Estudo, Leitura e reflexão

Muitas moradas na casa do pai

São habitados todos os mundos que giram no universo

A missão da sonda Kepler da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) noticiou a descoberta de 715 novos exoplanetas (ou planetas fora do Sistema Solar), que orbitam…

A missão da sonda Kepler da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) noticiou a descoberta de 715 novos exoplanetas (ou planetas fora do Sistema Solar), que orbitam 305 estrelas (sóis) em sistemas planetários similares ao nosso. Até agora foram descobertos 1700 exoplanetas. Pelas estimativas de Jean Schneider, até 27 de março de 2014, já haviam 1779 exoplanetas detectados.1
Para verificar os planetas, uma equipe de observação co-liderada por Jack Lissauer, cientista planetário no Centro de Pesquisa Ames da Nasa, analisou estrelas com mais de um planeta em potencial – todos detectados nos dois primeiros anos de observações da Kepler – Maio de 2009 a março de 2011. Atualmente a Kepler está com problemas operacionais. Para 2017 a agência espacial americana pretende lançar o satélite Tess, outro caçador de planetas.
Um desses exoplanetas, chamado Kepler-296f, orbita uma estrela da metade do tamanho e 5 por cento mais brilhante que o nosso sol. Kepler-296f é duas vezes o tamanho da Terra, mas os cientistas não sabem se o planeta é um mundo gasoso, com um grosso envelope de hidrogênio em hélio, ou é um mundo de água cercada por um oceano profundo.
A pergunta que não silencia é: será que existe vida humana em outros orbes? Sobre isso não há cientista que possa negar ou confirmar. Entretanto, Kardec diz que “a razão humana se recusa a admitir só haver vida inteligente na Terra e nos diz que os diferentes mundos são habitados.”2 E sobre vidas noutros sistemas fora da Terra os Espíritos têm confirmado abundantemente a sua existência.

O Codificador, ao tratar o assunto, não desceu a minudências da vida corporal extraterrestre, rumando quase que unicamente pelo aspecto moral dos habitantes de algum orbe. A rigor, as diversas existências físicas do homem podem ser na Terra bem como em outros mundos; “o início dessas existências não terá sido aqui [na Terra], bem como seu término também não o será.”3
O Espírito Maria João de Deus (genitora de F.C. Xavier), descreve de modo impressionante a existência de vidas inteligentes noutros planetas. Cita, por exemplo, Saturno, cientificando que lá inexistem vícios, não há guerras, a eletricidade é utilizada em sua potencialidade plena. Os saturninos consagram-se bastante à espiritualidade; as vegetações são azuladas e os oceanos são rosados. Para o espírita e astrônomo Camille Flammarion, empregando convicções pessoais, afirmou que “Saturno talvez fosse habitado por seres inconciliáveis com os organismos terrestres.”4
Utilizando certezas pessoais sobre o que se sabia no século XIX a respeito do tema, Kardec alegou que a “Terra é moralmente superior a Marte e muito inferior a Júpiter.”5A despeito da conflitante informação sobre a temática, sabe-se que um espírito de pequena elevação cultural “informou ao Codificador que Marte era um planeta inferior à Terra”6, todavia o Espírito Maria João de Deus afirma que “os marcianos são dotados de muita espiritualidade; são quase semelhantes aos terrícolas, todavia fisicamente possuem diferenças apreciáveis: além dos braços, têm ao longo das espáduas umas ligeiras protuberâncias. O ar marciano é muitíssimo mais leve, a vida é mais aérea, a água é escassa, motivo pelo qual o líquido vital é regulado por sistemas de canalização. Nos horizontes marcianos não há muitas elevações montanhosas.”7
Ainda sobre Marte, o Espírito Humberto de Campos ratifica as informações descritas por Maria J.de Deus, apresentando “os marcianos manejando possantes máquinas aéreas que navegam no pé das nuvens, algumas delas [nuvens] produzidas artificialmente, para atender reinos mais frágeis da natureza do quarto orbe do nosso sistema planetário.”8Além disso, sob o ponto de vista pessoal, Flammarion corrobora a tese de que os marcianos “são moralmente superiores aos terrestres, transportam-se por navegação aérea e seus edifícios são erguidos pelo pensamento, possuem doze sentidos, o que lhes permitem comunicação direta com o universo.”9
Na Revista Espírita de Agosto/1858, publicou um desenho psicopictografado (desenho mediúnico) e assinado pelo Espírito Bernard Palissy, célebre oleiro do século XVI, referente “a uma habitação em Júpiter, que seria a casa de Mozart. Somos também informados de que Cervantes seria vizinho de Mozart e que por lá também viveria Zoroastro.”.10
Em 1938 o Espírito Emmanuel informou que na “Constelação do Cocheiro, cerca de 42 anos luz distante da nós, há o sistema de Capela, de onde milhares de anos atrás alguns milhões de Espíritos rebeldes que lá existiam, foram deportados para o nosso planeta. Aqui aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos, as grandes conquistas do coração, impulsionando simultaneamente o progresso dos seres terrestres.”.11
Na questão 172 de O Livro dos Espíritos, Kardec perguntou: “As nossas diversas existências corporais se verificam todas na Terra?”, ao que os Espíritos responderam: “Não; vivemo-las em diferentes mundos. As que aqui passamos não são as primeiras, nem as últimas; são, porém, das mais materiais e das mais distantes da perfeição.”.12
Não obstante a contradição entre o Marte “avançado” de Flammarion e Maria João de Deus contra o Marte “atrasado” segundo comunicações chegadas a Kardec, em verdade o Espiritismo sempre confirmou a existência de vida fora da Terra. Destaque-se que, antes que a ciência humana e as religiões tradicionais admitissem essa possibilidade, os Espíritos revelaram a Kardec na questão 55 do livro “que são habitados todos os mundos que giram no espaço e que a Terra está muito longe de ser o único planeta que asila vida inteligente”.13
Um dos ramos científicos que mais têm crescido, desde os anos 50, fazendo audaciosas pesquisas, ampliando muito o acervo de seus conhecimentos, é a Astronomia. “Dela derivam, ou com ela interagem, a Astrofísica, a Astroquímica, a Exobiologia (estudo da possibilidade de vida fora da Terra). Simon “Pete” Worden, astrônomo, que lidera o Centro de Pesquisas Ames da NASA, afirma que nós [na Terra] não estamos sozinhos, pois que há muita vida [pelo Universo].”.14

