Casa do Cinza

"O amor não cogita de recompensa. É um sentimento que se basta." Dr. Odilon Fernandes


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MELINDRE: FILHO DILETO DO ORGULHO

MELINDRE: FILHO DILETO DO ORGULHO

          “Caríssimos! Existe uma erva daninha que permeia vossas ações e se encontra incrustada dentro dos agrupamentos espíritas: chama-se orgulho. Esta pedra de tropeço é o que tem levado muitos dos bons médiuns a resvalar pelos caminhos do ócio e da desesperança, pois ao se entregar a este sentimento tão pernicioso, logo caem presos dos maus Espíritos e certamente o resultado é a obsessão tenaz, que se instala lentamente.
          Observai a maneira pela qual vos comportais em vossas atividades medianímicas. Sabeis que, no serviço da mediunidade, estais desempenhando um papel de intermediário entre os dois mundos e embora emprestando também vossos sentimentos e saber intelectual, é trabalho do mundo espiritual trazer através de vós as palavras que instruem, consolam, alertam e educam as criaturas.
          Falo para os médiuns, pois é neles que se centra a maior parte das perturbações existentes nos núcleos espíritas. Por deterem o dom do intercâmbio, dado por Deus, sentem-se prontos para desempenhar a tarefa sem a salutar necessidade do estudo. Resistem à disciplina por inspiração de Espíritos atrasados que conduzem seus pensamentos. Na maioria das vezes, ditam as regras das casas espíritas, inspirados por esses mesmos irmãos infelizes, que se comprazem em manter a casa sob o manto do atraso, da fantasia, da hipocrisia e da desordem.
          Irmãos espíritas! Livrai-vos do melindre, praga venenosa que corrói grande parte dos núcleos. O melindre, como sabeis, é filho dileto do orgulho e se bem soubessem, esses que o cultivam, a grande nuvem de perturbação que os envolvem cada vez que sintonizam nessa faixa, bem depressa cuidariam de extirpar esse mal de dentro de si. É o melindre o principal entrave a que os núcleos se organizem de forma a produzir mais e melhor. É o melindre o impedimento para que os homens cresçam, pois ele obstrui o saber na medida que endereça o melindrado ao entendimento de que todos os esforços de organização das casas espíritas são falta de caridade.
          O filho do orgulho não permite que o homem anteveja sua condição de necessitado, sua condição de aprendiz. Jamais um melindrado pode ser um servo do Senhor, pois a condição fundamental para tal posição é a humildade e desta virtude ele é um grande carente. O orgulhoso que se diz servo de Jesus, o faz com o sentimento de falsa humildade, buscando para si o reconhecimento por ser “bom” e “sábio”,  colocando-se antes como mestre. Pode-se bem reconhecê-los pela extrema dificuldade que encontram em adaptar-se às normas que disciplinam a casa espírita. Geralmente estão sob o império da obsessão e não se apercebem disso. Se alguém identifica e tenta auxiliar, o resultado é catastrófico.
          Grande tristeza é constatar a imensa falta que faz o entendimento pleno da doutrina de Jesus dentro dos núcleos espíritas. O Espiritismo veio ao mundo para auxiliar o homem no entendimento das coisas de Deus, esclarecendo pontos obscuros da mensagem divina. Infelizmente, grande parte dos núcleos executam uma doutrina de superficialidade, inócua para o progresso do Espírito imortal e se acham presos de uma mentalidade que mais serve aos propósitos do mundo que aos desígnios de Deus.
          E vós, medianeiros espíritas, meditai acerca das responsabilidades assumidas diante do Alto. Deixai de lado a tola vaidade e o descabido orgulho que mancham vossas ações com atitudes de melindre, que interrompem vosso progresso. O amadurecimento espiritual terá que ser meta a perseguir na senda da vida. Sede, portanto, vigilantes na conduta, pensamento e acima de tudo, no testemunho diário na convivência entre os vossos pares. Saber servir é sabedoria. Que Deus vos abençoe” – Um Espírito Protetor.
Espírito: Um Espírito Protetor
Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec
São Luís, MA
Internet: vanda@elo.com.br


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MEDIUNIDADE EM ESTUDO – Odilon Fernandes/ C. Baccelli cap 9

