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O Espírita e a Política: uma reflexão a respeito das manifestações em redes sociais

 

Um dos maiores espíritas que reencarnaram no Brasil, foi político renomado: Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti. No mesmo período – final do século XIX – encontraremos Anália Franco como membro do Partido Republicano, fato que ela sabia separar, com distinção, de sua militância social e educativa. Cairbar Schutel assumia o posto de vereador pela primeira vez em 1889, Eurípedes Barsanulfo na pequena Sacramento, também dedicou-se à política, dentre muitos outros.

Ignorar a presença de políticos, cientistas, acadêmicos, empresários e filósofos no meio espírita, ao longo de sua existência, seria uma injustiça histórica. Figuras ilustres como Lins de Vasconcelos e Frederico Figner, empenharam suas vidas e suas respectivas fortunas à divulgação do Espiritismo. Envolviam-se em terreno delicado ao propor levar um pouco mais de luz, de esclarecimento ao povo mais necessitado.

Se recuarmos um pouco mais no tempo, veremos que o movimento que ocorreu no Brasil, espelhava aquilo que havia começado na França quando intelectuais, artistas, políticos e acadêmicos fizeram coro ao trabalho de Allan Kardec na propagação doutrinária. A França que abrigou Voltaire e Rousseau, precisou de conflitos armados para fazer com que a democracia se instaurasse. Segundo o historiador Will Durant, o movimento democrático nasceu do “dinheiro e da pólvora”.

Onde queremos chegar? Que falar sobre política e fazer política é tão natural quanto necessário. O que tem chamado a atenção, nas redes sociais, é a falta de compromisso com que a política tem sido compartilhada, inclusive, por espíritas. Assemelha-se a uma torcida de futebol em que os opostos desfilam provocações cada vez mais ácidas, demonstrando fragilidades preocupantes.

A omissão de instituições espíritas quanto ao cenário político, transformou-se em algo “normal”, quando lideranças confundem a liberdade de opinião com o laissez faire, no sentido de o que você quiser fazer é problema seu, afinal, não esclarecerem seus profitentes.

Recentemente, um espírita de renome, por seu belíssimo e indiscutível trabalho assistencial desenvolvido em bairro de periferia de Salvador, além de extensa obra mediúnica, foi duramente criticado por posicionar-se a favor da “direita” e daqueles que a imprensa tem noticiado como “pessoas de bem”. É a opinião dele e deve ser respeitada, assim como devemos respeitar a opinião daqueles que pensam diferente, como os que se colocam de “esquerda”.

Aliás – apesar de toda a crítica que essa reflexão receberá –, combina mais com o espírita o posicionamento de esquerda do que da situação. Por que? Porque o progresso social, a partir do progresso individual com acesso à educação e melhores condições de vida deveria ser uma plataforma de trabalho do espírita, de acordo com seus recursos e posicionamento social. As Leis Morais em O Livro dos Espíritos podem elucidar melhor esse pensamento.

O que tem ocorrido é uma confusão dantesca entre o agente de corrupção e a corrupção. A corrupção é uma das manifestações do egoísmo humano, quando, em detrimento ao bem comum, opta-se por levar vantagens pessoais, sem pensar no progresso que poderia realizar se agisse da forma diferente. O “instrumento de escândalo” (o corrupto) é refém de suas escolhas, arregimentando compromissos de ordem espiritual cada vez mais sérios e que deveria ser motivo para profundas reflexões de nossa parte: acaso estamos isentos de erros, mazelas e dificuldades de toda ordem? Eleger um “salvador” que não seja o “Modelo e Guia da Humanidade” é procurar amparo para legitimar ideias egoístas.

Os instrumentos que hoje avaliam a corrupção, também se beneficiam dela, de maneira que, seu senso de justiça nem sempre é capaz de sobrepor o posicionamento político de “situação-oposição”, obnubilando o julgamento de condenar.

Quem está certo? Quem está errado? Camille Flammarion, no túmulo de Allan Kardec proferiu discurso que se notabilizou por considerar Kardec o “bom senso encarnado”.

Um amigo, de esquerda, com profundo bom senso – em todos os campos da vida, admirável, diga-se de passagem – sempre nos diz que “os extremos devem ser evitados”.