Sabe-se hoje em dia existirem, “pelo Universo observável, pelo menos 10 bilhões de galáxias. Em 1991, em Greenwich, na Inglaterra, o observatório localizou um quasar (possível ninho de galáxias) com a luminosidade correspondente a 1 quatrilhão de sóis [isso mesmo, 1 quadrilhão!]. Acreditar que somente a Terra tenha vida é supor que todo esse imensurável Universo tenha sido criado sem utilidade alguma, e seria uma impossibilidade matemática que num Universo tão inimaginável não se tivesse desenvolvido vida inteligente, senão neste pequeno planeta. Aliás, seria um incompreensível desperdício de espaço.”15
Aprendemos com os Espíritos que “há mundos cujas condições morais dos seus habitantes são inferiores às da Terra; em outros, são da mesma categoria. Há mundos mais ou menos superiores e, finalmente, há aqueles nos quais a vida é, por assim dizer, toda espiritual.”.16

Notas e Referências bibliográficas:
1 – Schneider, Jean. Interactive Extra-solar Planets Catalog. The Extrasolar Planets Encyclopedia. Página visitada em 27 de março de 2014.
2 – Kardec , Allan. O Livro dos Médiuns 1ª Parte, Cap. I, n° 2, RJ: Ed FEB, 2000
3 – Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2000, Questões 172 a 188
4 – Flammarion Nicolas Camille. Urânia, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1990.
5 – Kardec, Allan. Revista Espírita, outubro de, 1858 São Paulo, Edicel, 1987
6 – Idem
7 – De Deus Maria João. Carta de uma morta, São Paulo: LAKE, 1999.
8 – Xavier, Francisco Cândido. Novas Mensagens, ditado pelo espírito Humberto de Campos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1940
9 – Flammarion Nicolas Camille. Urânia, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1990.
10 – Kardec, Allan. Revista Espírita, agosto de 1858 São Paulo, Edicel, 1987
11 – XAVIER, Francisco Cândido. A Caminho da Luz, ditado pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, 1994
12 – Kardec, Allan; O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro, Ed FEB, 2000, questão 172
13 – Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, perg. 55
14 – Disponível em:http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com.br/…/ar…
15 – Disponível em:http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com.br/2010…
16 – Kardec, Allan; O Evangelho Segundo o Espiritismo, Rio de Janeiro, Ed FEB, 2001, 3º Cap. Itens 3 e 4;
Fonte que o conteúdo foi extraído para publicação neste site:
http://leitoresdojorgehessen.blogspot.com.br/…/sao-habitado…

Foto de Balbino Amaral.
por Balbino Amaral
Leitura e reflexão, Mensagens enviadas

VENCERÁS

VENCERÁS

Não desanimes.
Persiste mais um tanto.
Não cultives pessimismo.
Centraliza-te no bem a fazer.
Esquece as sugestões do medo destrutivo.
Segue adiante, mesmo varando a sombra dos próprios erros.
Avança ainda que seja entre lágrimas.
Trabalha constantemente.
Edifica sempre.
Não consintas que o gelo do desencanto te entorpeça o coração.
Não te impressione a dificuldade.
Convence-te de que a vitória espiritual é construção para o dia a dia.
Não desistas da paciência.
Não creiais em realização sem esforço.
Silêncio para a injúria.
Esquecimento para o mal.
Perdão às Ofensas.
Recorda que os agressores são doentes.
Não permitais que os irmãos desequilibrados te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.
Não menosprezes o dever que a consciência te impõe.
Se te enganastes em algum trecho do caminho, reajusta a própria visão e procura o rumo certo.
Não contes vantagens, nem fracassos.
Estuda buscando aprender.
Não te voltes contra ninguém.
Não dramatizes provocações ou problemas.
Conserva o hábito da oração para que se te faça luz na vida intima.
Resguarda-te em Deus, persevera no trabalho que Deus Te confiou.
Ama sempre fazendo pelos outros o melhor que possas realizar.
Age auxiliando, serve sem apego.
E assim vencerás.

