Casa do Cinza

"O amor não cogita de recompensa. É um sentimento que se basta." Dr. Odilon Fernandes


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Anjo da guarda

Esse amparo acontece de infinitos modos…Um deles dá-se por intermédio de tutores espirituais, conhecidos no meio espírita, pelo nome de guias ou amigos espirituais.

É grandiosa e sublime a doutrina dos guias espirituais, pois revela a providência, a bondade e a justiça do criador para com seus filhos, provendo-os de meios para o aperfeiçoamento.

Para efeitos didáticos, Kardec classificou os guias espirituais em três categorias:

Espíritos protetores

Espíritos familiares

Espíritos simpáticos

Espíritos protetores

O Espírito protetor, ou anjo guardião, é sempre um bom espírito, mais evoluído…

… Trata-se de um orientador principal e superior.

Sua missão assemelha-se à de um pai com relação aos filhos: a de orientar o seu protegido pela senda do bem, auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-lo em suas aflições, levantar-lhe o ânimo nas provas da vida.

Os Espíritos protetores não constituem seres privilegiados, criados puros e perfeitos, mas sim Espíritos que chegaram à meta, depois de terem percorrido a estrada do progresso.

… São almas que já trilharam as experiências de diferentes reencarnações – as mesmas pelas quais estamos passando -, e conquistaram, pelo próprio esforço, uma ordem elevada.

… A missão dos Espíritos protetores tem duração mais prolongada, pois estes acompanham o protegido desde o renascimento até a desencarnação, e muitas vezes durante várias existências corpóreas.

A atuação do protetor espiritual não é de intervenção absoluta, pois apesar de influir em nossa vontade, evita tomar decisões por nós e contra nosso livre-arbítrio…

… Sofre quando erramos, embora esse sofrimento não seja revestido das mesmas paixões humanas, porque ele sabe que, mais cedo ou mais tarde, o seu tutelado voltará ao bom caminho.

Espíritos protetores dedicam-se mais à orientação de uma pessoa, em particular, não deixando, entretanto, de velar por outros indivíduos, embora o façam com menos exclusividade.

Exercem supervisão geral sobre nossas existências, tanto no aspecto intelectual, incluindo as questões de ordem material, quanto, moral, emprestando ênfase a esta última, por ser a que tem preponderância em nosso futuro de seres imortais.

Os Espíritos protetores, em realidade, jamais abandonam os seus protegidos, apenas se afastam ou “dão um tempo”, quando estes não ouvem seus conselhos.

Desde, porém, que chamados, voltam para os seus pupilos, a fim de auxiliá-los no recomeço…

Por isso, atentemos aos conselhos de Joanna de Angelis:

Tem cuidado para que te não afastes psiquicamente do teu anjo guardião.

Ele jamais se aparta do seu protegido, mas este, por presunção ou ignorância, rompe os laços de ligação emocional e mental, debandando da rota libertadora.

Quando erres e experimentes a solidão, refaze o passo e busca-o pelo pensamento em oração, partindo de imediato para a ação edificante.

Momento chega, porém, em que o aprendiz deixa de ser tutelado.

Isso acontece quando o Espírito atinge o ponto de guiar-se a si mesmo, estágio que, por enquanto, não se dá na Terra, planeta de expiações e provas…

Espíritos familiares

Os Espíritos familiares são orientadores secundários… Embora menos evoluídos, igualmente querem o nosso bem.

Podem ser os Espíritos de nossos parentes, familiares ou amigos.

Seu poder é limitado e sua missão é mais ou menos temporária junto ao protegido.

Ocupam-se com particularidades da vida íntima do protegido e só atuam por ordem ou permissão dos Espíritos protetores, como, por exemplo, quando o socorrido está recalcitrante e não ouve os conselhos superiores, ou apresentam comportamento enigmático.

Nessas hipóteses, o Espírito familiar, por ter mais intimidade e vínculos sentimentais com o protegido, é aceito como colaborador, de modo a auxiliar na solução de problemas específicos.