Não tenho vinculação a nenhum partido político. Fui eleitor tanto de esquerda quanto de direita ao longo dessa jornada terrena. Procuro, como livre pensador, analisar prós e contras, ainda que contrariem as opiniões dos amigos. No máximo, evito discutir e tentar “impor” meu ponto de vista para que as discussões não se exaltem além do ambiente fraterno em que começaram. Busco vislumbrar qualidades na oposição e situação para escolher candidatos e seus respectivos projetos para solucionar os problemas do país. Acertamos e erramos em nossas escolhas, mas não transformamos nosso posicionamento pessoal em motivo para brigas, contendas e desavenças, sejam no meio espírita ou fora dele.

Que o espírita se posicione favorável ou contra determinada corrente política, mas que sua forma de se posicionar seja pautada nos princípios doutrinários que, na atualidade, ele consegue praticar. Não sejamos nós, espíritas, motivo de escândalo, incentivando a proliferação de ideias contrárias ao que a Doutrina Espírita nos orienta, seja de esquerda ou direita: o contraditório é saudável no processo de aprendizado!

“Aos homens progressistas se deparará nas ideias espíritas poderosa alavanca e o Espiritismo achará, nos novos homens, Espíritos inteiramente dispostos a acolhê-lo.” (Allan Kardec)

Vladimir Alexei é orador espírita na cidade de Belo Horizonte/MG e colaborador da Rede Amigo Espírita

Belo Horizonte, das Minas Gerais,

07 de abril de 2018

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BRASIL DO FUTURO

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O que você está pensando neste momento? Eu, no futuro. No futuro de nossas crianças, de nossa geração que aos poucos vamos envelhecendo, no futuro dos jovens que estarão disputando o mercado de trabalho, no futuro de nossas leis e organizações e no futuro de uma nova Sociedade sem ódios e sem disputa pelo poder, onde as pessoas tenham a compreensão de que somos Espíritos criados pelo único DEUS e que estamos em processo de evolução.

 A população brasileira precisa acordar para o seu futuro. Temos aproximadamente 200 milhões de pessoas. São seres inteligentes que tem o livre-arbítrio de decidir sua própria vida. Por favor, façam suas escolhas em prol de um futuro melhor. Optem por mudar seus hábitos, suas rotinas, seu modo de pensar e pelas mudanças que o futuro nos aguarda. Somos viajantes do tempo e não podemos viver pisando uns nos outros. Somos pequenos gravetos na lama diante da grandeza e da imensidão da vida e do Universo criado por DEUS. Dentre esses 200 milhões temos pessoas preparadas e melhores que podem ajudar a mudar nossa vida. Para isso é preciso acabar com a reeleição aos cargos públicos.

Nossa vida no Planeta Terra é uma Escola de bênçãos para apreendermos uns com outros. Infeliz daquele que tenta desdizer os valores sagrados da vida e faz mal a seu irmão. Pobres seres infelizes que buscam usar o poder do dinheiro em seu próprio benefício roubando de seus irmãos. Nada neste mundo fica ou ficará impune. A história mostra a todos os atos e fatos que aconteceram. Nações, Reis e Autoridades viraram pó, foram reduzidos a nada. Pararam sua evolução para depois voltar com propostas de evolução que não conseguem fazer. Lembrem-se da Lei de Ação e Reação. Fazendo o mal recebemos o mal, fazendo o bem recebemos o bem.

 O que estamos presenciando neste momento em nosso Brasil é simplesmente humilhante diante da grandeza do significado da Vida e da Natureza Humana. DEUS não criou os diferentes Mundos tão somente para brincar de criação, mas, para permitir a evolução das espécies. Somos, assim, responsáveis por tudo que acontece em nossa volta. Nossa conduta deve ser de olhar em nosso entorno e ter ações pró ativas em prol da Paz, do Amor e da Esperança.

Senhores Governantes, postulantes ao exercício do Cargo Público e ilustres representantes do Povo Brasileiro que lhes concedemos a oportunidade para trabalhar em prol do Homem, mudem seu comportamento. Deixem de lado a hipocrisia, a maldade, a ganância e a arrogância. Trabalhem a favor de seu irmão. Deixem seus Gabinetes e vão ver de perto a realidade de nossos Hospitais, Centros de Saúde, Escolas Municipais, Moradias irregulares e humilhantes, irmãos sem apoio, sem emprego e sem casa para morar. Trabalhem de mãos unidas para eliminarmos a ignorância pela via da Educação, da Segurança e da Fraternidade.

