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Mensagem do Evangelho

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Como os pensamentos positivos anulam os negativos?

Como os pensamentos positivos anulam os negativos?

Conversamos com um de nossos mentores espirituais, que se identificou como um Espírito Amigo, sobre como os pensamentos positivos anulam os negativos. Ele começou explicando que “qualquer pensamento gera formas. Somos grandes máquinas de gerar formas-pensamento”. A seguir você confere a íntegra de nosso bate-papo com o amigo espiritual.

1. Como meu pensamento interfere na minha vida?

a) Imagine que um médico diz que você tem câncer e um ano de vida;

b) Se você aceita e busca fazer o melhor que puder neste ano, isso vai gerar boas formas-pensamento;

c) Imagine uma notícia sobre um caso de corrupção. Se em vez de criticar, você pensar: “que pena que tal pessoa age assim” e orar por ela, ajudará a diminuir a quantidade gigantesca de pensamentos negativos que são emitidas para os políticos.

2. Mas essas injustiças deixam a gente até revoltado, não deixam?

a) É preciso ter cuidado com a revolta;

b) A revolta é uma das maneiras, muito intensa, de gerar formas-pensamento negativas;

c) Mas quando você imagina fazer algo errado você está gerando formas-pensamento mais intensas ainda do que com a revolta;

d) A revolta normalmente está relacionada a você, você não pensa nos outros —eis o egoísmo;

e) Já quando a sua revolta está direcionada a algo que ocorreu com outra pessoa, no fundo você está querendo o bem da pessoa —e a revolta vai fazer mal só para você;

f) É por isso que é preciso orar pelos políticos;

g) Os políticos que se corrompem não fazem ideia do mal que estão fazendo para eles mesmos;

h) Nunca fazemos o mal para os outros, mas só para nós mesmos;

i) Quanta gente está aprendendo a não agir como eles agem? Mesmo quando critica um político, você está fixando na sua mente: “não faça o mesmo”.

3. Qual a diferença entre olhar para o político e criticar, e olhar para o político e orar?

a) Pela crítica, a forma-pensamento é de revide, e isso nunca é bom;

b) Já a forma-pensamento que você emite quando ora é sempre positiva;

c) As formas-pensamento positivas ajudam a eliminar cem formas-pensamento negativas que tenham chegado até ele;

d) Além disso, ao orar por alguém que erra você está perdoando e compreendendo o erro —portanto, está realmente aprendendo.

4. O quê? Eu aprendo quando oro por alguém que está fazendo uma coisa errada?

a) Sim! Ao orar por alguém que erra, você está se iluminando também, está aprendendo de verdade;

b) Só assim você poderá ter certeza que, caso se torne um político, nunca vai fazer aquilo que eles fizeram;

c) Ao passo que se você critica, você está vendo que aquilo é errado, mas não está fazendo a análise correta da situação.

5. Você quer dizer que se eu critico um político corrupto é porque eu posso ser corrupto também?

a) Exatamente. Ao criticar, você está entendendo o mal pelo mal, e não como coibir o mal;

b) Se você não aprende a coibir o mal pelo bem, então você não está ainda assimilando aquele aprendizado;

c) Dessa forma, você corre o risco de vir como político em outra encarnação e fazer a mesma coisa que eles fazem;

d) Por isso é que o perdão é tão importante, e deve ser sempre incondicional.

6. Mas se eu deixar de apontar o mal, como vamos conseguir corrigir e pacificar o mundo?

a) Se você continua querendo coibir o mal com o mal, você não pacifica um ambiente;

b) E se você não pacifica, não faz jus a viver em um ambiente de paz;

c) Então, pacificando, você voltará numa próxima encarnação em um ambiente de paz;

d) Além de aprender o bem, você vai ter uma estrutura cultural pacífica, que vai te ajudar a vencer as suas tendências negativas com muita força;

e) Ao passo que se você analisa o mal pelo mal, não vai conseguir numa próxima encarnação voltar num ambiente de paz;

f) E para não incidir no erro, terá que fazer um esforço muito grande —terá que passar por uma série de percalços na vida para aprender a ser tolerante;

g) Lembre-se que a Caridade apaga a multidão de pecados.

