deus, à Jesus e nem à religião, mas sim, aos grupos sócio-econômico, político-econômico, que adotam os nomes das religiões. Bom senso e água fluidificada, não fazem mal a ninguém. É a ingenuidade que faz com que as pessoas busquem este tipo de coisa. Isso vai gerando a ignorância cada vez maior das pessoas. Quando alguém ouve que apareceu Nossa Senhora na janela, o povo todo marcha para lá. Encontraremos universitários ou não, é uma ignorância generalizada. Usemos o raciocínio e perguntemos: “Será que Nossa Senhora não tem mais o que fazer nos páramos celestiais?” ; “Será que para ajudar a humanidade ela precisa vir aqui em São Paulo, Rio de Janeiro, etc.?”; “Por que Maria não apareceria para os povos africanos, japoneses ou da Etiópia?” Por detrás desta psicologia da credulidade tem sempre alguém tirando vantagem. Nós estamos desacostumados a pensar. Nós estamos acostumados a acreditar. Somos pouco criteriosos. O Espiritismo está nos ajudando a pensar, questionar e não aceitar tudo que nos dizem.” 
(Observação: enquanto o entendimento dos romeiros e dos crédulos das diversas religiões permanece, uma legião de espíritos do bem, praticam o amor e a solidariedade em nome dos santos e das várias denominações de Nossa Senhora, com ações reconhecidas como “graça alcançada” ou “milagres”. Elas são exercidas anonimamente em nome dos santos invocados. Na visão Espírita é mais uma ferramenta da misericórdia divina. Caridade anônima. Casa do Cinza)

O QUE É SANTO NA VISÃO ESPÍRITA? André Luiz responde: “É um atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra, à execução do próprio dever.” Os santos são chamados pela Doutrina Espírita de socorristas, e estes trabalham e não querem outro pagamento a não ser adquirir vontade de serem bons e servos de Jesus. Trabalham por toda parte, nos umbrais, nos postos de socorro e também ajudam os encarnados e muitas vezes, atendem os chamados de fé em nome das diversas entidades conhecidas na Terra (Maria, Jesus, Expedito, etc.). Há grande concentração de socorristas em lugares de romaria onde muitos oram e fazem pedidos. Estes abnegados trabalhadores atendem em nome de Nossa Senhora, dos diversos santos, de Jesus, etc. Os bons acodem sempre. Se os pedidos são mais complexos, são encaminhados a ministérios próprios e analisados pelos que lá trabalham. Para serem atendidos, são levados em conta alguns critérios como: “O que pede é bom para ele?” As vezes, pede-se uma graça que seria um bem no momento, e causa de dor no futuro; pedem fim de sofrimentos, doenças e às vezes não se pode interromper o curso de seu resgate; também é levado em conta, se ao receber a graça, a pessoa melhora se voltando mais ao “Pai”. Se aprovado, vão os socorristas e ajudam a pessoa, não importando a eles para quem foi feito o pedido, embora, há equipes que trabalham atendendo os pedido à Nossa Senhora, santos do lugar, etc . . . Podemos também ser atendidos pelos próprios santos, que nada são que servos de Jesus. 

O ESPÍRITA FAZ PROMESSA? Não. Promessa é costume dos católicos. Nós espíritas não barganhamos com Deus, Maria ou qualquer outro “santo”. Por exemplo, há quem vá a Aparecida do Norte para agradecer a Nossa Senhora (Maria) por um pedido alcançado como se ela estivesse lá. Caminham quilômetros, carregam cruzes, velas, sobem ladeiras de joelhos, etc. Nós espíritas questionamos: “será que ela não ficaria mais contente se fizessem algo por alguém para retribuir o que “ela” fez?” O sacrifício que Maria, Deus, Jesus e os benfeitores espirituais querem de nós é o da alma e não a do corpo físico. É a reforma íntima onde nos despojamos dos sentimentos, atitudes e palavras inferiores. Estes Espíritos de grande evolução que viveram e vivem conosco neste planeta devem ser exemplos para que sigamos seus ensinamentos na prática e não para virarem “santos(as)” para que, depois de sua desencarnação fiquemos pedindo, pedindo e pedindo. Aliás, eles também fazem seus pedidos e nós não lhes damos ouvidos. Perguntemos: “Como estamos tratando nossos familiares, nossos colegas de escola ou trabalho?” “Nós perdoamos ou revidamos as ofensas?” “Respeitamos os mais velhos, os animais, as crianças, o próximo e a nós mesmos?” Enquanto isso, muitos comercializam o nome de Maria e sua falsa imagem, pois ela era simples como o filho, não usaria coroa de ouro e não aceitaria estar vestida com roupa cuja franja é de ouro 14 K, as lantejoulas vieram da Tchecoslovaquia, o veludo é inglês e sua imagem é guardada em uma caixa de ouro. Precisamos lembrar que Jesus repreendeu o comércio no templo religioso. Este é o que o espírita pensa, sem querer impor ou ir contra quem pensa e age de maneira diferente.