Para mudarmos essa conduta de desonestidade é preciso que Vocês representantes do Povo deem o exemplo. Uma Nação pode mudar sua conduta quando seus Representantes Políticos, Empresários e Demais Autoridades dão o exemplo de vida. O Povo Brasileiro precisa disso. Precisa de bons exemplos. São assim as famílias. Quando os Pais dão bons exemplos a família é sagrada, unida e abençoada. Temos que mudar nosso modo de ser, pois, hoje, estamos mostrando a desesperança, o despreparo, e nos afundando em posturas de desvios de recursos que poderiam ser aplicados em projetos e atividades para melhorar a vida de todos nós.

Uma pequena avaliação de alguns Projetos Nacionais em curso que foram mudados seus valores econômicos muito acima dos padrões normais poderiam alimentar perto de 545 milhões de pessoas. Não havendo bons exemplos de nossos Governantes fica mais difícil de corrigir as desigualdades. Não podemos continuar humilhando as pessoas com recursos financeiros de pequena monta, mas, oferecer possibilidades e chances para saírem da trágica vida que vivem: infraestrutura escassa (água e esgoto), desmerecidos, humilhados, roubados e usados para sustentar uma elite política quando ocorre uma Eleição.

O Brasil é um País privilegiado sim, por reencarnar Espíritos que não querem desenvolver uma guerra civil por uma questão religiosa ou por acreditar que uma minoria seja superior à outra. É um País que dá exemplos da diversidade pessoal, cultural, social e política. Somos especiais em unirmos nossas crenças a favor do bem, da música, de um projeto para ajudar nossos irmãos em maiores dificuldades, mas, pecamos ainda quando procuramos desenvolver atos em torno de prestigiar o suborno, a mentira e os desvios de recursos públicos sem serem punidos.

É bem verdade que não somos adivinhos do futuro, mas, temos como precaver e minorar os impactos de anos mais difíceis que virão. Um País não se muda em 04, 08 ou 12 anos, mas, em um Ciclo de Desenvolvimento de 60 anos. Kondratiev, economista Russo, mostrou em seus estudos e pesquisas de que isso é vital e verdadeiro. Muitos outros estudiosos posteriores vieram comprovar isto. Basta examinar os resultados históricos das Nações que se desenvolveram e estão em vias de desenvolvimento.

Contudo, se não tivermos um planejamento sério quanto ao nosso futuro seremos surpreendidos por dias de relevantes dificuldades. José no Egito demostrou ao Rei da época que a economia teria dias futuros de grandes dificuldades pela falta de chuvas e a baixa produção. Esse quadro é válido também para as economias atuais. São Paulo que é o diga: reservatórios de água ao nível de 3%. Não teremos dias de bonança sempre. Em 2050, por exemplo, teremos que aumentar a produção de alimentos em 50% e da energia em 36%. Se fosse verdadeiro que o futuro seria igual o presente, não teríamos tido a grande evolução que tivemos deste a época do Egito, Grécia, Roma, Espanha e Portugal.

Com esse quadro precisamos de dirigentes que sejam visionários e líderes e não de pessoas que ficam sentados em suas mesas fazendo o papel de articulador e de negociador de recursos, desviando uma parcela para si própria e para seu partido.

Que Brasil precisamos ter para que cada trabalhador tenha um salário mínimo de US$ 1.000? Hospitais e Centros de Saúde que funcionem? Uma estrutura tributária de 10 a 20% e não de 60%? Justiça que não seja parceira das negociatas? Segurança total? Educação perfeita? Tratamento de água e esgoto de 100%? Rodovias que sejam asfaltadas em 100%? Logística portuária, de transporte e de energia de 100%? Índice de óbito = zero? Índice de violência = zero? Índice de desenvolvimento humano = 1,00?

 Essas respostas não podem ser respondidas por Dirigentes despreparados e nem por corruptos. Ou mudamos ou nosso desenvolvimento será cerceado pela ignorância e por pessoas despreparadas para conduzir uma Nação ao futuro.