MÉDIUM INTUITIVO 11. 
Não  haverá mais  independência  no  médium mecânico  do que no médium  intuitivo? —  Sem  nenhuma  dúvida e  para  certas  comunicações,  um  médium mecânico  é  preferível;  mas quando  se conhecem as faculdades de um médium intuitivo,  isto  se  torna  indiferente,  segundo  as circunstâncias;  quero  dizer  que  há  comunicações que  exigem  menos  precisão.  (Cap.  XIX  – Papel  do médium  nas  comunicações  espíritas)

Não  há  distinção  entre  o  médium consciente  e  o  intuitivo.  Ambos  atuam  com plena  lucidez  de  suas  faculdades. Aliás,  o  que  em  muitos  sensitivos  se classifica  como  fenômeno  de  psicografia, por  vezes,  não  passa  de  clariaudiência. Não  raro,  médiuns  que,  principalmente,  falam  ou  escrevem  sob  o  impulso
dos  espíritos,  apenas  registram  por  telepatia o  que  lhes  é  transmitido. Na  maioria  das  ocasiões,  o  que  o espírito  deseja  transmitir  é  a  ideia  – o  que lhe  importa  é  a  essência  de  seu  pensamento, sendo-lhe  indiferente  a  forma  de  expressão. Nem  sempre,  no  que  se  considera  o exato  momento  do  transe,  o  desencarnado está  a  controlar  as  faculdades  do  medianeiro. Pode  ser  que,  mediunizado  pelas  ideias  com que  o  espírito  lhe  fecundou  anteriormente  o psiquismo,  o  médium  se  ponha  a  trabalhar com  os  recursos  intelectuais  que  lhe  dizem respeito,  com  a  finalidade  de  exteriorizar  o pensamento  do  desencarnado. Acontece,  por  exemplo,  inúmeras  vezes, o  espírito  se  entender  com  o  médium  fora  do corpo,  em  seus  instantes  de  desdobramento pelo  sono  natural.  Ao  despertar,  sob  a  empolgação  do  diálogo  entabulado,  na  primeira oportunidade  de  que  dispõe,  o  médium providencia  registrá-lo  com  a  clareza  possível. Quando  entre  médium  e  espírito há  afinidade  suficiente,  o  transe  chega  a dispensar  a  presença  física  do  espírito  no recinto  em  que  o  fenômeno  se  processa. O  entendimento  intelectual  entre espírito  e  médium  em  sintonia  não  se sujeita  às  questões  de  espaço  e  tempo. O  transe  mediúnico,  que  transcende dimensões,  é  atemporal. Na  obsessão,  mormente  na  que envolve  subjugação  corporal,  a  proximidade entre  vítima  e  algoz  é  evidente. Obsessão é  primitivismo  mediúnico. O  espírito  esclarecido,  para  comunicar-se,  não  precisa  estar  perto.  Na  comunicação  telefônica,  os  que  conversam  entre si  podem  estar,  na  Terra,  a  inimaginável distância  um  do  outro  e  até  fora  da  órbita planetária. Em  alguns  médiuns,  o  estado  de transe  pode,  pois,  ser  quase  permanente,  sem que careçam estar visivelmente mediunizados. No  dia-a-dia,  há  muito  mais  mediunidade  entre  os  homens  do  que  se  supõe – mediunidade  de  desencarnado  para encarnado  e  também  de  encarnado  para encarnado. No  Grande  Futuro,  a  mediunidade será  exercida  com  a  naturalidade  tal,  que todos  se  valem  de  seus  sentidos  físicos predominantes. Por  esse  motivo,  educar  a  mediunidade significa  educar  o  espírito,  fazendo  com  que ele  cresça  em  sensibilidade. Mediunidade  é  algo  que  não  se aprende  apenas  nos  livros:  a  vivência é  fundamental!  E  ninguém  vivência  a mediunidade  fora  do  contexto  em  que  foi colocado  para  servir. Em  suma:  no  que  tange  a  desenvolvimento  mediúnico,  toda  técnica  é  obsoleta. O  melhor  médium  é  aquele  que se  forja  nas  lutas  e  provas  da  Vida, ampliando  a  sua  condição  receptiva  pelo desenvolvimento  de  sua  capacidade  de amar  os  semelhantes.


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OBRIGADO POR TUDO…QUE ME DESTES!

OBRIGADO POR TUDO…QUE ME DESTES!

Senhor, muito obrigado, pelo que me deste, pelo que me dás! 
pelo ar, pelo pão, pela paz! 

Muito obrigado, pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza. 
Olhos que contemplam o céu cor de anil, e se detém na terra verde, 
salpicada de flores em tonalidades mil! 