Emmanuel (espírito)
Psicografia de Chico Xavier

Estudo, Leitura e reflexão

Experiencia mediúnica

Está é uma das experiencias vividas por mim sobre a influencia que os espíritos exercem sobre nós.

Como essa questão é importante e poucos refletem sobre ela pensando que são livres e fazem apenas o que desejam mau sabem que por traz sempre há um espírito a lês influenciar os pensamentos.
Hoje eu dou muita importância á essa questão por que eu sei como é sutil e imperceptível a influencia dos espíritos.

Vou contar o que aconteceu comigo; -Eu estava fazendo um trabalho artesanal na casa espírita, e uma mulher vem até mim com uma sacola, para eu sortear o nome que naquele dia iria ser o ganhador de um presente bem simples, essa mulher estendeu a sacola com os nomes escritos em papeizinhos e falou:
-Eu nunca ganhei nada aqui, já fazem anos que participo e nunca ganhei.

Eu enfiei a mão na sacola peguei um papel e sem ter a minima intenção de dizer alguma coisa eu falei:

-Toma esse é seu nome.

A mulher pegou o papel que estava todo dobrado, e quando ela abriu, era o nome dela.
Nesse dia eu percebi como somos frágeis, e o quanto os espíritos dominam nosso ser, porque eu não senti nenhuma interferência de nenhuma energia dominando meu ser, e eu sei que aquilo não veio de mim, e sim dos espíritos.
As pessoas pensam que para um espirito falar através de alguém, ou até mesmo para encorporar em alguém é preciso que a pessoa se contorça, mude sua voz, mude os seus gestos, mude a forma como anda. Os espíritos fazem isso, porque se não fizerem esse teatro, as pessoas não acreditam que é um espírito que está ali falando através do médium. O mesmos acontece em algumas casas, onde os espíritos utilizam bisturis para curar, eles não precisam cortar ninguém para nos curar, mas eles dizem, que se o doente não vê sangue saindo do seu corpo, o próprio doente não acredita que foi curado, e isso prejudica o trabalho dos espíritos.
Todos nós somos dirigidos pelos espíritos, é claro que não completamente.
São nossas ações, o nosso viver que dará o poder dos espíritos sobre nós.
Não adianta colocar a culpa toda nos espíritos.
Quando nós praticamos uma maldade sobre a influencia de um espírito, nós somos culpados pelo que fizemos, porque fomos nós que abrimos nosso ser para que os espíritos nos influenciem. Exemplo:
Antes de eu conhecer os ensinamentos de Jesus, quando alguém me
provocava, eu respondia automaticamente na mesma moeda, ou ate pior.
Agora que eu me esforço para seguir os ensinamentos de Jesus colocando-os em pratica, realizando um trabalho de caridade, e orando diversas vezes ao dia, eu percebi que agora tenho o amparo dos bons espíritos. Quando me provocam, eu tenho a oportunidade de pensar, se vou responder da forma que Jesus nos ensinou, ou se vou responder na mesma moeda, e se eu escolho a errada, ainda me vem na cabeça um aviso dizendo cuidado isso vai te fazer mau.
Nós somos culpados pelo mau que fazemos, por que a lei é igual tanto no mundo espiritual como no mundo material. Exemplo:
Se uma pessoa influencia uma outra para que ela cometa um crime, e essa pessoa comete o crime sozinha sem a participação da que influenciou, quem vai ser a mais culpada? E claro que a mais culpada vai ser a que praticou o crime.
Quando nos praticamos os ensinamentos de Jesus os espíritos maus deixam de ter o poder absoluto sobre nós.

Livro dos espíritos:
459.Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?

R: Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”

460. De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos?

R: Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, freqüentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto e, não raro, contrários uns aos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes.
É que tendes em vós duas idéias a se combaterem.