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Como os pensamentos positivos anulam os negativos?

Como os pensamentos positivos anulam os negativos?

Conversamos com um de nossos mentores espirituais, que se identificou como um Espírito Amigo, sobre como os pensamentos positivos anulam os negativos. Ele começou explicando que “qualquer pensamento gera formas. Somos grandes máquinas de gerar formas-pensamento”. A seguir você confere a íntegra de nosso bate-papo com o amigo espiritual.

1. Como meu pensamento interfere na minha vida?

a) Imagine que um médico diz que você tem câncer e um ano de vida;

b) Se você aceita e busca fazer o melhor que puder neste ano, isso vai gerar boas formas-pensamento;

c) Imagine uma notícia sobre um caso de corrupção. Se em vez de criticar, você pensar: “que pena que tal pessoa age assim” e orar por ela, ajudará a diminuir a quantidade gigantesca de pensamentos negativos que são emitidas para os políticos.

2. Mas essas injustiças deixam a gente até revoltado, não deixam?

a) É preciso ter cuidado com a revolta;

b) A revolta é uma das maneiras, muito intensa, de gerar formas-pensamento negativas;

c) Mas quando você imagina fazer algo errado você está gerando formas-pensamento mais intensas ainda do que com a revolta;

d) A revolta normalmente está relacionada a você, você não pensa nos outros —eis o egoísmo;

e) Já quando a sua revolta está direcionada a algo que ocorreu com outra pessoa, no fundo você está querendo o bem da pessoa —e a revolta vai fazer mal só para você;

f) É por isso que é preciso orar pelos políticos;

g) Os políticos que se corrompem não fazem ideia do mal que estão fazendo para eles mesmos;

h) Nunca fazemos o mal para os outros, mas só para nós mesmos;

i) Quanta gente está aprendendo a não agir como eles agem? Mesmo quando critica um político, você está fixando na sua mente: “não faça o mesmo”.

3. Qual a diferença entre olhar para o político e criticar, e olhar para o político e orar?

a) Pela crítica, a forma-pensamento é de revide, e isso nunca é bom;

b) Já a forma-pensamento que você emite quando ora é sempre positiva;

c) As formas-pensamento positivas ajudam a eliminar cem formas-pensamento negativas que tenham chegado até ele;

d) Além disso, ao orar por alguém que erra você está perdoando e compreendendo o erro —portanto, está realmente aprendendo.

4. O quê? Eu aprendo quando oro por alguém que está fazendo uma coisa errada?

a) Sim! Ao orar por alguém que erra, você está se iluminando também, está aprendendo de verdade;

b) Só assim você poderá ter certeza que, caso se torne um político, nunca vai fazer aquilo que eles fizeram;

c) Ao passo que se você critica, você está vendo que aquilo é errado, mas não está fazendo a análise correta da situação.

5. Você quer dizer que se eu critico um político corrupto é porque eu posso ser corrupto também?

a) Exatamente. Ao criticar, você está entendendo o mal pelo mal, e não como coibir o mal;

b) Se você não aprende a coibir o mal pelo bem, então você não está ainda assimilando aquele aprendizado;

c) Dessa forma, você corre o risco de vir como político em outra encarnação e fazer a mesma coisa que eles fazem;

d) Por isso é que o perdão é tão importante, e deve ser sempre incondicional.

6. Mas se eu deixar de apontar o mal, como vamos conseguir corrigir e pacificar o mundo?

a) Se você continua querendo coibir o mal com o mal, você não pacifica um ambiente;

b) E se você não pacifica, não faz jus a viver em um ambiente de paz;

c) Então, pacificando, você voltará numa próxima encarnação em um ambiente de paz;

d) Além de aprender o bem, você vai ter uma estrutura cultural pacífica, que vai te ajudar a vencer as suas tendências negativas com muita força;

e) Ao passo que se você analisa o mal pelo mal, não vai conseguir numa próxima encarnação voltar num ambiente de paz;

f) E para não incidir no erro, terá que fazer um esforço muito grande —terá que passar por uma série de percalços na vida para aprender a ser tolerante;

g) Lembre-se que a Caridade apaga a multidão de pecados.