Podem, por exemplo, influenciar na decisão de um casamento, nas atividades profissionais, ou mesmo na tomada de decisões importantes que envolvam o cumprimento da Lei de Causa e Efeito, conforme a necessidade do atendido….

Espíritos simpáticos

Podem ser bons ou maus, conforme a natureza das nossas disposições íntimas.

Ligam-se a nós por uma certa semelhança de gostos, de acordo com nossas inclinações pessoais.

A duração de suas relações, que também são temporárias, se acha subordinada a determinadas circunstâncias, vinculadas à persistência dos desejos e do comportamento de cada um.

Se simpatizam com nossos ideais, com nossos projetos, procuram nos ajudar e, muitas vezes, tomam nossas dores contra nossos adversários, situação em que não contam com o beneplácito dos Espíritos protetores.

O Amigo espiritual…

Para ele, não há distância, lugar, tempo ou barreiras que o impeçam de atender a um apelo sincero, seja onde for: no lar, nos hospitais, nas ruas, no trabalho, nos cárceres e mesmo nas furnas da devassidão.

A ação dos orientadores espirituais é oculta, porque se fosse permitido contar sempre com eles, seríamos tolhidos em nossa livre iniciativa e não progrediríamos.

Nisso também está a sabedoria divina, porque assim desenvolvemos melhor a nossa inteligência e ganhamos mais experiência.

Do contrário, permaneceríamos estacionados, como no caso de certos pais que sempre fazem tudo para os filhos, poupando-os de aborrecimentos e dificuldades, e, com isso, tirando deles a oportunidade de aprendizado e da experiência, com graves prejuízos para a sua formação moral.

Os espíritos infelizes, ainda presos nas malhas da ignorância, que se empenham em nos desviar do bom caminho, por meio dos maus pensamentos e de outras estratégias que encontram motivações em nossas próprias fraquezas, não têm a missão de fazer mal.

Praticam esses atos por sua própria conta e responsabilidade e um dia terão que resgatar seus erros.

São espíritos ainda atrasados moralmente, qual fomos um dia – de cujas mazelas também não nos libertamos integralmente -, e que, por sua vez, igualmente despertarão para o bem.

Sua presença entre nós, é útil, porque permite o adestramento de nossas faculdades, constituindo mesmo um campo de provas ou expiações, cujos obstáculos nos compete superar, na busca de caminhos alternativos para a libertação de nossas imperfeições que, na realidade, são o chamariz desses supostos adversários.

Como visto, o Pai não nos cria a esmo, sem proteção, planejamento e finalidade.

Dá-nos, em plenitude, todos os suprimentos necessários ao nosso desenvolvimento, tendo nos Espíritos protetores ” (…) os mensageiros de Deus, encarregados de velar pela execução de seus desígnios em todo universo, que se sentem ditosos com o desempenho dessas missões glçoriosas (…)”, (KARDEC Allan. O Livro dos Médiuns) protetores estes que se utilizam do auxílio ou assessoramento dos guias espirituais das classes menos elevadas.

Os anjos ou protetores espirituais de hoje são os homens de ontem, que evoluiram, deixando para trás a animalidade.

Essa ligação e interdependência entre os Espíritos das diversas faixa evolutivas, em permanente contato com o plano físico, formam o caleidoscópio da grande família universal, evidenciando as leis da unidade da Criação e da solidariedade entre os seres.

Deus, nosso Pai, não nos quer como autômatos, mas sim como parceiros, cocriadores, copartícipes, que temos a ventura de alcaçar a perfeição pelas próprias forças, desfrutando o mérito da vitória sobre nós mesmos.

Lembremo-nos, finalmente, de que cada um de nós, encarnados, também pode e deve amparar o próximo, de acordo com a nossa capacidade e independente de nosso estágio evolutivo.

Assim procedendo, estaremos, por nossa vez, atuando como auxiliares dos guias espirituais, para o cumprimento dos desígnios divinos, na infinita escala que dá acesso aos cumes evolutivos.

Em síntese…

Deus não nos atende pessoalmente, conforme nossos caprichos, mas por intermédio das suas leis imutáveis, e de seus mensageiros, isto é, Deus auxilia as criaturas, por intermédio das criaturas.

