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Mediunidade -Estudo

​MEDIUNIDADE

           
A mediunidade possibilita que uma pessoa seja intermediária entre os espíritos e os homens, e todo o ser humano é um médium, pois a mediunidade é uma faculdade inerente ao homem, assim a predisposição mediúnica não depende do sexo, da idade, do temperamento, da condição social, da raça, da cultura, da religião, da inteligência e até mesmo das qualidades morais.
            A mediunidade apresenta diferentes graus de desenvolvimento e se manifesta de maneira diversa em cada pessoa, todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos espíritos é, por esse fato, médium, podendo ser desde a mais tenra idade, até a mais avançada.  
         A mediunidade é uma ponte que liga o mundo físico ao mundo espiritual, possibilitando assim: um elo entre os dois mundos, comprovação do mundo espiritual, oportunidade de servir, aperfeiçoamento do espírito,  reencontro com os que já desencarnaram, aprendizado entre encarnados e desencarnados (ou vice-versa, pois podemos ajudar os desencarnados menos evoluídos que nós), ajuda entre os dois mundos; sendo um dom que Deus nos permitiu possuir, nos colocando em relação direta com aqueles que vivem no mundo espiritual. 
           Deus nos deu os sentidos físicos para identificar e facilitar a vivencia no mundo material, que são: a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato. E com a mediunidade Deus nos permite a identificação, a percepção do mundo espiritual, ela lida com energias das quais só podemos perceber seus efeitos, energias que a ciência ainda desconhece, e que são sutis para o nosso corpo físico. 
         É um dom gratuito, o de ser interprete dos espíritos, para  instruções dos homens, para lhes mostrar o caminho do bem e conduzi-los à fé, pois Deus quer que a luz chegue a todos. E não para vender palavras que não pertencem ao médium, visto  que não são frutos de suas concepções, nem de suas pesquisas, nem de seus trabalhos pessoais.   
           O processo de comunicação dá-se somente através da identificação do espírito com o médium, perispírito a perispírito, cujas propriedades de expansibilidade e sensibilidade, entre outras, permitem a captação do pensamento, das sensações e das emoções, que se transmitem de uma mente para outra mente através do veículo sutil, que é o perispírito.  Assim, as comunicações, seja de efeitos físicos e/ou inteligentes, realizam-se pela ação fluídica do espírito sobre o médium, sendo preciso que o fluído deste último se identifique com o do espírito, se conclui assim que, a facilidade das comunicações depende do grau de afinidade existente entre os dois fluídos.  E quanto mais elevado o médium for moralmente e intelectualmente, melhor instrumento este se tornará aos espíritos. 
          Cada médium é assim mais ou menos apto para receber a impressão ou a impulsão do pensamento de tal ou tal espírito; podendo ser bom instrumento para um e péssimo para outro. Se achando juntos dois médiuns, igualmente bem dotados, poderá o espírito manifestar-se por um e não por outro. É um erro acreditar-se que basta ser médium para receber, com igual facilidade, comunicação de qualquer espírito. E lembrando sempre que: o médium não tem o poder de chamar um determinado espírito e ele vim só pelo querer do médium, é como Chico Xavier falava “O telefone só toca de lá pra cá”, ou seja, qualquer médium só se comunica com os espíritos quanto eles querem, quando é necessário, nunca um médium se comunica apenas pela sua vontade. 
         Alguns se admira de que, por vezes, a mediunidade seja concedida a pessoas indignas, capazes de a usarem mal, ou para o mau. Deus dar esta faculdade a todos, e lhes dá a liberdade de usá-la,isto é o livre arbítrio, mas não deixa de punir o que delas abusa. Assim, a mediunidade é dada sem distinção, a fim de que os espíritos possam levar a luz em todas as fileiras, em todas as classes da sociedade, ao pobre como ao rico; aos sábios para fortalecer no bem; aos viciosos para os corrigir. 
 
        O desabrochar da mediunidade representa para o ser humano um novo horizonte que se abre para ele. Sendo um convite, um chamado a fim de que se volte para o bem, que desperte para a realidade maior da vida. É uma responsabilidade sim, mas, sendo vivenciada com seriedade, com amor e disciplina, será sempre fonte de benefícios, em primeiro lugar para o próprio médium.   
        Está na hora da mediunidade deixar de ser vista como um peso, um tormento, empecilho; e passar a ser vista e encarada como uma oportunidade de evolução, de aprendizagem e de auxílio. 
Se quer saber mais sobre mediunidade acesse as seguintes postagens:

Post.115 – Os Médiuns: http://jardim-espirita.blogspot.com.br/2014/01/post-115-os-mediuns.html

Post. 116 –  Tipos de Mediunidade: http://jardim-espirita.blogspot.com.br/2014/02/post116-tipos-de-mediunidade.html

Por Balbino Amaral

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