7. Você falou há pouco que um pensamento bom consegue anular a influência de cem ruins. Como isso acontece?

a) Um pensamento bom anular cem ruins é uma questão de potencial fluídico;

b) Potencial é a capacidade de fazer algo;

c) Por exemplo: como vocês medem a potência elétrica? Em Watts;

d) Quando você mentaliza uma coisa ruim, por mais força que você imprima a seu pensamento, você nunca chegará a uma potência muito alta;

e) Este limite a própria lei divina impõe aos ambientes—é a Lei da Mínima Dor;

f) Ao emitir um pensamento negativo para os políticos, suponha que o máximo que você consiga atingir é uma concentração de 50 Watts;

g) Mesmo que você ainda tenha dificuldade de emitir bons pensamentos, se você faz uma oração breve e pede ao Pai que ilumine os políticos —isso qualquer um pode fazer—, o potencial mínimo do pensamento que você emite neste momento é de 5.000 Watts;

h) Portanto, seu pensamento positivo teve 100 vezes mais potencial que o pensamento negativo;

i) Com treinamento, você pode eliminar até 1 milhão de pensamentos negativos;

j) É a boa intenção que faz gerar todo esse potencial.

8. Nossa! E existe mais pensamento positivo ou pensamento negativo no mundo?

a) O pensamento positivo de Jesus consegue superar a soma dos pensamentos negativos de todo mundo aqui na Terra —e ainda sobra bastante potencial de pensamento positivo;

b) Se não for assim, como manter o controle do planeta?

c) O bem, na criação de Deus, sempre sobra, nunca falta. E o mal é sempre limitado;

d) A luz sempre dissolve as trevas, lembre-se sempre disso, em no mínimo cem por um;

e) Por isso a oração, a boa intenção, o pedido para que as pessoas consigam entrar em um processo de equilíbrio —tudo isso é muito importante.

Enviado por Equipe do Blog 26/11/2012

Fonte: Blog dos Espíritos

Bezerra de Meneses, Mensagens enviadas

Mundo de Regeneração já começou, diz Bezerra de Menezes

Mundo de Regeneração já começou, diz Bezerra de Menezes

Desde o dia 18 de abril de 2010 já vivemos aqui na Terra o Mundo de Regeneração. A confirmação chegou até o plano físico em mensagem de Bezerra de Menezes, pela psicofonia de Divaldo Franco, no encerramento do 3º Congresso Espírita Brasileiro em Brasília (DF), no mesmo dia.

Desde o final do século 20 o Apocalipse é um tema atual. Porém, com o agravamento dos processos climáticos e geológicos e ainda a proclamada nova data para o “fim do mundo” —dezembro de 2012—, tivemos o trabalho de pesquisar nas obras psicografadas pelo nosso querido Chico Xavier para ver se encontrávamos algo a respeito.

Qual nossa surpresa, porém, ao descobrir que nosso querido Bezerra de Menezes, através do confiável médium Divaldo Franco, ratificou o que nossos guias espirituais já diziam —o novo Ciclo de Regeneração realmente começou. E, segundo Emmanuel, na obra “Plantão de Respostas“, deve estar completamente instaurado até meados deste século.

Estamos, portanto, em um período de transição entre o Mundo de Expiação e Provas e o Mundo de Regeneração. Ainda passaremos grandes tribulações físicas e morais. Mas todas elas serão remédios para nossas doenças morais, e evitarão que bilhões de espíritos sejam exilados. Com esta nova visão, restauramos o aspecto Consolador do Espiritismo e somos capazes de compreender com mais clareza o comportamento que nos cabe diante do novo Mundo de Regeneração.

Leia a seguir a íntegra da mensagem de Bezerra de Menezes:

“Estamos agora em um novo período. Estes dias assinalam uma data muito especial: a data da mudança do Mundo de Provas e Expiações para Mundo de Regeneração.

A grande noite que se abatia sobre a Terra lentamente cede lugar ao amanhecer de bênçãos. Retroceder não mais é possível.

Firmastes, filhas e filhos da alma, um compromisso com Jesus antes de mergulhares na indumentária carnal, de servi-lo com abnegação e devotamento. Prometestes que lhe serieis fiel, mesmo que vos fosse exigido o sacrifício.