O amigo espiritual comparece quando é invocado, por meio de uma simples prece.

Ninguém está desamparado!

Não existe parcialidade nem privilégio nas leis divinas, ou seja, cada um recebe de acordo com o seu merecimento, de conformidade com seus esforços…

A mensagem de Joanna de Angelis resume bem… “resolve-te por avançar…”

O processo no qual te encontras engajado, é de evolução; resolve-te por avançar, sem as contramarchas temerosas.

Ascendendo psiquicamente e armonizando-te emocionalmente, farte-ás respeitado pelos Espíritos perturbadores que, mesmo intentando molestar-te, não encontrarão receptividade da tua parte.

Recorda-te por fim, de Jesus.

Quem O encotrou, descobriu um tesouro luminoso, e, enriquecendo-se com Ele, jamais tropeçará em sombra e aflição.

Impregna-te dEle, e sê feliz, sem mais controvérsia.

Joana de Angelis – Vigilância – Psicografia de Divaldo Franco

Amigos Espirituais, ninguém está desamparado!


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Um espirito de um drogado

O espírito de um drogado

– Poderíamos conversar com um Espírito que teve experiência com drogas?
Resposta: Cá estou, pois esta visita já estava na programação da casa para esta noite.
– Disseste que já estavas aqui ou vieste pela evocação?
Resposta: Já estava aqui, trazido pelos amigos espirituais responsáveis pelo trabalho.
– Poderias nos falar sobre tua experiência com as drogas?
Resposta: Perguntem e responderei dentro do possível e do que me for permitido.
– Vivestes muito tempo na Terra?
Resposta: Dezoito anos.
– Tão jovem e já tinhas envolvimento sério com a droga?
Resposta: Desde os quatorze anos.
– Moravas onde?
Resposta: Rio de Janeiro.
– Como foi teu envolvimento?
Resposta: Iniciei, na verdade, aos onze anos, com consumo de cigarros de maconha, no bairro onde morava, como brincadeira entre meus amigos.
– Onde conseguias a maconha?
Resposta: Nas mãos dos pequenos traficantes do bairro, nos vendedores de quinquilharias das calçadas. Era muito fácil.
– E seus pais? Sabiam dessa sua experiência?
Resposta: No início não sabiam. Quando tomaram conhecimento encararam como coisa normal dos tempos da adolescência moderna. Só mais tarde perceberam a gravidade da situação.
– Com quais tipos de drogas tiveste envolvimento?
Resposta: Com as piores. Aos quatorze anos entrei em contato com a cocaína e daí para para o crack foi um pulo.
– Foi o crack que o levou à morte?
Resposta: Não. Fui assassinado.
– Como foi?
Resposta: Em briga de rua, por ponto de venda da droga, pois tornei-me um traficante para sustentar meu vício.
– E a família?
Resposta: Depois de muitas tentativas de me retirar das ruas, deixaram-me jogado à própria sorte.
– Lamentas esta atitude deles?
Resposta: Não. Lamento minha cegueira. Eles nada podiam fazer por mim, além do que fizeram. Não tinhas os recursos necessários para dar-me o que necessitava.
– E do que necessitavas?
Resposta: Compreensão maior dos mecanismos da vida.
– Foi isso que o levou a procurar as drogas?
Resposta: No início não. Mas depois, em minha adolescência, quando já me envolvera com as drogas mais pesadas, fazia “viagens” incríveis pelo meu mundo íntimo e buscava uma paz interior que não encontrara em casa, nem nas ruas. Em minha falta de lucidez, achava que encontraria nas drogas e na condição mental que elas me favoreciam.
– Que condição?
Resposta: A total inconsciência dos meus atos, o mergulho em um mundo de ilusões e desespero, a entrega total aos devaneios insanos do desequilíbrio.
– Algumas vezes refletias sobre isso? Quiseste deixar as ruas?
Resposta: Muitas vezes, mas em nenhuma delas encontrei compreensão e condições favoráveis para livrar-me daquilo.
– Tiveste outras experiências?
Resposta: Em que sentido perguntam?
– Outras experiências que poderiam servir para o aprendizado de todos?
Resposta: Sim. Quando se entra no mundo das drogas perde-se a noção de limites. Tudo passa a ser permitido. Prostitui-me muitas vezes para conseguir dinheiro e isso talvez tenha sido muito pior que o próprio vício, pois injetar um veneno em suas veias não traz consequências morais tão graves quanto vender seu próprio corpo, por livre vontade, sabendo do ato imoral e insano que se está praticando. Claro, não estou dizendo que se drogar é melhor que se prostituir, mas que o vício às vezes é irresistível e foge às nossas frágeis forças de resistência física e espiritual, e que o outro ato, neste caso, é perfeitamente evitável se assim o quisermos.