Está é uma das experiencias vividas por mim sobre a influencia que os espíritos exercem sobre nós.</p>
<p>Como essa questão é importante e poucos refletem sobre ela pensando que são livres e fazem apenas o que desejam mau sabem que por traz sempre há um espírito a lês influenciar os pensamentos.<br />
Hoje eu dou muita importância á essa questão por que eu sei como é sutil e imperceptível a influencia dos espíritos.</p>
<p>Vou contar o que aconteceu comigo; -Eu estava fazendo um trabalho artesanal na casa espírita, e uma mulher vem até mim com uma sacola, para eu sortear o nome que naquele dia iria ser o ganhador de um presente bem simples, essa mulher estendeu a sacola com os nomes escritos em papeizinhos e falou:<br />
-Eu nunca ganhei nada aqui, já fazem anos que participo e nunca ganhei. </p>
<p>Eu enfiei a mão na sacola peguei um papel e sem ter a minima intenção de dizer alguma coisa eu falei:</p>
<p>-Toma esse é seu nome. </p>
<p>A mulher pegou o papel que estava todo dobrado, e quando ela abriu, era o nome dela.<br />
Nesse dia eu percebi como somos frágeis, e o quanto os espíritos dominam nosso ser, porque eu não senti nenhuma interferência de nenhuma energia dominando meu ser, e eu sei que aquilo não veio de mim, e sim dos espíritos.<br />
As pessoas pensam que para um espirito falar através de alguém, ou até mesmo para encorporar em alguém é preciso que a pessoa se contorça, mude sua voz, mude os seus gestos, mude a forma como anda. Os espíritos fazem isso, porque se não fizerem esse teatro, as pessoas não acreditam que é um espírito que está ali falando através do médium. O mesmos acontece em algumas casas, onde os espíritos utilizam bisturis para curar, eles não precisam cortar ninguém para nos curar, mas eles dizem, que se o doente não vê sangue saindo do seu corpo, o próprio doente não acredita que foi curado, e isso prejudica o trabalho dos espíritos.<br />
Todos nós somos dirigidos pelos espíritos, é claro que não completamente.<br />
São nossas ações, o nosso viver que dará o poder dos espíritos sobre nós.<br />
Não adianta colocar a culpa toda nos espíritos.<br />
Quando nós praticamos uma maldade sobre a influencia de um espírito, nós somos culpados pelo que fizemos, porque fomos nós que abrimos nosso ser para que os espíritos nos influenciem. Exemplo:<br />
Antes de eu conhecer os ensinamentos de Jesus, quando alguém me<br />
provocava, eu respondia automaticamente na mesma moeda, ou ate pior.<br />
Agora que eu me esforço para seguir os ensinamentos de Jesus colocando-os em pratica, realizando um trabalho de caridade, e orando diversas vezes ao dia, eu percebi que agora tenho o amparo dos bons espíritos. Quando me provocam, eu tenho a oportunidade de pensar, se vou responder da forma que Jesus nos ensinou, ou se vou responder na mesma moeda, e se eu escolho a errada, ainda me vem na cabeça um aviso dizendo cuidado isso vai te fazer mau.<br />
Nós somos culpados pelo mau que fazemos, por que a lei é igual tanto no mundo espiritual como no mundo material. Exemplo:<br />
Se uma pessoa influencia uma outra para que ela cometa um crime, e essa pessoa comete o crime sozinha sem a participação da que influenciou, quem vai ser a mais culpada? E claro que a mais culpada vai ser a que praticou o crime.<br />
Quando nos praticamos os ensinamentos de Jesus os espíritos maus deixam de ter o poder absoluto sobre nós.</p>
<p>Livro dos espíritos:<br />
459.Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?</p>
<p>R: Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”</p>
<p>460.   De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos?</p>
<p>R: Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, freqüentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto e, não raro, contrários uns aos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes.<br />
É que tendes em vós duas idéias a se combaterem.
por Luciano Daniel
Estudo, Leitura e reflexão

Paul McCartney Afirma

Paul McCartney Afirma ter Sido Inspirado pelo Espírito de George Harrison em Nova Música

Adolfo Guimarães
Recentemente, em entrevista à BBC, uma interessante declaração fez o ex-beatle Paul McCartney ao revelar que contou com a ajuda do espírito de George Harrison, também integrante dos Beatles, desencarnado em 2001, para escrever uma das músicas de seu novo disco.

Mais interessante ainda é o que sugerem o tema e a letra da canção, “Waiting For Yor Friends To Go” (“Esperando Seus Amigos Para Ir”, em tradução livre), que McCartney afirmou ter escrito com “a participação” além-túmulo de George Harrison.

Paul declarou textualmente: “Eu simplesmente tive esse sentimento, isso é George”.

E ainda acrescentou. “Eu era como George, escrevendo uma de suas músicas. Eu só escrevi (a música) com muita facilidade porque não era eu quem estava escrevendo”.

Segundo afirmou, ele não sabe ao certo qual o significado da letra da música. Também achou interessante o seguinte verso: “Eu pensei: ok, o trecho ‘waiting on the other side’ (‘esperando no outro lado’, em tradução literal) é meio capcioso. Há um pouco de duplo sentido nisso”, disse na entrevista.

“Foi muito divertido, em particular o segundo verso: ‘I’ve been sliding down a slippy slope, I’ve been climbing up a slowly burning rope’ (‘tenho deslizado em uma descida escorregadia, tenho escalado uma corda que se queima lentamente’, em tradução livre)”, comentou McCartney. “Eu, então, pensei: é uma música do George.”

Do ponto de vista espírita, sabemos que toda inspiração seja ela artística, científica, filosófica, etc, provém de um foco subjetivo (ou agente) inspirador. No caso em questão, não nos parece ser uma mera estratégia comercial do artista, uma vez que o ex-Beatle é dos mais consagrados no universo do show business.

Vale lembrar ainda a grande sensibilidade de Paul e a veia espiritual de George, tão explícitas em suas músicas, além da sólida amizade entre ambos, são fatores que poderiam ter propiciado o intercâmbio entre os dois compositores britânicos.

Quem atua em qualquer ramo da arte sabe muito bem o quanto é intensa a ligação emocional-espiritual que se estabelece e se compartilha entre os integrantes de um dado grupo artístico. A própria arte produzida é fruto da afinidade espiritual desses artistas envolvidos e por isso mesmo emociona o público, resultando em inquebrantáveis elos espirituais entre seus protagonistas. Esses elos nem mesmo a morte do corpo físico pode desvanecer.

A inusitada experiência musical em parceria com o espírito de George parece ter marcado Paul McCartney a ponto de tornar público o fato e dizer ser a música em questão uma de suas favoritas de seu novo disco, “Chaos and Creation In The Back Yard”.