Alargando-se os horizontes deste amanhecer que viaja para a plenitude do dia, exultemos juntos, os Espíritos desencarnados e vós outros que transitais pelo mundo de sombras. Mas além do júbilo que a todos nos domina, tenhamos em mente as graves responsabilidades que nos exornam a existência no corpo ou fora dele.

Deveremos reviver os dias inolvidáveis da época do martirológio. Seremos convidados não somente ao aplauso, ao entusiasmo, ao júbilo, mas também ao testemunho, o testemunho silencioso nas paisagens internas da alma, o testemunho por amor àqueles que não nos amam, o testemunho de abnegação no sentido de ajudar aqueles ainda se comprazem em gerar dificuldades tentando inutilmente obstaculizar a marcha do progresso.

Iniciada a grande transição, chegaremos ao clímax e na razão direta em que o planeta experimenta as suas mudanças físicas, geológicas, as mudanças morais serão inadiáveis.

Que sejamos nós aqueles Espíritos espíritas que demonstremos a grandeza do amor de Jesus em nossas vidas. Que outros reclamem, que outros se queixem, que outros deblaterem —que nós outros guardemos, nos refolhos da alma, o compromisso de amar e amar sempre, trazendo Jesus de volta com toda a pujança daqueles dias que vão longe e que estão muito perto.

Jesus, filhas e filhos queridos, espera por nós!

Que seja o nosso escudo o Amor, as nossas ferramentas, o Amor, e a nossa vida, um Hino de Amor, são os votos que formulamos os Espíritos Espíritas aqui presentes e que me sugeriram representá-los diante de vós.

Com muito carinho o servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra

Muita Paz, filhas e filhos do coração.

Mensagem psicofônica do Espírito Bezerra de Menezes pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento do 3º Congresso Espírita Brasileiro em Brasília (DF) no dia 18/04/2010.

Enviado por Equipe do Blog on 08/02/2011

Fonte: Blog dos Espíritos

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Nossa relação com a mediunidade…

Nossa relação com a mediunidade…

Não anda muito boa, como desde sempre… Continuamos idolatrando médiuns, principalmente os chamados médiuns de cura. Ainda buscamos respostas para o nosso problema pessoal X e a nossa dúvida Y na via mediúnica, o que um pouco de reflexão e a leitura edificante poderiam resolver. Mistificamos salas, mesas, objetos, reuniões, como se não houvesse Espíritos por toda a parte e todo lugar não fosse criação do Pai celestial.

Nós valorizamos ainda o livro psicografado, mesmo que nele esteja um sem-número de inconsistências; mas relegamos a segundo plano obras de encarnados fruto de longas reflexões. Confundimos as orientações mediúnicas com a vida administrativa da casa espírita; gostamos da foto daquele mentor, ilustrando as dependências da casa espírita e, ainda, fazemos filas para assistir ao maravilhoso fenômeno, como curiosos da era vitoriana.

Os Espíritos são os homens desencarnados, amigos e inimigos de ontem que se alternam conosco nas lutas da matéria. Isso Kardec já asseverava com propriedade… A mediunidade é via bendita de trabalho, na reunião mediúnica de atendimento a Espíritos sofredores, no consolo a mães aflitas, nas mensagens de esclarecimento e reflexão, como bem exemplificou na conduta mediúnica Francisco Cândido Xavier, que, apesar de suas faculdades, se mantinha a par de personalismos, na valorosa mediunidade com Jesus.

A mediunidade não é um superpoder de um herói de filme e nem uma tenda de milagres. É uma possibilidade que, se não for bem conduzida, pode enveredar para caminhos perigosos. Entretanto, o médium é ser humano, falível, com necessidades e anseios. Os Espíritos, também, homens de outras eras, estão conosco nesta caminhada evolutiva no orbe terrestre.

Por isso, insta analisarmos a nossa relação com a mediunidade, a nossa e a dos outros. O que queremos dela? O que pensamos disso? Precisamos estudar, não só os aspectos práticos e científicos da questão mediúnica, mas o seu aspecto filosófico, para não nos tornarmos vítimas de armadilhas e de ilusões.

Somente assim poderemos enxergar a mediunidade com a naturalidade que lhe é própria, ainda que requeira cuidados e preparo, como qualquer potencialidade do ser humano.