– Como foi sua morte?
Resposta: Já falei que foi por motivo fútil. Um companheiro de infortúnio (que também já está deste lado), atirou em minha cabeça, em uma tola disputa de “ponto”. Ele mesmo se arrependeu logo em seguida, pois um dia tínhamos sido amigos inseparáveis. Mas a droga nos faz enfrentar uma lei que é desconhecida dos homens das leis comuns. É selvagem e destruidora. Para os drogados não existem barreiras que possam contê-los no momento em que dela necessita.
– Tua desencarnação foi dolorosa?
Resposta: Nada senti. Continuei vivo e não compreendia como as pessoas não me viam. Convivi com os “amigos” por um tempo para depois tomar consciência de minha condição de “morto”. E foi aí que sofri os horrores decorrentes da falta de responsabilidade com a vida.
– Foste amparado?
Resposta: Sim, depois de certo tempo, por familiares.
– E teus pais?
Resposta: Só tomaram conhecimento pelos jornais locais, que alardeiam a miséria e desgraça humanas.
– Que sentimento os animou?
Resposta: Depois eu soube que foi de grande alívio. E assim deveria ser mesmo, pois só trouxe a eles a desilusão e a dor.
– Tiveste uma infância agradável?
Resposta: Tive tudo o que quis. Meus menores desejos eram satisfeitos. Fui rico até a idade de 10 anos, quando houve um reviravolta na vida dos meus pais. Eles separaram-se e eu fui morar com meus avós. Depois aproximei-me mais de minha mãe, no início de meu martírio pelo mundo das drogas.
– E hoje? Visita-os?
Resposta: Não. Estou já bem recuperado, mas não tenho notícias deles. Acho que cuidam de suas vidas e rogo a Deus que cuidem bem, para que não sofram tanto, quando para cá vierem.
– Sofreste aí?
Resposta: Muito. Principalmente ao saber do desperdício que havia sido minha vida.
– Porquê? Tinhas outra programação de vida?
Resposta: Sim. Poderia permanecer até a sexta década de vida, com tarefa séria e edificante na área da saúde, oportunidade que me foi dada pelo Alto para redenção de meus débitos. Mas desperdicei no exercício do livre arbítrio, auxiliado pelas características familiares onde me encontrava. Sequer terminei o curso básico. A escola foi para mim um palco de minhas farras com outros colegas igualmente dementes.
– Então és um suicida?
Resposta: Sim, no sentido que se empresta a essa palavra, pois fui em parte o artífice de minha morte, mas não com a conotação e a gravidade de um suicida comum. Os drogados são vistos aqui de outra forma.
– De que forma? Vítimas?
Resposta: Sim, em parte, pois na verdade alguns são vítimas da degradação social pela qual passa a humanidade, sem deixar de considerar o livre arbítrio de cada um. A droga é a grande arma destruidora das esperanças dos jovens do mundo inteiro.
– Poderias explicar um pouco mais essa parte?
Resposta: Muitos lançam-se cedo no mundo dos vícios pela falta de base moral familiar, cujos pais não preparam. Cedo, entregam-se a atitudes inadequadas e não são devidamente orientados. A permissividade existente no mundo atual é mostra de que os pais não estão preparados para construir o homem do futuro. A droga, sendo uma das formas de escravizar o homem, na verdade é um resultado da ganância desenfreada do próprio homem que destrói seus próprios filhos e assim sucessivamente. Os grandes donos do esquema arrecadam montanhas de dinheiro que amanhã deixarão para seus filhos, netos e bisnetos, não percebendo que constroem o material e destroem o essencial. Essas próprias criaturas, para as quais constroem seus impérios, são vítimas e escravos de seu próprio veneno. Assim é na cidade onde vivi.
– Vives em colônia ou estás em hospital?
Resposta: Encontro-me em colônia próxima à Terra, de acordo com meu grau evolutivo.
– Existem colônias específicas para atender vítimas de vícios?
Resposta: Não tenho conhecimento disso, mas meu instrutor diz que aqui são atendidos todos os necessitados da alma, quaisquer que sejam os vícios. É uma colônia muito grande e onde se encontram muitos jovens. Naturalmente ainda estamos nessa condição pela nossa pouca compreensão. A forma física não importa, mas a maturidade de Espírito.
– Ainda podemos perguntar mais coisas?
Resposta: Necessito afastar-me por orientação do amigo que me dirige as ações e pensamentos neste trabalho. Deixo aqui minha gratidão pela oportunidade e que os bons Espíritos amparem todos os homens que um dia pensaram em envenenar-se por desconhecer as leis que regem a vida”.
– Um Espírito sofredor, agradecido