Ao tomar conhecimento de uma declaração tão espontânea do ex-Beatle, não há como não lembrar os espíritos codificadores, quando revelaram a Allan Kardec: “…se não estiverdes cegos, vereis; e se não estiverdes surdos, ouvireis; pois frequentemente uma voz vos fala e vos revela a existência de um ser que está ao vosso redor.” (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, questão 152, sobre a prova da individualidade da alma após a morte).
Fonte: BBC Brasil – http://www.bbc.co.uk/portuguese/

(Reproduzido do site Consciência Espírita, com a devida autorização)

Foto de Balbino Amaral.
Foto de Balbino Amaral.
Estudo, Leitura e reflexão

QUEM É O ESPÍRITO SANTO?

QUEM É O ESPÍRITO SANTO?
João mergulhava as criaturas nas águas do Jordão, num ato simbólico de batismo, para anunciar
a vinda do Cristo e convidar o povo a se arrepender dos seus pecados e, se propor a uma
renovação moral. João dizia: “Eu na verdade, vos batizo com água para vos trazer à
penitência; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não
sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo”. Então, um dia, ao
se deparar com Jesus, não queria batiza-Lo, por acha-Lo bom, virtuoso e melhor que ele
próprio, portanto, não tinha do que se arrepender . Mas Jesus disse que seria melhor cumprir as
previsões feitas sobre o Messias. Tais previsões diziam que João reconheceria o Messias quando
visse descer sobre Ele um Espírito, e que este ficaria sobre o mesmo. João então, mergulhou
Jesus, e quando este saiu das águas e se pôs em oração, o céu se abriu e João viu o Espírito de
Deus descendo como pomba e vindo sobre Jesus. Neste momento uma voz dos céus dizia: “Este
é o meu filho amado, em quem me comprazo”.

Assim, o batismo do Espírito Santo nada mais é que a sintonia com os benfeitores do plano
invisível, através de manifestações mediúnicas ostensivas ou sutis. Os discípulos, receberam um
magnífico Batismo do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, quando os Espíritos do Senhor se
manifestaram através deles, em diversos idiomas, aos habitantes e visitantes de Jerusalém (Atos,
cap.2).

Pentecostes é palavra que escolheram para exprimir tão notável acontecimento. Deriva do grego
Pentekosté e significa “qüinquagésimo”, ou seja 50 dias. A festa judaica de Pentecostes era
celebrada para relembrar o dia em que Moisés recebeu as Tábuas da Lei, os mandamentos do
Sinai. A recepção do Decálogo efetuou-se justamente 50 dias depois dos israelitas comerem o
Cordeiro Pascal, já libertados da escravidão do Egito. A festa cristã de Pentecostes é celebrada
cinqüenta dias depois da ressurreição de Jesus Cristo. Portanto, os judeus festejam a sua
libertação do jugo do Faraó e dos egípcios; e os cristãos festejam a sua libertação do jugo das
trevas da morte pelas aparições de Jesus Cristo e o concurso de seus prepostos do mundo
espiritual. Foi naquela confusão, que o apóstolo Pedro lembrou a profecia de Joel, e disse:
“Estes homens não estão embriagados, mas é o que foi dito por Joel: Que o Senhor, nos
últimos tempos, derramaria do Seu Espírito sobre toda a carne; que seus filhos e suas
filhas profetizariam, os jovens teriam visões (como ocorreu com Maria), e os velhos sonhos
(como ocorreu com José). E naqueles dias, Ele derramaria de Seu Espírito sobre Seus
servos e sobre Suas servas, e eles profetizariam.” (Atos, 2:17 e 18). Este Espírito, que Joel
disse que seria derramado sobre toda a carne, uns chamam de Anjo ou Santo, outros chamam de
Espírito de luz, outros de Espírito Santo. E ele não disse que seria derramado somente sobre os
espíritas, mesmo porque estes nem existiam. Na verdade, muda-se o nome mas, sabemos que
são os mensageiros ou trabalhadores de Deus. Então, Santo ou Espírito Santo é um atributo
dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra (quando encarnado), à
execução do próprio dever.

Corinto era uma cidade comercial, com mais de 500.000 habitantes, na maioria escravos. Nesse
porto marítimo se acotovelava gente de todas as raças e religiões à procura de vida fácil e
luxuosa, criando ambiente de imoralidade e ganância. Por isso, Paulo disse aos Coríntios (6:
19:20): “quem se entrega à imoralidade peca contra o seu próprio corpo. Ou vocês não

sabem que o seu corpo é templo do Espírito Santo, que está em vocês e lhes foi dado por
Deus?” Paulo pedia para que aquele povo cuidasse do corpo físico, deixando claro que nele
habita um Espírito Santo, ou seja, todo Espírito é Santo, mesmo os que se encontram na
imoralidade. Ele é santo, porque foi criado por Deus para que dele façamos bom uso. E quando
fora do corpo (desencarnado), são eles que estão por aí dando comunicações sobre todos os
pontos da Terra, utilizando para isso, os intermediários, ou seja, os médiuns de todas as religiões
e fora delas também. Estes médiuns também são chamados de “profetas”. Pensemos: “Se fosse
errado a comunicação com os espíritos, por que Deus derramaria de Seu Espírito por toda a
carne?” Afinal, encontramos os profetas da Bíblia conversando com espíritos, até Jesus
conversou com os mortos Moisés e Elias.