Marcus Vinicius de Azevedo Braga

Fonte: http://www.oconsolador.com.br/ano5/209/marcus_braga.html

Imagem: Google

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Ninguém está desamparado 

Não há ninguém desamparado. Assim como aqui na Terra, na pior das hipóteses, renasceremos a sós, em companhia de nossa mãe, mas nunca sozinhos, no mundo espiritual também a Providência Divina ampara todos os seus filhos.
Ainda aqueles considerados os mais infelizes, pelas ações que praticaram e que entram no mundo espiritual com a mente barrada pela sombra, que eles próprios criaram em si mesmos, ainda esses têm o carinho de guardiães amorosos que os ajudam e amparam, no mundo de mais luzes e mais felicidade.

Chico Xavier

Por Balbino Gonçalves do Amaral

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Que acontece ao perispírito no momento da morte?


Que acontece ao perispírito no momento da morte?
O perispírito desempenha um papel muito importante no momento da desencarnação do Espírito.
Quando ocorre a morte do corpo material, a alma entra em um estado de perturbação mais ou menos prolongado, dependendo das suas condições espirituais e morais. Então, o perispírito, que estava unido molécula a molécula ao corpo material, começa a se desprender gradualmente.
Esse desprendimento pode ser rápido ou lento, variando caso a caso, em função do tipo de morte natural, acidental ou violenta e em razão do grau de afinidade que exista entre as moléculas do períspirito com as do corpo material.
Para a alma que se identificou com os valores espirituais e com a prática das virtudes, conquistando a nobreza moral, esse desprendimento é rápido e a perturbação não passa de um sono breve.
Assim, a alma do homem de bem se desprende com facilidade do corpo material. O seu perispírito, formado de fluidos sutis, tem pouca compatibilidade com a matéria densa. Então, a perturbação é leve, e a libertação processa-se sem esforços, ajudada pelo pressentimento do estado feliz que vai desfrutar na vida espiritual.
Um exemplo muito interessante disso encontra-se na Segunda Parte do livro O Céu e o Inferno, onde Allan Kardec publicou o seguinte depoimento de um Espírito feliz:
“A morte foi para mim como um sono, um sono tranquilo. Não tendo preocupações com o futuro, não me apeguei à vida. Não tive, por conseguinte, de me debater nos últimos instantes. A separação operou-se sem esforços, sem dor e sem que eu houvesse sequer me apercebido. Não sei quanto durou esse último sono;

 
mas foi breve. O despertar foi tão calmo que contrastava com a minha situação anterior.” (Samuel Philippe, um homem de bem em toda a acepção do termo.)
Já para a alma que se identificou com as más paixões, com os vícios, com a criminalidade e com as ilusões das coisas materiais, o desprendimento é muito lento, e a perturbação, bastante prolongada.
O perispírito, formado com fluidos bastante grosseiros, enraizou–se profundamente nas moléculas do corpo material. Então, o desprendimento torna-se difícil e o período de perturbação muito complicado.
Em alguns casos de desencarnação, como nos de criminosos ou de suicidas, o constrangimento é muito grande a ponto de a alma sentir a decomposição do envoltório corporal. Sobre esta realidade, Allan Kardec escreveu no artigo “Sensações dos Espíritos”, contido na Revista Espírita de dezembro de 1858:
“Recordemos a evocação do suicida da casa de banhos Samaritana, relatada em nossa Revista de junho. Como todos os outros, ele dizia:'(…) Entretanto, sinto que os vermes me roem'”.
“Ora, seguramente os vermes não roem o perispírito e, ainda menos, o Espírito; apenas roem o corpo. Mas como a separação entre corpo e perispírito não era completa, o resultado era uma espécie de repercussão moral que lhe transmitia a sensação do que se passava no corpo. Repercussão talvez não seja o vocábulo, o qual poderia fazer supor um efeito muito material: era antes a visão daquilo que se passava em seu corpo, ao qual estava ligado o seu perispírito, que lhe produzia uma ilusão, que tomava como realidade.”
Outra realidade, facilmente constatada nas comunicações, é que alguns Espíritos inferiores, após a morte do corpo material, não conseguem ausentar-se da superfície da Terra. O perispírito encontra-se demasiadamente denso, e isso se dá por falta de qualidades morais daqueles Espíritos. Então, eles não conseguem elevar-se acima das regiões terrenas, acreditando, muitas vezes, que continuam ainda vivos, com as mesmas ideias e o mesmo apego às coisas terrenas. Dessa forma, procuram manter as suas atividades e satisfazer as suas necessidades e paixões habituais.