7. Você falou há pouco que um pensamento bom consegue anular a influência de cem ruins. Como isso acontece?

a) Um pensamento bom anular cem ruins é uma questão de potencial fluídico;

b) Potencial é a capacidade de fazer algo;

c) Por exemplo: como vocês medem a potência elétrica? Em Watts;

d) Quando você mentaliza uma coisa ruim, por mais força que você imprima a seu pensamento, você nunca chegará a uma potência muito alta;

e) Este limite a própria lei divina impõe aos ambientes—é a Lei da Mínima Dor;

f) Ao emitir um pensamento negativo para os políticos, suponha que o máximo que você consiga atingir é uma concentração de 50 Watts;

g) Mesmo que você ainda tenha dificuldade de emitir bons pensamentos, se você faz uma oração breve e pede ao Pai que ilumine os políticos —isso qualquer um pode fazer—, o potencial mínimo do pensamento que você emite neste momento é de 5.000 Watts;

h) Portanto, seu pensamento positivo teve 100 vezes mais potencial que o pensamento negativo;

i) Com treinamento, você pode eliminar até 1 milhão de pensamentos negativos;

j) É a boa intenção que faz gerar todo esse potencial.

8. Nossa! E existe mais pensamento positivo ou pensamento negativo no mundo?

a) O pensamento positivo de Jesus consegue superar a soma dos pensamentos negativos de todo mundo aqui na Terra —e ainda sobra bastante potencial de pensamento positivo;

b) Se não for assim, como manter o controle do planeta?

c) O bem, na criação de Deus, sempre sobra, nunca falta. E o mal é sempre limitado;

d) A luz sempre dissolve as trevas, lembre-se sempre disso, em no mínimo cem por um;

e) Por isso a oração, a boa intenção, o pedido para que as pessoas consigam entrar em um processo de equilíbrio —tudo isso é muito importante.

Enviado por Equipe do Blog 26/11/2012

Fonte: Blog dos Espíritos

Bezerra de Meneses, Mensagens enviadas

Mundo de Regeneração já começou, diz Bezerra de Menezes

Mundo de Regeneração já começou, diz Bezerra de Menezes

Desde o dia 18 de abril de 2010 já vivemos aqui na Terra o Mundo de Regeneração. A confirmação chegou até o plano físico em mensagem de Bezerra de Menezes, pela psicofonia de Divaldo Franco, no encerramento do 3º Congresso Espírita Brasileiro em Brasília (DF), no mesmo dia.

Desde o final do século 20 o Apocalipse é um tema atual. Porém, com o agravamento dos processos climáticos e geológicos e ainda a proclamada nova data para o “fim do mundo” —dezembro de 2012—, tivemos o trabalho de pesquisar nas obras psicografadas pelo nosso querido Chico Xavier para ver se encontrávamos algo a respeito.

Qual nossa surpresa, porém, ao descobrir que nosso querido Bezerra de Menezes, através do confiável médium Divaldo Franco, ratificou o que nossos guias espirituais já diziam —o novo Ciclo de Regeneração realmente começou. E, segundo Emmanuel, na obra “Plantão de Respostas“, deve estar completamente instaurado até meados deste século.

Estamos, portanto, em um período de transição entre o Mundo de Expiação e Provas e o Mundo de Regeneração. Ainda passaremos grandes tribulações físicas e morais. Mas todas elas serão remédios para nossas doenças morais, e evitarão que bilhões de espíritos sejam exilados. Com esta nova visão, restauramos o aspecto Consolador do Espiritismo e somos capazes de compreender com mais clareza o comportamento que nos cabe diante do novo Mundo de Regeneração.

Leia a seguir a íntegra da mensagem de Bezerra de Menezes:

“Estamos agora em um novo período. Estes dias assinalam uma data muito especial: a data da mudança do Mundo de Provas e Expiações para Mundo de Regeneração.

A grande noite que se abatia sobre a Terra lentamente cede lugar ao amanhecer de bênçãos. Retroceder não mais é possível.