QUEM É O ESPÍRITO SANTO?

João mergulhava as criaturas nas águas do Jordão, num ato simbólico de batismo, para anunciar
a vinda do Cristo e convidar o povo a se arrepender dos seus pecados e, se propor a uma
renovação moral. João dizia: “Eu na verdade, vos batizo com água para vos trazer à
penitência; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não
sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo". Então, um dia, ao
se deparar com Jesus, não queria batiza-Lo, por acha-Lo bom, virtuoso e melhor que ele
próprio, portanto, não tinha do que se arrepender . Mas Jesus disse que seria melhor cumprir as
previsões feitas sobre o Messias. Tais previsões diziam que João reconheceria o Messias quando
visse descer sobre Ele um Espírito, e que este ficaria sobre o mesmo. João então, mergulhou
Jesus, e quando este saiu das águas e se pôs em oração, o céu se abriu e João viu o Espírito de
Deus descendo como pomba e vindo sobre Jesus. Neste momento uma voz dos céus dizia: "Este
é o meu filho amado, em quem me comprazo".

Assim, o batismo do Espírito Santo nada mais é que a sintonia com os benfeitores do plano
invisível, através de manifestações mediúnicas ostensivas ou sutis. Os discípulos, receberam um
magnífico Batismo do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, quando os Espíritos do Senhor se
manifestaram através deles, em diversos idiomas, aos habitantes e visitantes de Jerusalém (Atos,
cap.2).

Pentecostes é palavra que escolheram para exprimir tão notável acontecimento. Deriva do grego
Pentekosté e significa “qüinquagésimo”, ou seja 50 dias. A festa judaica de Pentecostes era
celebrada para relembrar o dia em que Moisés recebeu as Tábuas da Lei, os mandamentos do
Sinai. A recepção do Decálogo efetuou-se justamente 50 dias depois dos israelitas comerem o
Cordeiro Pascal, já libertados da escravidão do Egito. A festa cristã de Pentecostes é celebrada
cinqüenta dias depois da ressurreição de Jesus Cristo. Portanto, os judeus festejam a sua
libertação do jugo do Faraó e dos egípcios; e os cristãos festejam a sua libertação do jugo das
trevas da morte pelas aparições de Jesus Cristo e o concurso de seus prepostos do mundo
espiritual. Foi naquela confusão, que o apóstolo Pedro lembrou a profecia de Joel, e disse:
“Estes homens não estão embriagados, mas é o que foi dito por Joel: Que o Senhor, nos
últimos tempos, derramaria do Seu Espírito sobre toda a carne; que seus filhos e suas
filhas profetizariam, os jovens teriam visões (como ocorreu com Maria), e os velhos sonhos
(como ocorreu com José). E naqueles dias, Ele derramaria de Seu Espírito sobre Seus
servos e sobre Suas servas, e eles profetizariam.” (Atos, 2:17 e 18). Este Espírito, que Joel
disse que seria derramado sobre toda a carne, uns chamam de Anjo ou Santo, outros chamam de
Espírito de luz, outros de Espírito Santo. E ele não disse que seria derramado somente sobre os
espíritas, mesmo porque estes nem existiam. Na verdade, muda-se o nome mas, sabemos que
são os mensageiros ou trabalhadores de Deus. Então, Santo ou Espírito Santo é um atributo
dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra (quando encarnado), à
execução do próprio dever.

Corinto era uma cidade comercial, com mais de 500.000 habitantes, na maioria escravos. Nesse
porto marítimo se acotovelava gente de todas as raças e religiões à procura de vida fácil e
luxuosa, criando ambiente de imoralidade e ganância. Por isso, Paulo disse aos Coríntios (6:
19:20): “quem se entrega à imoralidade peca contra o seu próprio corpo. Ou vocês não 

sabem que o seu corpo é templo do Espírito Santo, que está em vocês e lhes foi dado por
Deus?” Paulo pedia para que aquele povo cuidasse do corpo físico, deixando claro que nele
habita um Espírito Santo, ou seja, todo Espírito é Santo, mesmo os que se encontram na
imoralidade. Ele é santo, porque foi criado por Deus para que dele façamos bom uso. E quando
fora do corpo (desencarnado), são eles que estão por aí dando comunicações sobre todos os
pontos da Terra, utilizando para isso, os intermediários, ou seja, os médiuns de todas as religiões
e fora delas também. Estes médiuns também são chamados de "profetas". Pensemos: "Se fosse
errado a comunicação com os espíritos, por que Deus derramaria de Seu Espírito por toda a
carne?" Afinal, encontramos os profetas da Bíblia conversando com espíritos, até Jesus
conversou com os mortos Moisés e Elias.
Leitura e reflexão