Pela minha faculdade de ver, pelos cegos eu quero interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão, por eles eu oro e a Ti imploro comiseração, pois eu sei que depois dessa lida, numa outra vida, eles enxergarão! 

Senhor, muito obrigado pelos ouvidos meus, que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo, que desce do morro na praça a cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais. 

Diante de minha capacidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir, pois eu sei, que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir! 

Muito obrigado Senhor, pela minha voz! Mas também pela sua voz, que canta, que ensina que consola. Pela voz que com emoção, profere uma sentida oração! Pela minha capacidade de falar, pelos mudos eu Te quero rogar, pelos que sofrem de afazia, não falam de noite, não cantam de dia. 

Pela minha facilidade de falar, pelos mudos eu te quero rogar, pois eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão! 

Muito obrigado Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas suas mãos. Mãos que aram, que semeiam, que agasalham. Mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos. Mãos de poesias, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias, mãos que numa noite fria, lava louça numa pia. 

Mãos que a beira de uma sepultura, abraça alguém com ternura, num momento de amargura. Mãos que no seio, agasalham o filho de um corpo alheio, sem receio, e os pés que me levam a caminhar, sem reclamar, eu te quero louvar. 

Porque eu vejo na Terra amputados, deformados, aleijados, desgraçados …e eu posso bailar!!… Por eles eu oro, e a ti imploro, porque eu sei que depois dessa expiação, numa outra situação, eles também bailarão. 

Por fim Senhor, muito obrigado pelo meu lar! Mas também pelo seu lar, pois é tão maravilhoso ter um lar… 

Não importa se este lar é uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, um grabato de dor, seja lá o que for! O importante é que dentro dele exista a presença do amor! 

O amor de mãe, de pai, de irmão… De alguém que nos dê a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é tão doloroso viver na solidão! 

Mas se eu a ninguém tiver, nem um teto para me agasalhar, uma cama para eu deitar, um ombro para eu chorar, ou alguém para eu desabafar…, não reclamarei, não lastimarei, nem blasfemarei. 

Porque eu Te tenho a Ti, muito obrigado porque eu nasci, Pelo teu amor, muito obrigado Senhor! 


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Oração frente a uma missão

Senhor,
Tenho mais a agradecer que pedir.
Me deste a missão de construir ao invés de destruir.
Me deste a chance de solucionar ao invés de complicar.
Me deste a força para vencer ao invés de perder.
Como nos ensinou, “peça e obterás”, eu peço agora, com todas as minhas forças, que fortaleça minhas energias  no propósito do bem.
Creio na tua misericórdia e na tua bondade.
Creio na paz e no amor.
Creio em ti, Senhor e no amparo de seus benfeitores.
Rogo tua proteção hoje e sempre.
Em teu nome seguirei meus passos e serei bem sucedido.
Assim seja.


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18 frases de Divaldo Pereira Franco

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18 FRASES DE DIVALDO PEREIRA FRANCO!

por ANA MARIA TEODORO MASSUCI

Rede Amigo Espírita

1. O amor que se faz apaga o mal que se fez.

2. O que temos nós deixamos. O que somos nós levamos.

3. É bom viver, pois cada dia de vida me dá a oportunidade de eu melhorar um pouco mais.

4. O mal que me fazem não me faz mal. O mal que me faz mal é o mal que eu faço porque me torna mal.

5. Utilize as horas com moderação, realizando cada tarefa por sua vez, sem interrupção.

6. Trabalho continuado, rendimento vultuoso.

7. A Dor é quem nos Ensina a Viver.

8. Precavenha-se da agressão do ódio, pelo exercício do amor.

9. Na vida, todos somos semeadores…
Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos.
Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas.
Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal…
Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade, de afeto…

10. Aceite o sofrimento como fenômeno natural da experiência evolutiva.

11. Recolha, em cada dificuldade, a mensagem oculta de advertência para a vida.

12. Estamos engajados na luta da paz contra a ignorância e o nosso dever deve ser o esforço de semear estrelas na grande noite, a fim de que as sombras sejam vencidas.

13. Mente asseada, corpo equilibrado.

14. Quando afligido pelo cansaço de qualquer procedência, mude de atitude mental e sentir-se-á reconfortado.

15. Ajude o companheiro que segue pelo seu caminho. Aproxime-se e ofereça-lhe amizade. Coloque ao alcance dos outros a fonte generosa da sua amizade, oferecendo as águas cantantes da simpatia fraterna. O verdadeiro amor surge na urna da amizade honesta como jóia preciosa da verdadeira afeição. Amizade é luz no caminho – clareie sua estrada.