Firmastes, filhas e filhos da alma, um compromisso com Jesus antes de mergulhares na indumentária carnal, de servi-lo com abnegação e devotamento. Prometestes que lhe serieis fiel, mesmo que vos fosse exigido o sacrifício.

Alargando-se os horizontes deste amanhecer que viaja para a plenitude do dia, exultemos juntos, os Espíritos desencarnados e vós outros que transitais pelo mundo de sombras. Mas além do júbilo que a todos nos domina, tenhamos em mente as graves responsabilidades que nos exornam a existência no corpo ou fora dele.

Deveremos reviver os dias inolvidáveis da época do martirológio. Seremos convidados não somente ao aplauso, ao entusiasmo, ao júbilo, mas também ao testemunho, o testemunho silencioso nas paisagens internas da alma, o testemunho por amor àqueles que não nos amam, o testemunho de abnegação no sentido de ajudar aqueles ainda se comprazem em gerar dificuldades tentando inutilmente obstaculizar a marcha do progresso.

Iniciada a grande transição, chegaremos ao clímax e na razão direta em que o planeta experimenta as suas mudanças físicas, geológicas, as mudanças morais serão inadiáveis.

Que sejamos nós aqueles Espíritos espíritas que demonstremos a grandeza do amor de Jesus em nossas vidas. Que outros reclamem, que outros se queixem, que outros deblaterem —que nós outros guardemos, nos refolhos da alma, o compromisso de amar e amar sempre, trazendo Jesus de volta com toda a pujança daqueles dias que vão longe e que estão muito perto.

Jesus, filhas e filhos queridos, espera por nós!

Que seja o nosso escudo o Amor, as nossas ferramentas, o Amor, e a nossa vida, um Hino de Amor, são os votos que formulamos os Espíritos Espíritas aqui presentes e que me sugeriram representá-los diante de vós.

Com muito carinho o servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra

Muita Paz, filhas e filhos do coração.

Mensagem psicofônica do Espírito Bezerra de Menezes pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento do 3º Congresso Espírita Brasileiro em Brasília (DF) no dia 18/04/2010.

Enviado por Equipe do Blog on 08/02/2011

Fonte: Blog dos Espíritos

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Nossa relação com a mediunidade…

Nossa relação com a mediunidade…

Não anda muito boa, como desde sempre… Continuamos idolatrando médiuns, principalmente os chamados médiuns de cura. Ainda buscamos respostas para o nosso problema pessoal X e a nossa dúvida Y na via mediúnica, o que um pouco de reflexão e a leitura edificante poderiam resolver. Mistificamos salas, mesas, objetos, reuniões, como se não houvesse Espíritos por toda a parte e todo lugar não fosse criação do Pai celestial.

Nós valorizamos ainda o livro psicografado, mesmo que nele esteja um sem-número de inconsistências; mas relegamos a segundo plano obras de encarnados fruto de longas reflexões. Confundimos as orientações mediúnicas com a vida administrativa da casa espírita; gostamos da foto daquele mentor, ilustrando as dependências da casa espírita e, ainda, fazemos filas para assistir ao maravilhoso fenômeno, como curiosos da era vitoriana.

Os Espíritos são os homens desencarnados, amigos e inimigos de ontem que se alternam conosco nas lutas da matéria. Isso Kardec já asseverava com propriedade… A mediunidade é via bendita de trabalho, na reunião mediúnica de atendimento a Espíritos sofredores, no consolo a mães aflitas, nas mensagens de esclarecimento e reflexão, como bem exemplificou na conduta mediúnica Francisco Cândido Xavier, que, apesar de suas faculdades, se mantinha a par de personalismos, na valorosa mediunidade com Jesus.

A mediunidade não é um superpoder de um herói de filme e nem uma tenda de milagres. É uma possibilidade que, se não for bem conduzida, pode enveredar para caminhos perigosos. Entretanto, o médium é ser humano, falível, com necessidades e anseios. Os Espíritos, também, homens de outras eras, estão conosco nesta caminhada evolutiva no orbe terrestre.