AS TRÊS CAUSAS PRINCIPAIS DAS DOENÇAS

O que é o homem?… Um composto de três princípios essenciais: o espírito, o perispírito e o corpo. A ausência de qualquer um destes três princípios acarretaria necessariamente o aniquilamento do ser no estado humano. Se o corpo não mais existir, haverá o Espírito e não mais o homem; se o perispírito falta ou não pode funcionar, não podendo o imaterial agir diretamente sobre a matéria, encontrando-se assim impossibilitado de manifestar-se, poderá haver alguma coisa do gênero do cretino ou do idiota, mas não haverá jamais um ser inteligente. Enfim, se o espírito faltar, ter-se-á um feto vivendo vida animal e não um Espírito encarnado. Se, pois, temos a presença de três princípios, esses três princípios devem reagir um sobre o outro, e seguir-se-á a saúde ou a doença, conforme haja entre eles harmonia perfeita ou desarmonia parcial.
Se a doença ou desordem orgânica, como queiram chamar, procede do corpo, os medicamentos materiais sabiamente empregados bastarão para restabelecer a harmonia geral.
Se a perturbação vem do perispírito, se é uma modificação do princípio fluídico que o compõe, que se acha alterado, será necessária uma medicação adequada à natureza do órgão perturbado, para que as funções possam retomar seu estado normal. Se a doença procede do Espírito não poderíamos empregar, para combatê-la, outra coisa senão uma medicação espiritual. Se, enfim, – como é o caso mais geral, e, podemos mesmo dizer, o caso que se apresenta exclusivamente, – se a doença procede do corpo, do perispírito e do espírito, será preciso que a medicação combata simultaneamente todas as causas da desordem por meios diversos, para obtermos a cura.
Ora, o que fazem geralmente os médicos? Eles cuidam do corpo e o curam; mas curam a doença? Não. Por quê? Porque sendo o perispírito um princípio superior à matéria propriamente dita, poderá tornar-se a causa em relação a esta, e se for entravado, os órgãos materiais que se acham em relação com ele serão igualmente atingidos na sua vitalidade. Cuidando do corpo, destruís o efeito; mas, residindo a causa no perispírito, a doença voltará novamente, quando cessarem os cuidados, até que se perceba que é preciso levar alhures a atenção, cuidando fluidicamente o princípio fluídico mórbido. Se, enfim, a doença proceder da mente, do espírito, o perispírito e o corpo, postos sob sua dependência, serão entravados em suas funções, e não é cuidando de um nem do outro que se fará desaparecer a causa.
Não é, pois, vestindo a camisa de força num louco ou lhe dando pílulas ou duchas que conseguirão restituir-lhe o estado normal. Apenas acalmarão seus sentidos revoltados; acalmarão os seus acessos, mas não destruirão o germe senão o combatendo por seus semelhantes, fazendo homeopatia, espiritual e fluidicamente, como fazem materialmente, dando ao doente, pela prece, uma dose infinitesimal de paciência, de calma, de resignação, conforme o caso, como se lhe dá uma dose infinitesimal de brucina, de digitális ou de acônito.
Para destruir uma causa mórbida, há que combatê-la em seu terreno.

DR. MOREL LAVALLÉE

(Revista Espírita, fevereiro de 1867 – Dissertações espíritas)

(Paris, 25 de outubro de 1866 – Médium, Sr. Desliens)

Leitura e reflexão

Pedir a Deus

Irmãos! Muita gente sofre nesse momento na terra. A cada dia  muita fome e muita sede machuca a humanidade, muito descaso e muita mágoa, muita tristeza e muita desolação se estabelecem no planeta  constatando que há muito o que fazer. Deus concita a nossa ajuda. Mas fazer o quê?

Como devemos proceder?
Diversas religiões  tem suas sugestões e confesso crer que todas são válidas. Nós, os espíritas, cremos ter uma  responsabilidade a mais porque nos entendemos e nos compreendemos de forma mais presente na escala evolutiva da humanidade. Somos a humanidade.
Nossas reflexões merecem mais lucidez e ponderações constantes. A vigilância e atenção para com os ensinamentos assimilados compõe parte da nossa base doutrinária.
Assim  reflitamos:
Meus vícios ainda não foram vencidos, meus erros ainda não foram corrigidos, meus desejos ainda são inferiores e minha conduta ainda não é como deveria, mas por intervenção de Deus, sabemos que é preciso amar mais e ajudar mais. Tudo isso  reafirmar a grande  importância na vida da prática do amor.