16. O homem mantém a comunicação com o Pai Celeste pelos invisíveis fios do pensamento.

17. Modifique, sem mais tardança, o conceito negativo a respeito de quem você conheceu num momento infeliz. A opinião má que se renova contribui para a sementeira da fraternidade.

18. Ninguém poderá carregar os fardos de suas dores. Eduque-se com o sofrimento.
Ninguém entenderá os problemas complexos de sua existência. Exercite o silêncio.
Ninguém seguirá com você, indefinidamente. Acostume-se com a solidão.
Ninguém acreditará que suas aflições sejam maiores do que as do vizinho.
Liberte-se delas, com o trabalho da auto-iluminação


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O ESPÍRITA PERANTE O SOFRIMENTO

O ESPÍRITA PERANTE O SOFRIMENTO

A Terra sendo um planeta de provas e expiações, é uma grande escola onde todos nós devemos nos purificar elevando os nossos padrões morais e intelectuais.
Mas é um mundo onde encontramos as dores e sofrimentos físicos! Como teríamos condições de viver num mundo, onde ao mesmo tempo que uns estão bem na opulência, outros vivem seus momentos de misérias e abandono? E mesmo que alguns Países estão progredindo economicamente, ouvimos falar ainda em guerras, corrupções, violências e uma imensa quantidade de crianças que vivem na extrema miséria e fome?
Todos nós reencarnados na Terra devemos encarar a existência material como um curso de provas de toda espécie: físicas e morais que servem para nos direcionar ao nosso progresso espiritual. Nunca devemos confundir essa existência como a nossa verdadeira vida, mas encará-la como oportunidade imprescindível em resgatarmos as nossas dívidas e delas absorvermos grandes lições para as nossas vidas.
Que significam, pois, estes pequenos períodos que chamamos de vida material, diante da vida espiritual que nos aguarda?
O Consolador, o Paráclito, antes prometido pelo Nosso Mestre Jesus, hoje codificado por Allan Kardec, vem nos ensinar os nossos verdadeiros caminhos. Mesmo que eles sejam para nós, momentos de muito sacrifício, devemos sempre estarmos preparados com muita resignação e paciência. Como espíritas, jamais devemos duvidar, que no Reino de Deus não se entra de surpresa, nem se atinge a felicidade senão depois da purificação. Assim é que as comodidades, as alegrias mundanas, os gozos da Terra, não são os caminhos indicados para alcançarmos a felicidade espiritual. Também não se deve duvidar de que, quanto mais próximo se acha da sua felicidade espiritual, mais submetido será a todas as provas terrenas.
Basta recordar a vida dos mártires, dos justos, dos humildes e dos bons, e compará-la com a maneira de viver dos grandes do mundo, dos opulentos, dos potentados, para ver que, enquanto os primeiros têm os olhos voltados para o futuro, os segundos não vêem mais do que as delícias mundanas. Disso nos dá uma excelente prova o Senhor e Mestre, em seus mandamentos e em seus atos:
Bem-aventurados os que sofrem porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
   Estas são as palavras do Senhor. Confiemos nele. Sigamos o seu exemplo. Todos nós espíritas ou não, submetidos as grandes dores, mantenhamo-nos fortes, cheios de calma, de amor ao Pai, de resignação e de submissão à Justiça Divina. E se às vezes a tentação nos envolver, que nos defendamos com a prece, com o amor pelos que sofrem. Não esqueçamos jamais que, por trás da dor suportada com alegria e calma, virá a felicidade na vida eterna.

Muita Paz e Luz a Todos!
   Balbino F. Amaral Filho – 17/10/2015.


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Mensagem de Alfred Schultz sobre o futuro do Brasil

Amigos da Casa do Cinza, em meio a tantos problemas dos dias atuais, várias mensagens tem sido divulgadas sobre a transição planetária e o futuro do Brasil. Abaixo segue uma mensagem do espírito Alfred Schutz, psicografada recentemente pelo médium Adriano Correia Lima e publicada em 06/09/2015, com conteúdo interessante para  estudos. O texto começa com intimidades e brincadeiras do espírito para com o médium, mas depois se mostra muito consistente. Transcrevo tal como publicado.