Por isso, insta analisarmos a nossa relação com a mediunidade, a nossa e a dos outros. O que queremos dela? O que pensamos disso? Precisamos estudar, não só os aspectos práticos e científicos da questão mediúnica, mas o seu aspecto filosófico, para não nos tornarmos vítimas de armadilhas e de ilusões.

Somente assim poderemos enxergar a mediunidade com a naturalidade que lhe é própria, ainda que requeira cuidados e preparo, como qualquer potencialidade do ser humano.

Marcus Vinicius de Azevedo Braga

Fonte: http://www.oconsolador.com.br/ano5/209/marcus_braga.html

Imagem: Google

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Ninguém está desamparado 

Não há ninguém desamparado. Assim como aqui na Terra, na pior das hipóteses, renasceremos a sós, em companhia de nossa mãe, mas nunca sozinhos, no mundo espiritual também a Providência Divina ampara todos os seus filhos.
Ainda aqueles considerados os mais infelizes, pelas ações que praticaram e que entram no mundo espiritual com a mente barrada pela sombra, que eles próprios criaram em si mesmos, ainda esses têm o carinho de guardiães amorosos que os ajudam e amparam, no mundo de mais luzes e mais felicidade.

Chico Xavier

Por Balbino Gonçalves do Amaral

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Que acontece ao perispírito no momento da morte?


Que acontece ao perispírito no momento da morte?
O perispírito desempenha um papel muito importante no momento da desencarnação do Espírito.
Quando ocorre a morte do corpo material, a alma entra em um estado de perturbação mais ou menos prolongado, dependendo das suas condições espirituais e morais. Então, o perispírito, que estava unido molécula a molécula ao corpo material, começa a se desprender gradualmente.
Esse desprendimento pode ser rápido ou lento, variando caso a caso, em função do tipo de morte natural, acidental ou violenta e em razão do grau de afinidade que exista entre as moléculas do períspirito com as do corpo material.
Para a alma que se identificou com os valores espirituais e com a prática das virtudes, conquistando a nobreza moral, esse desprendimento é rápido e a perturbação não passa de um sono breve.
Assim, a alma do homem de bem se desprende com facilidade do corpo material. O seu perispírito, formado de fluidos sutis, tem pouca compatibilidade com a matéria densa. Então, a perturbação é leve, e a libertação processa-se sem esforços, ajudada pelo pressentimento do estado feliz que vai desfrutar na vida espiritual.
Um exemplo muito interessante disso encontra-se na Segunda Parte do livro O Céu e o Inferno, onde Allan Kardec publicou o seguinte depoimento de um Espírito feliz:
“A morte foi para mim como um sono, um sono tranquilo. Não tendo preocupações com o futuro, não me apeguei à vida. Não tive, por conseguinte, de me debater nos últimos instantes. A separação operou-se sem esforços, sem dor e sem que eu houvesse sequer me apercebido. Não sei quanto durou esse último sono;

 
mas foi breve. O despertar foi tão calmo que contrastava com a minha situação anterior.” (Samuel Philippe, um homem de bem em toda a acepção do termo.)
Já para a alma que se identificou com as más paixões, com os vícios, com a criminalidade e com as ilusões das coisas materiais, o desprendimento é muito lento, e a perturbação, bastante prolongada.
O perispírito, formado com fluidos bastante grosseiros, enraizou–se profundamente nas moléculas do corpo material. Então, o desprendimento torna-se difícil e o período de perturbação muito complicado.
Em alguns casos de desencarnação, como nos de criminosos ou de suicidas, o constrangimento é muito grande a ponto de a alma sentir a decomposição do envoltório corporal. Sobre esta realidade, Allan Kardec escreveu no artigo “Sensações dos Espíritos”, contido na Revista Espírita de dezembro de 1858:
“Recordemos a evocação do suicida da casa de banhos Samaritana, relatada em nossa Revista de junho. Como todos os outros, ele dizia:'(…) Entretanto, sinto que os vermes me roem'”.
“Ora, seguramente os vermes não roem o perispírito e, ainda menos, o Espírito; apenas roem o corpo. Mas como a separação entre corpo e perispírito não era completa, o resultado era uma espécie de repercussão moral que lhe transmitia a sensação do que se passava no corpo. Repercussão talvez não seja o vocábulo, o qual poderia fazer supor um efeito muito material: era antes a visão daquilo que se passava em seu corpo, ao qual estava ligado o seu perispírito, que lhe produzia uma ilusão, que tomava como realidade.”
Outra realidade, facilmente constatada nas comunicações, é que alguns Espíritos inferiores, após a morte do corpo material, não conseguem ausentar-se da superfície da Terra. O perispírito encontra-se demasiadamente denso, e isso se dá por falta de qualidades morais daqueles Espíritos. Então, eles não conseguem elevar-se acima das regiões terrenas, acreditando, muitas vezes, que continuam ainda vivos, com as mesmas ideias e o mesmo apego às coisas terrenas. Dessa forma, procuram manter as suas atividades e satisfazer as suas necessidades e paixões habituais.