OS ESPÍRITAS ACREDITAM EM MILAGRE? As curas realizadas por Jesus, por exemplo, foram consideradas pelo povo como milagres, no sentido que a palavra tinha na época: o de coisa admirável, prodígio. Atualmente, o Espiritismo esclarece que os fenômenos de curas se dão pela ação fluídica, transmissão de energias, intervenção no perispírito, e permite examinar e compreender as curas realizadas por médiuns (espíritas ou não); por pessoas dotadas de excelente magnetismo; ou direto pelos socorristas (santos) desencarnados. Essa explicação não diminui nem invalida as curas admiráveis, feitas por Jesus; pelo contrário, leva-nos a reconhecer que Jesus tinha alto grau de sabedoria e ação, para poder acionar assim as leis divinas e produzir tais fenômenos. Os fatos como milagres nada mais são do que fenômenos; fenômenos que estão dentro das leis naturais; são efeitos cuja causa escapa à razão do homem comum. Podem ocorrer sempre que se conjuguem os fatores necessários para isso. 

E A VIRGINDADE DE MARIA? A virgindade perene de Maria, defendida pelos teólogos medievais, mesmo os mais ilustres como Agostinho e Tomás de Aquino, entranhou-se de tal forma na mente popular que se incorporou ao seu nome. Os fiéis evocam a Virgem Maria. No entanto, a virgindade da mãe de Jesus, que teria sido preservada mesmo depois do parto, contraria os textos evangélicos, onde está registrado que ela teve outros filhos. Em Mateus (13:53-56) diz o povo, em Nazaré, onde Jesus acabara de fazer uma pregação: Não é este o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs, não moram conosco? Então, de onde vem tudo isso? Pretendem os teólogos que os enunciados irmãos de Jesus eram primos ou, então, filhos de um primeiro casamento de José. Mera especulação. Por outro lado, Lucas foi o único evangelista a registrar o episódio da anunciação. Médico grego, discípulo do apóstolo Paulo, não conviveu com Jesus. Escreveu seu Evangelho com base na tradição oral ( transmissão oral de fatos ), décadas mais tarde. Jesus tornara-se uma figura mitológica, e nada melhor para exaltar o homem mito do que situá-lo como filho de uma virgem. Outro motivo ponderável para que se optasse pela virgindade de Maria: o sexo.
O simbolismo sobre o suposto pecado cometido por Adão e Eva resultou na perda do paraíso, como encontra-se no Livro Gênese, do Velho Testamento. Sexo, portanto, era sinônimo de pecado. Os casais eram orientados a buscar a comunhão carnal apenas com o objetivo de procriação. Os teólogos, buscavam fórmulas para que o sexo, que não podiam proibir, sob pena de extinguirem a raça humana, fosse minimizado na vida familiar e exercitado não como parte da comunhão afetiva, mas exclusivamente para a procriação.
O sexo era vedado aos domingos, dias consagrados ao Senhor; no jejum de quarenta dias, antes da Páscoa; vinte dias antes do Natal; dias antes de Pentecostes; três ou mais dias antes de receber a comunhão; durante o período menstrual, semanas entes e depois do parto . . . Quanto menos tempo disponível, menos pecado. Para conter os fiéis apregoava-se que o sexo nos períodos proibidos gera filhos deficientes físicos e mentais e doenças como a lepra e a tuberculose. Vítimas inocentes das supostas artes do original casal, estamos todos maculados pelo seu “pecado”. Todos menos Maria. Por graça de exceção ela teria nascido pura, imaculada. A idéia da “imaculada conceição” gerou um problema para os teólogos. Segundo o dogma do pecado original experimentamos a morte por causa dele. Então, se Maria nasceu sem essa mácula não poderia morrer. Resolveu-se a questão com outro dogma: a assunção de Maria. Ela não morreu. Foi arrebatada aos céus em corpo e espírito! Não há limites para a fantasia quando renunciamos à lógica e ao bom senso.
Kardec situa Maria como a imaculada, não sob o ponto de vista físico, mas espiritualmente. Porque para nós espírita SEXO não é pecaminoso. Pecaminoso é a maneira que alguns utilizam o SEXO. Porque este foi feito para gerar vida, e muitos acham que a vida foi feita para o sexo. Se sexo fosse errado, Deus teria arrumado outro meio para que seus filhos fossem gerados na Terra. Portanto, para nós espíritas, Maria será sempre um grande espírito, tenha ela sido virgem ou não.
(Contudo, há relatos na história de encarnações semelhantes. Há quem cite que Zoroastro, Sócrates ou outros traziam em suas trajetórias míticas essas afirmativas. Há que se considerar, que se na casa do pai existem diversas moradas, poderia a nossa civilização, primitiva, ser tutelada por alguma outra civilização extraterrestre com tecnologias avançadas de fecundação in vitro. Sob essa hipótese, a lenda da virgindade de Maria teria uma explicação. Em tempo, dia, saberemos. Casa do Cinza).

DE QUEM É A FOTO ACIMA? É de Maria, ditada por Emmanuel ao pintor Vicente Avela através da mediunidade de Chico Xavier. Em uma rápida entrevista, Chico frisou que a fisionomia de Maria é tal qual Ela é conhecida quando suas visitas às esferas espirituais mais próximas e perturbadas da crosta terrestre; como a Legião dos Servos de Maria que agem na instituição em amparo aos suicidas que está detalhado no livro Memórias de um suicida.

OBSERVAÇÃO: NÃO SOMOS CONTRA QUEM PENSA E AGE DE MANEIRA CONTRÁRIA, COLOCAMOS AQUI O QUE NÓS ESPÍRITAS PENSAMOS SOBRE MARIA E COMO A RESPEITAMOS.

GRUPO DE ESTUDOS ALLAN KARDEK