Eis a Psicografia do Mentor para hoje:

“Filhos e Filhas da Terra, o que eu faço com este Médium problemático e racional demais que tenho que trabalhar?rsrs…Enfim, depois de mais de 40 dias de férias forçadas, eis que ele voltou a psicografar as minhas mensagens. Se eu não tivesse tantos laços kármicos com o Adriano, teria abandonado o barco…rsrs…Sério, quem me acompanha aqui sabe que tenho dado avisos sobre a gravidade de situação planetária. Depois que desencarnei, estou trabalhando na área de planejamento reencarnatório na colônia espiritual de Alvorada Nova. Falei aqui, meses atrás, que os europeus iriam pagar pelo imperialismo contra os povos da África, Ásia e Oriente Médio. Essa crise de refugiados é só um começo antes da grande invasão militar organizada, que os deserdados do mundo farão naquele continente. Muitos desses navios de refugiados afundam não por causas naturais, mas por submarinos em missões secretas. A Europa está decrepta do ponto de vista espiritual e caberá a América do Sul oxigenar a sociedade mundial. E vocês que questionam sobre o Brasil, digo que haverá o caos antes de uma nova organização da sociedade. Os espíritos trevosos, nos dois planos de vida, depois de estarem fortes, brigarão entre si e se exterminarão. A atual classe política do Brasil deve ser renovada, pois os seus métodos se assentam na mentira, corrupção e engano. Jovens estão reencarnados para mudar este país. Depois da instabilidade política, o Brasil sairá mais forte e encontrará seu destino, fiquem tranquilos! O número de acidentes automobilísticos, patologias mentais e suicídios crescerão pela ofensiva da espiritualidade inferior, que sabe que estão com seus dias contados. Recomendo aos encarnados muita cautela nas distrações noturnas, onde a bebida ou as drogas criam um campo magnético deletério. Meus amados, levem uma vida mais simples e sem ostentação. Tenham em mente que neste período de transição planetária, precisamos ser cautelosos, prudentes e sóbrios. Saibam que Nosso Senhor e Mestre, Jesus Cristo está no comando da barca terrestre e não há o que temer! Um abraço deste sociólogo do Plano Espiritual.

Alfred Schutz

Breve biografia:

Alfred Schütz (Viena13 de abril de 1899 —Nova Iorque20 de maio de 1959) foi umfilósofo e sociólogo. Nasceu na Áustria e estudou direito em Viena, mas mudou-se para os Estados Unidos em 1939, onde tornou-se membro da New School for Social Research. Schütz dedicou-se àfenomenologia, à metodologia das ciências sociais e às filosofias de Edmund Husserl,William James e outros.

A principal contribuição de Schütz foi desenvolver a filosofia fenomenológica de Husserl como a base de uma filosofia das ciências sociais, particularmente para a teorização formulada por Max Weber.[1]Após a sua ida para os Estados Unidos, em 1939, após a união da Áustria com aAlemanha por Hitler[1] , ele combinou tal aproximação com as teorias de influentes sociólogos norte-americanos, como George Herbert Mead. Embora Schütz nunca tivesse sido aluno de Husserl, ele e seu amigo Felix Kaufmann estudaram a sua obra sistematicamente, procurando uma base para uma “sociologia do entendimento” derivada do trabalho de Max Weber. Seu trabalho resultou no seu primeiro livro Der sinnhafte Aufbau der sozialen Welt, literalmente A construção significativa do mundo social, publicado em inglês comoThe phenomenology of the social world (A fenomenologia do mundo social). Este trabalho chamou a atenção de Husserl, com quem Schütz correspondeu-se e visitou até a morte de Husserl em 1938. Este ofereceu a Schütz a oportunidade de ser seu assistente na Universidade de Freiburg no início da década de 1930, mas Schütz declinou do convite.

Schütz provavelmente foi o único dos grandes sociólogos que preferiu seguir a carreira como advogado em um banco na maior parte de sua vida, dando aulas em parte do tempo na New School for Social Research em Nova Iorque, produzindo trabalhos-chave para o desenvolvimento da sociologia fenomenológica.

Biografias

Wagner, H. R. (1983). Alfred Schutz: An Intellectual Biography. Chicago and London, The University of Chicago Press.Barber, M. (2004). The Participating Citizen: A Biography of Alfred Schutz. New York, State University of New York Press.

Referências

↑ a b Alfred Schütz Stanford Encyclopedia of Philosophy. Visitado em 23 jan 2013.