Chico Xavier, Estudo, Mensagens enviadas

Entrevista com Inácio

02/11/2015 

“CHICO XAVIER SER A REENCARNAÇÃO DE ALLAN KARDEC É ASSUNTO RELEVANTE E PERTINENTE.”

(ENTREVISTA COM O DR. INÁCIO FERREIRA)

 

– Dr. Inácio, o senhor nos permitiria algumas questões em torno do polêmico tema: “Chico Xavier era a reencarnação de Allan Kardec”?

– À vontade, pois, somente assim, terei oportunidade de dirigir a minha singela palavra aos irmãos internautas que nos dão a honra e alegria de participarem deste diálogo que temos procurado estabelecer entre os Dois Lados da Vida – embora, um e outro, infelizmente, ainda não tenham cabeça para entender o funcionamento deste Blog.

 

– Alguns irmãos internautas são de opinião que tal assunto – Chico ser a reencarnação de Kardec – é de somenos importância… O que nos diz a respeito?

– Se eu o considerasse de somenos, não perderia o meu tempo com ele. Creio que o assunto diz muito mais que o simples fato de Chico Xavier ter sido a reencarnação do Codificador do Espiritismo! Do ponto de vista doutrinário, para mim, o assunto é altamente relevante e pertinente.

 

– Sob que prisma, Doutor?!

– O que vejo de mais grave é que os opositores da tese estão tentando reduzir a importância da Obra Mediúnica de Chico Xavier, que veio em complemento à Obra da Codificação. O Espiritismo hoje, sem a Obra Mediúnica de Chico, não seria o mesmo – faltar-lhe-iam fôlego e modernidade de conceitos. Sinceramente, eu não sei como certas pessoas ainda não vislumbram este ângulo da questão. Kardec ter sido Chico, evidentemente, não interessa nem a Chico e nem a Kardec, mas, interessa, e muito, ao Espiritismo! E, somente por este motivo, temos insistido tanto no assunto.

 

– Alguns são de parecer que tal embate é prejudicial à Doutrina…

– Eu não vejo assim. Prejudicial será se a Obra Mediúnica de Chico Xavier for lançada a plano secundário como as trevas desejam fazer acontecer – valendo-se de muita gente na Doutrina como instrumento – gente que se julga intelectuais, que possuem divisas nos ombros, medalhas no peito, dinheiro nos Bancos europeus… Há poucos dias, segundo soube, alguém, desavisadíssimo, perguntou, em bom Português, se Chico Xavier seria um homem bom ou uma vedeta?!…

 

– O quê?!…

– É isto mesmo que você ouviu e leu! Meu caro, os “donos” do Espiritismo, ou os que se julgam “donos” dele, estão esparramados pelo mundo todo… A valência é que, felizmente, não mandam em nada – a sua influência não vai além da influência de um flat de urubu nas correntes aéreas.

 

– Até onde o senhor considera importante que Chico tenha sido a reencarnação de Allan Kardec?

– Exatamente até onde eu considero a Doutrina Espírita importante para a Humanidade! Um exemplo prático: fazendo de conta que Chico Xavier não tenha existido, no que, em termos de Revelação Dinâmica, teria se transformado o Espiritismo?! Todas as demais obras mediúnicas que existem por aí – você me perdoe, hein! – são dispensáveis – todas! Todavia, as Obras da lavra mediúnica de Chico Xavier, são essenciais – e isso sem mencionar o seu maravilhoso exemplo de vida, que foi a de um verdadeiro Apóstolo!…

 

– Todas as Obras Mediúnicas, à exceção da lavra de Chico Xavier, são dispensáveis, Doutor?!

– São, todas! Inclusive as nossas! A Obra Mediúnica de Chico Xavier é a verdadeira “revelação da Revelação”! O trabalho de todos os médiuns, sem dúvida, é louvável, mas, acredite, sequer irá lhes sobreviver à própria desencarnação! São obras de época, destinadas, feito gravetos, a alimentar a fogueira que se acendeu com Allan Kardec, e cujas chamas se altearam com Chico Xavier! O esforço atual de tantos médiuns no campo da escrita é mais valioso para eles mesmos do que para a própria Espiritualidade!…

 

– Compreendo…

– E é bom que compreenda mesmo, porque, de há muito, eu já compreendi que assim é! Precisamos, em essência, divulgar Jesus, Kardec e Chico Xavier – nisto é que deve, nos Dois Lados da Vida, consistir o nosso trabalho.

 

– Então, reafirmando, Chico ter sido a reencarnação de Kardec, para o senhor é assunto relevante e pertinente?…

– Claro! E, sinceramente, para mim, quem não pensa assim está pensando com que as trevas desejam que pense. Eu só fico por entender o seguinte: por que os defensores da tese em pauta são mais ou menos pacíficos (no meu caso, reconheço que tenho mais da prudência das serpentes que da mansidão das pombas), enquanto os seus detratores se revelam extremamente agressivos?!  Ficar “por entender” é força de expressão, porque, no fundo, eu entendo…

 

 

INACIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 2 de novembro de 2015.

 

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