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A melhor prece

O homem pede proteção, mas o que ele faz para proteger-se?
O homem pede inspiração , mas o que ele faz para inspirar-se?
O homem pede paciência, mas o que ele faz para pacificar-se?
O homem pede luz, mas o que ele faz para iluminar-se?
O homem pede saúde, mas o que ele faz a fim de conservá-la?
O homem pede alegria, mas o que ele faz no sentido de alegrar-se?!…
Não nos esqueçamos de que toda oração que o homem dirige a Deus é constituída de duas partes:
A primeira parte é a do mérito, a segunda parte é a da benção…
Toda resposta divina depende do esforço humano!
Se o homem não cumpre com a sua parte, a Lei Divina se sente impedida de cumprir com a sua… É imperioso que o homem mereça! Ninguém chega a lugar algum se não caminhar; ninguém conclui uma tarefa se não começá-la; ninguém alcança a vitória se desiste da luta…
Tudo o que existe é resultado e conseqüência de uma ação. Se o homem pede, ele necessita merecer o que pede. Ninguém adquire sabedoria, sem que se torne sábio…
O homem não deve relegar a Deus todo trabalho, todo esforço e todo empenho. É imprescindível que ele tome a iniciativa de oferecer a Deus as condições para que seja atendido em suas rogativas e súplicas.
Quantos pedem trabalho, permanecendo de braços cruzados? Quantos pedem serviço, mantendo-se inativo na ação?!…
A vida nos responde sempre, mas não nos responde tão-somente às palavras… Ela se interessa, primeiro, em responder-nos ao esforço e ao devotamento; por isto, aquele que trabalha e persevera no bem de todos está endereçando a Deus a sua melhor prece no deferimento quase imediato de suas petições!…Irmão José
Livro: Mediunidade Corpo e Alma
Carlos A. Baccelli


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Mensagem para Reflexão

Amados filhos de minha alma!
observai as nuvens que pairam sobre vossas cabeças, prevendo a tempestade por vir ,imantai-vos todos vós com as armas do conhecimento, para que podeis transpor os cataclismas que estão a assolar o planeta e vossos caminhos na senda evolutiva.
Credes com discernimento sintam com sabedoria.
Amem incondicionalmente…..
Praticai a caridade aos pequeninos de saber, na serara em que estão chafurdados na lama das paixões inferiores
Se aproxima o momento da transição planetária, prevista no evangelho redivivo instruí-vos.”Não se faz luz em candeia sem óleo e sem pavio”.Daquela que voz ama
Irmã Catarina,

Serva de Deus,

Caravaneira de Maria

PAZ E LUZ!
mensagem recebida aos 28/10/2009
No grupo Espírita “Caravaneiros de Maria”
Médium Adilson Marques