 
Um exemplo interessante dessa dificuldade de desprendimento do corpo material é o do Espírito Novel:
“Vou narrar-te o meu sofrimento de quando morri. O meu Espírito, preso ao corpo por laços materiais, teve grande trabalho em desprender-se, o que constituiu uma primeira e dura agonia.” (Capítulo IV: Espíritos Sofredores, Segunda Parte de O Céu e o Inferno, de Allan Kardec.)
Então, devemos estar preparados espiritual e moralmente para enfrentar essas realidades do processo de desencarnação. A conquista da condição de homem de bem nos garantirá um fácil desprendimento e uma vida feliz no mundo dos Espíritos.
Fonte: Do Livro P E R I S P Í R I T O
O QUE OS ESPÍRITOS DISSERAM A RESPEITO
Autor: Geziel Andrade

Por Balbino Gonçalves do Amaral

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Após a tempestade 

Poucos são compadecidos de alma nesse mundo, ainda. Os tempos que se aproximam trarão virtudes dessa natureza aos que herdarão a bonança. Sim, a bonança que o velho provérbio se refere, após a tempestade. Os tempos são chegados e passarão para melhores dias. Assim dizem todas as escrituras de todos os povos, cada qual com sua metáfora profetizada. É preciso crer. Do outro lado da vida os avisos são muitos. A massa que habita a terra, não se apercebe disso há séculos. Reagem e revidam, apenas, como sempre. Não sabem o que fazem. É preciso crer sem medo. A Bíblia cita 366 vezes os versículos “não temas” e ilustra essa afirmação. Não é fácil… porém necessário…É necessário resistir às reações adversas perdoando, compreendendo, tolerando. São esses os gerúndios da nova aliança, que exigem acima de tudo coragem e perseverança. Não julgar também é atitude de coragem. Sem messianismo nessas palavras, reafirmo minha esperança. Bens materiais perderão sua importância, sobretudo se acumulados como praticados pela humanidade, sob a égide da ganância. Nos despirmos sem medo desses pecados é oferta de grande oportunidade de desapego para os que anseiam a herança do amor. Temos convivido com a ausência do “obrigado”, “por favor”, “seja bem vindo” , “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”. São armas nobres e eficientes para venceremos a passagem da transição planetária que está em curso. Basta reintegra-los a nossa vida. Pensar no bem apesar dos pesares. Repitamos diariamente: somos pessoas do bem.

Casa do Cinza 

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Paz é a melhor pedida

Paz é a melhor pedida para o nosso mundo nesse momento. O Evangelho de Jesus é o melhor remédio que deve ser tomado e receitado. Há muita intolerância e incompreenção todos os dias, nas ruas, nas casas e especialmente nas redes sociais. O amor precisa ser praticado sem demora por todos. Não julgar, não criticar, não maltratar, mesmo os que nos pareçam hostis, é tarefa para pessoas lúcidas e comprometidas com o bem. Vamos nos comprometer com o bem, gente. Vigiemos nossas atitudes, porque existe uma forte tendência ao descontrole e desarmonia pairando sobre as pessoas como nuvem negra invisível que impede a lucidez. Dissipemos essa nuvem com Amor. É imprescindível e importante implantar essa vigilância para a nossa sobrevivência. Não há outra forma de vencermos essa fase que pode ser chamada de transição planetária, ciclo de purificação ou apocalipse. Alertem seus amigos, seus familiares, seus colegas de trabalho. Alertem todos. 