Tenho receio mas penso não ser necessário tê-los por que me instruo em casa e no centro espírita semanalmente e convivo com o amor pela ação e pelo exemplo dos outros melhores que me ensinam.
Compreender o bem é talvez entender  como se processa a influência do amor, assim como compreender o mal é entender o que a ausência do amor provoca. Antes é preciso aceitarmos e entendermos que somos os únicos responsáveis, possuidores de toda culpa, cada um qual com sua parcela de culpa, pois somos a mesma humanidade desde os primórdios da trajetória planetária da terra. Ao chegar nesse entendimento, temos que agir.
Em principio a nossa sugestão é mudar, reformar, alterar nossas configurações morais.
Amar como principio, compartilhar por atitude e servir como regra.
Em não sendo possível adaptar nossas atuais ferramentas e adaptar nossas condições físicas, deve-se esmerar a sua condição espiritual.
Não é possível desconhecer e desprezar os avisos. Os tempos são chegados e não há tempo a perder. A sua estatura espiritual merecerá atenção e esforço máximo.
Declaro a todos que lêem esse texto que me acho inserido nesse contexto. Me encontro entre os irmãos inferiores que anseiam pela ascensão, já sei que temos a responsabilidades e que somos os responsáveis pelo que acontece na Terra. Tenho a certeza que o melhor a fazer é se entregar a pratica do amor. Aconselhada a minha consciência que também sofre, também aprende e é de todos a que mais necessita de ajuda. Vamos partir para a ação. Humildemente me atrevo a te convidar e se possível a te convocar para essa empreitada. Vamos pedir pela humanidade.
Antes porém vamos a algumas considerações.
Aprendi que quando pedimos por alguém, sempre nos é normal atendermos à nossas vontades em favor de nosso Bem  Estar. O fato é que nunca entendemos bem como funcionam os pedidos. Fomos acostumados assim. Em geral lemos no Evangelho que “quem pedir com fé será atendido”e assim que só nisso nos atentamos o que por vezes alimenta somente o nosso desejo. a gente com fervor pede. Assim nos foi ensinado como o bastante.
 Penso que toda vez que assim agimos, desaprendemos e distanciamos da verdadeira compreensão. Toda vez, porque pedimos para nós mesmos, agimos  para conosco ou para com os  nossos interesses. Se pedimos proteção para nós ou para os nossos, em verdade estamos rogando que Deus atenue as nossas provas e a de nossos outros. Está certo agir assim? Há algum equivoco nesse entendimento? penso que sim.
Vamos ver o que as escrituras do evangelho trazem:
(Trechos retirados do E. S. Espiritismo)
“1. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que, afetadamente, oram de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. – Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. – Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a porta, orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai, que vê o que se passa em secreto, vos dará a recompensa.
Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das palavras é que serão atendidos. Não vos torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade, antes que lho peçais. (S. MATEUS, cap. VI, vv., 5 a 8.)
2. Quando vos aprestardes para orar, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos céus, também vos perdoe os vossos pecados. – Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos céus, também não vos perdoará os pecados. (S. MARCOS, cap. XI, vv. 25 e 26.)
3. Também disse esta parábola a alguns que punham a sua confiança em si mesmos, como sendo justos, e desprezavam os outros:
Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu, publicano o outro. -O fariseu, conservando-se de pé, orava assim, consigo mesmo: Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dízimo de tudo o que possuo.
O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousava, sequer, erguer os olhos ao céu; mas, batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, que sou um pecador.
Declaro-vos que este voltou para a sua casa, justificado, e o outro não; porquanto, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado. (S. LUCAS, cap. XVIII, vv. 9 a 14.)
4. Jesus definiu claramente as qualidades da prece. Quando orardes, diz ele, não vos ponhais em evidência; antes, orai em secreto. Não afeteis orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. Oral, enfim, com humildade, como o publicano, e não com orgulho, como o fariseu. Examinai os vossos defeitos, não as vossas qualidades e, se vos comparardes aos outros, procurai o que há em vós de mau. (Cap. X, nº 7 e nº 8.)”
 Corretamente deveríamos nos remeter a uma das prerrogativas do amor: o perdão. Como pedir a Deus que nos livre das nossas penas se nós não somos capazes de livrar aqueles que penalizamos? Eis uma primeira atitude para se compreender e por em pratica. Como pedir que Deus nos perdoe se nós não somos capazes de perdoar? Eis outra prerrogativa do amor.  Ao agirmos como culturalmente fomos criados, a recorrer a Deus para os nossos interesses, é certo que não praticamos o amor em sua essência. Se partimos para o melhor entendimento, o do mandamento de Jesus, “amar ao próximo como a si mesmo”, praticaremos um amor perto do  incondicional e estaremos nos aproximando do verdadeiro amor, a grande arma transformadora, a grande ferramenta da paz.
Aprendi também que há um exemplo infalível sobre essa incondicionalidade do amor: o amor maternal. Pode-se praticar essa condição de amor ao próximo, ao desconhecido, ao que não lhe agrade e nem desperte interesse pessoal. Aqui, pode-se entender nisso uma grande sugestão de atitude, reforma íntima, compreensão e entendimento raciocinado e sensato.
Relatos seguros da vida nos planos espirituais dão-nos conhecimento da força plasmados dos espíritos e a potencialidade das formas pensamento.
Sabemos que nesse período de transição, muitos espíritos acomodados nas paragens da vida do espírito, julgando-se donos dos seus territórios, cheios de poderes sobre outros irmãos esperneiam e guerreiam, tentando impedir a inevitável transição já decretada pelas esferas superiores. Por isso muito desequilíbrio já é por nós percebido tão perto, em nosso país,  nossa cidade, nossa rua e até em nossa casa.
O mundo está sob o risco de guerras. Só a força do amor poderá agir para minimizar esses riscos. Embora não empunhemos armas e nem poderes para defesa, luta ou embates bélicos, precisamos nos reconhecer soldados do Cristo e começarmos a construir barreiras, edificar trincheiras pelas ondas mentais através de nossas orações.  Comecemos pedindo pela paz mundial serrando fileiras na oração em nosso Centro Espírita que em nosso caso é a abençoada Casa do Cinza e procuremos promover a multiplicação dessa ação em nosso culto do Evangelho.  Em seguida ajamos pela paz local. Aos nossos companheiros de viagem terrena, colegas de trabalho, parentes distantes, amigos de outros credos, sem discussões ideológicas, conclamemos a engrossar nosso escudo de oracao em favor da Paz Mundial. Façamos um grande movimento. Façamos a nossa parte. Que Deus nos abençoe e nos fortaleça pela Paz no Amor Dele.
Guti