 
Um exemplo interessante dessa dificuldade de desprendimento do corpo material é o do Espírito Novel:
“Vou narrar-te o meu sofrimento de quando morri. O meu Espírito, preso ao corpo por laços materiais, teve grande trabalho em desprender-se, o que constituiu uma primeira e dura agonia.” (Capítulo IV: Espíritos Sofredores, Segunda Parte de O Céu e o Inferno, de Allan Kardec.)
Então, devemos estar preparados espiritual e moralmente para enfrentar essas realidades do processo de desencarnação. A conquista da condição de homem de bem nos garantirá um fácil desprendimento e uma vida feliz no mundo dos Espíritos.
Fonte: Do Livro P E R I S P Í R I T O
O QUE OS ESPÍRITOS DISSERAM A RESPEITO
Autor: Geziel Andrade

Por Balbino Gonçalves do Amaral

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Após a tempestade 

Poucos são compadecidos de alma nesse mundo, ainda. Os tempos que se aproximam trarão virtudes dessa natureza aos que herdarão a bonança. Sim, a bonança que o velho provérbio se refere, após a tempestade. Os tempos são chegados e passarão para melhores dias. Assim dizem todas as escrituras de todos os povos, cada qual com sua metáfora profetizada. É preciso crer. Do outro lado da vida os avisos são muitos. A massa que habita a terra, não se apercebe disso há séculos. Reagem e revidam, apenas, como sempre. Não sabem o que fazem. É preciso crer sem medo. A Bíblia cita 366 vezes os versículos “não temas” e ilustra essa afirmação. Não é fácil… porém necessário…É necessário resistir às reações adversas perdoando, compreendendo, tolerando. São esses os gerúndios da nova aliança, que exigem acima de tudo coragem e perseverança. Não julgar também é atitude de coragem. Sem messianismo nessas palavras, reafirmo minha esperança. Bens materiais perderão sua importância, sobretudo se acumulados como praticados pela humanidade, sob a égide da ganância. Nos despirmos sem medo desses pecados é oferta de grande oportunidade de desapego para os que anseiam a herança do amor. Temos convivido com a ausência do “obrigado”, “por favor”, “seja bem vindo” , “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”. São armas nobres e eficientes para venceremos a passagem da transição planetária que está em curso. Basta reintegra-los a nossa vida. Pensar no bem apesar dos pesares. Repitamos diariamente: somos pessoas do bem.

Casa do Cinza 

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Paz é a melhor pedida

Paz é a melhor pedida para o nosso mundo nesse momento. O Evangelho de Jesus é o melhor remédio que deve ser tomado e receitado. Há muita intolerância e incompreenção todos os dias, nas ruas, nas casas e especialmente nas redes sociais. O amor precisa ser praticado sem demora por todos. Não julgar, não criticar, não maltratar, mesmo os que nos pareçam hostis, é tarefa para pessoas lúcidas e comprometidas com o bem. Vamos nos comprometer com o bem, gente. Vigiemos nossas atitudes, porque existe uma forte tendência ao descontrole e desarmonia pairando sobre as pessoas como nuvem negra invisível que impede a lucidez. Dissipemos essa nuvem com Amor. É imprescindível e importante implantar essa vigilância para a nossa sobrevivência. Não há outra forma de vencermos essa fase que pode ser chamada de transição planetária, ciclo de purificação ou apocalipse. Alertem seus amigos, seus familiares, seus colegas de trabalho. Alertem todos. 

Casa do Cinza

Divaldo Pereira Franco, Mensagens enviadas, Uncategorized

Gravíssimo!!! Alerta a todos, especialmente aos espíritas. 

Essa mensagem do grande orador e médium Divaldo Pereira Franco merece ser assistida e compartilhada. É um alerta aos espíritas e aos médiuns em especial. A transição planetária atinge a todos mas os seguidores do Mestre Jesus, os trabalhadores da última hora precisam estar em constante vigilância. Assistam compartilhem. Ave Cristo!!!