Casa do Cinza

Divaldo Pereira Franco, Mensagens enviadas, Uncategorized

Gravíssimo!!! Alerta a todos, especialmente aos espíritas. 

Essa mensagem do grande orador e médium Divaldo Pereira Franco merece ser assistida e compartilhada. É um alerta aos espíritas e aos médiuns em especial. A transição planetária atinge a todos mas os seguidores do Mestre Jesus, os trabalhadores da última hora precisam estar em constante vigilância. Assistam compartilhem. Ave Cristo!!!

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Ciência e Espiritismo 

Ciência e Espiritismo
A Ciência, vencendo os tabus e os atavismos da ignorância, vem desvendando os mistérios da Natureza e desvelando as leis que engrandecem a vida.

O Espiritismo, rompendo os véus do preconceito e das superstições, penetra no âmago das questões intrincadas do existir, revelando o mundo causal e invisível de onde procede e para onde retorna a vida real.

A Ciência, colocando as suas sondas e lâminas no macro como no microcosmo, interpreta os enigmas da criação e explica os fenômenos da vida organizada da Terra.

O Espiritismo, trabalhando com as forças parafísicas do ser, desdobra para o homem a ética-moral de comportamento que o conduz à felicidade mediante a correta utilização dos recursos que lhe estão à disposição.

A Ciência prolongou a vida humana, modificou a paisagem do planeta, propiciou comodidades, facultou altos voos para a inteligência e para a imaginação.

O Espiritismo demonstrou que a longevidade física, por mais larga, é sempre breve ante a eternidade do ser espiritual, trabalhando o homem para usar as conquistas da tecnologia sem perder ou menosprezar os títulos da dignidade e do amor.

No auge das incursões da Ciência no embelezamento da vida e explicação das leis universais, Challemel-Lacour exclamou: “Ciência e razão, eis os meus deuses”, provocando, na Academia de Letras de Paris, vivos aplausos por parte dos utopistas e gozadores.

Logo depois, no mesmo recinto, Francis Chalmers, após reflexões profundas, afirmou: “Não conheço um só exemplo que comprove o êxito da ciência enxugando as lágrimas que nascem no coração”.

A Ciência, sem o suporte da fé religiosa, que se estriba no fato e na razão, perde-se em devaneios, detectando os efeitos que não bastam para explicar a realidade dos fenômenos.

Negando Deus, a Causa Fundamental, não logra preencher o vazio da emoção, nem enxugar as lágrimas do coração.

Certamente que anestesia a dor, corrige imperfeições, elucida problemas, no entanto não consola o amor que se sente frustrado ante a ingratidão, o crime, a saudade de quem se transferiu do corpo para a Vida… Nem consegue equacionar os dramas do sentimento, da afetividade, as aptidões e tendências dos destinos humanos…

O Espiritismo é o elo de segurança entre a ciência e a religião, a fé e a razão, a virtude e a ação.

Aprofundando-se nas origens da própria vida, o Espiritismo demonstra a lógica de existir, no processo de evolução e interpreta todos os problemas que se demoram como incógnitas, sem fugir à razão nem ao bom senso, antes baseando-se nestes, erigindo o edifício do saber com os alicerces do conhecimento e a argamassa da fé.

Eis por que a Ciência, sem a Religião, frustra os altos ideais do homem e a Religião, sem a Ciência como suporte, não passa de pretexto para o fanatismo, que não se justifica e sequer suporta as experiências dolorosas da própria vida.
Espírito: Vianna de Carvalho

 

Do livro Reflexões Espíritas, obra mediúnica psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco.

Por Balbino Gonçalves do Amaral 

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Mensagem do ESE – Evangelho Segundo o espiritismo 1

Missão dos espíritas
4. Não escutais já o ruído da tempestade que há de arrebatar o velho mundo e abismar no nada o conjunto das iniqüidades terrenas? Ah! bendizei o Senhor, vós que haveis posto a vossa fé na sua soberana justiça e que, novos apóstolos da crença revelada pelas proféticas vozes superiores, ides pregar o novo dogma da reencarnação e da elevação dos Espíritos, conforme tenham cumprido, bem ou mal, suas missões e suportado suas provas terrestres.
Não mais vos assusteis! As línguas de fogo estão sobre as vossas cabeças. O verdadeiros adeptos do Espiritismo!… sois os escolhidos de Deus! Ide e pregai a palavra divina. É chegada a hora em que deveis sacrificar à sua propagação os vossos hábitos, os vossos trabalhos, as vossas ocupações fúteis. Ide e pregai. Convosco estão os Espíritos elevados. Certamente falareis a criaturas que não quererão escutar a voz de Deus, porque essa voz as exorta incessantemente à abnegação. Pregareis o desinteresse aos avaros, a abstinência aos dissolutos, a mansidão aos tiranos domésticos, como aos déspotas! Palavras perdidas, eu o sei; mas não importa. Faz-se mister regueis com os vossos suores o terreno onde tendes de semear, porquanto ele não frutificará e não produzirá senão sob os reiterados golpes da enxada e da charrua evangélicas. Ide e pregai!
Ó todos vós, homens de boa-fé, conscientes da vossa inferioridade em face dos mundos disseminados pelo infinito!… lançai-vos em cruzada contra a injustiça e a iniqüidade. Ide e proscrevei esse culto do bezerro de ouro, que cada dia mais se alastra. Ide, Deus vos guia! Homens simples e ignorantes, vossas línguas se soltarão e falareis como nenhum orador fala. Ide e pregai, que as populações atentas recolherão ditosas as vossas palavras de consolação, de fraternidade, de esperança e de paz.
Que importam as emboscadas que vos armem pelo caminho! Somente lobos caem em armadilhas para lobos, porquanto o pastor saberá defender suas ovelhas das fogueiras imoladoras.
Ide, homens, que, grandes diante de Deus, mais ditosos do que Tomé, credes sem fazerdes questão de ver e aceitais os fatos da mediunidade, mesmo quando não tenhais conseguido obtê-los por vós mesmos; ide, o Espírito de Deus vos conduz.
Marcha, pois, avante, falange imponente pela tua fé! Diante de ti os grandes batalhões dos incrédulos se dissiparão, como a bruma da manhã aos primeiros raios do Sol nascente.
A fé é a virtude que desloca montanhas, disse Jesus. Todavia, mais pesados do que as maiores montanhas, jazem depositados nos corações dos homens a impureza e todos os vícios que derivam da impureza. Parti, então, cheios de coragem, para removerdes essa montanha de iniqüidades que as futuras gerações só deverão conhecer como lenda, do mesmo modo que vós, que só muito imperfeitamente conheceis os tempos que antecederam a civilização pagã.
Sim, em todos os pontos do Globo vão produzir-se as subversões morais e filosóficas; aproxima-se a hora em que a luz divina se espargirá sobre os dois mundos.
Ide, pois, e levai a palavra divina: aos grandes que a desprezarão, aos eruditos que exigirão provas, aos pequenos e simples que a aceitarão; porque, principalmente entre os mártires do trabalho, desta provação terrena, encontrareis fervor e fé. Ide; estes receberão, com hinos de gratidão e louvores a Deus, a santa consolação que lhes levareis, e baixarão a fronte, rendendo-lhe graças pelas aflições que a Terra lhes destina.
Arme-se a vossa falange de decisão e coragem! Mãos à obra! o arado está pronto; a terra espera; arai!
Ide e agradecei a Deus a gloriosa tarefa que Ele vos confiou; mas, atenção! entre os chamados para o Espiritismo muitos se transviaram; reparai, pois, vosso caminho e segui a verdade.
Pergunta. – Se, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho?
Resposta. – Reconhecê-los-eis pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão. Reconhecê-los-eis pelo número de aflitos a que levem consolo; reconhecê-los-eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal; reconhecê-los-eis, finalmente, pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de Sua lei; os que seguem Sua lei, esses são os escolhidos e Ele lhes dará a vitória; mas Ele destruirá aqueles que falseiam o espírito dessa lei e fazem dela degrau para contentar sua vaidade e sua ambição. – Erasto, anjo da guarda do médium. (Paris, 1863.) (1)
(1) Na terceira edição francesa esta mensagem saiu incompleta e sem assinatura. Completamo-la em confronto com a 1ª edição do original. – A Editora da FEB, em 1948..

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Quem foi o professor Rivail

Quem foi o professor Rivail? 
A pergunta surgiu espontânea naquele pequeno grupo há pouco tempo formado. Ela assustou o visitante, que não imaginava uma informação histórica tão importante fosse ignorada pelo grupo todo, pois que os demais não souberam também responder.
A ocorrência, contada por uma amiga, chamou-me a atenção. Percebi outro ângulo de abordagem também necessária e sempre oportuna. Vamos, então, a uma abordagem rápida e compacta.
Muitos já ouviram falar, outros talvez ignorem totalmente, mas a verdade é que a personalidade cujo aniversário é comemorado na primeira semana de outubro ainda é um ilustre desconhecido. Imaginam que ele foi algum místico, líder religioso ou algo parecido. Chegam a pensar que fundou alguma religião e muitas vezes o desprezam completamente, justamente por desconhecê-lo. Na verdade, ele foi respeitado professor em sua época.
Homem de princípios rígidos, educado em famoso instituto educacional da Suíça, observador atento que buscava razões para fatos e acontecimentos, criterioso pesquisador e comportamento avesso a práticas místicas ou fantasiosas. Ao mesmo tempo, porém, personalidade bondosa que chegou a fundar cursos gratuitos para pessoas carentes. Publicou inúmeros livros em sua área profissional, que foram inclusive adotados pelo governo, e tornou-se respeitável figura da sociedade de sua época.
Casado e sem filhos, aos cinquenta anos foi levado por amigos a observar estranhos fenômenos que se tornavam moda na França. 
Incrédulo a princípio, aplicou os métodos que usava como sério pesquisador e através da observação e da experimentação, concluiu pela existência dos espíritos como agentes dos estranhos fenômenos. 
Dedicou-se a estudar tais fenômenos, percebendo neles um mundo novo que se abria aos horizontes humanos, com a constatação plena da imortalidade da alma após a morte do corpo e a possibilidade do intercâmbio entre os chamados mortos com os chamados vivos através da mediunidade. Revelações antes já anunciadas por Jesus e ora estudadas com a profundidade que o assunto merece.
De posse de informações e pesquisas, colhidas de manifestações recebidas em diversos lugares do mundo, simultaneamente e por pessoas desconhecidas entre si, além do trabalho pessoal dele próprio nesse campo de pesquisa, publicou a obra O Livro dos Espíritos, obra basilar da Codificação Espírita, que surgiu em Paris, França, no dia 18 de abril de 1857. A partir daí, publicou outras obras que se seguiram, fundou uma revista que funcionava como verdadeiro laboratório de pesquisas, fundou ainda uma sociedade para reunir os interessados em estudar e pesquisar os mesmos assuntos e tornou-se o Codificador (organizador) do Espiritismo, ou seja aquele que organizou os ensinos trazidos pelos espíritos.
Poliglota, homem dotado de muita cultura, e essencialmente um pesquisador, Hippolyte Leon Denizard Rivail nasceu em Lion, na França, no dia 3 de outubro de 1804 (data que ora lembramos) e ao publicar as obras da Codificação Espírita, adotou o pseudônimo de Allan Kardec, como a dizer que aqueles não eram livros de sua autoria, mas fruto dos ensinos dos espíritos, que ele, Rivail, apenas fora o instrumento para organizar e coordenar os assuntos e dar-lhes publicidade. Não foi médium, líder religioso, místico ou qualquer outro título que lhe queiram dar. Apenas um respeitado cidadão francês, de muita cultura e personalidade firme e bondosa, que defrontado com estranhos fenômenos, dedicou-se a pesquisá-los, vencendo inicialmente as barreiras da própria incredulidade, mas sabedor de que ali se encontrava a resposta para as angustias humanas. Esta é a personalidade ímpar de Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo.
Orson Peter Carrara