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Odilon Fernandes – apóstolo do amor

Nesta data comemoramos o nascimento do fundador da Casa do Cinza.

Dr. Odilon é o esteio e a referência da nossa abençoada Casa do Cinza. Que o Mestre Jesus continue nos permitindo aprender sempre com ele.

Visite a sua biografia no blog.

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Só o amor nos salvará -Mensagem de Bezerra

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SÓ O AMOR NOS SALVARÁ

Espírita, irmão!..
Onde o ódio cria abismos, o amor edifica pontes.
Precisamos de pontes.
Pontes que nos permitam ir além de nós mesmos para encontrar no coração do próximo nossa melhor expressão, a nossa condição de filhos de um pai, único, Deus, amor em plenitude e paz.
Busquemos amar, amar sempre. Só o amor nos salvará.
A violência gera caos e destruição, todavia, o amor constrói, onde brota, um pedaço do céu.
Irmãos queridos, não nos iludamos… Só o amor nos tira da escuridão.
Ele é a própria luz de Deus.
Quando desejarmos saber por onde ir, recordemos Jesus e suas lições: meus discípulos serão conhecidos pelo amor…
Com amor, superaremos o mal e haveremos de transformar nossa realidade de dor, pois no amor encontraremos de novo, para além de nossas limitações, o próprio Cristo com sua paz e bênçãos de vida em abundância.

Bezerra de Menezes
Mensagem psicografada pelo médium Jorge Bichuetti, na noite de 05/10/2018, na Casa da Cultura Espírita de Uberaba.

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O Transe Mediúnico – Cap. 13 – TIPO DE MEDIUNIDADE

                            Cap. 13 – TIPO DE MEDIUNIDADE

21. Acontecerá o mesmo com aqueles que têm uma aptidão especial para o desenho e a música?
— Sim; o desenho e a música são também modos de se exprimirem pensamentos; os espíritos utilizam os instrumentos que lhes oferecem mais facilidade. (Cap. XIX-Papel do médium nas comunicações espíritas)

 

A aptidão mediúnica se revela em cada médium de acordo com a sua capacidade de captar e expressar o pensamento dos espíritos.

A rigor, ninguém pode dizer ao médium que ele seja portador desta ou daquela faculdade.

Às vezes, por exemplo, ele começa como psicógrafo e, depois, se define como psicofônico, ou vice-versa.

O Transe Mediúnico 61

O medianeiro não deve cultivar prefe- rência por este ou aquele tipo de mediunidade, fugindo às suas características naturais.

Em essência, a base das faculdades mediúnicas de efeitos intelectuais é a mesma, não diferindo substancialmente uma da outra.

Mediunidade é pensamento a pensa- mento.

Quem enxerga ou escuta os espíritos, os escuta ou enxerga através do pensamento.

Os espíritos poetas procurarão um medianeiro que tenha facilidade no campo da poesia.

Os espíritos pintores escolherão um sensitivo que possua predisposição para a arte da pintura.

Raros são os médiuns que, pos- suindo múltiplas faculdades, conseguem atuar em todas elas. A faculdade mediúnica predominante absorverá as demais, que, assim, passarão a concorrer pela melhor produtividade da que se destaca.

A insatisfação do médium com a faculdade de que seja portador, desejando

62 Carlos A Baccelli / Odilon Fernandes

outra que não possui ou, ainda, ambicionando a que determinado medianeiro exerce, prati- camente o anula para a execução da tarefa que esteja ao alcance de suas possibilidades.

Infelizmente, muitos médiuns, dotados de excelentes recursos medianímicos, diga- mos, menos dados à publicidade, compli- cam-se por não se contentarem com os discretos, porém úteis talentos que lhes foram confiados.

Mediunidade mais ampla é sinônimo de sensibilidade que se amplia.

Não nos esqueçamos de que a faculdade que Jesus m ais exercia em seu ministério divino era a da cura! Ele ressuscitava os mortos, fazia andar os paralíticos, devolvia a visão aos cegos, curava obsedados, por meio da simples imposição das mãos.

O Senhor endossava com as mãos a excelência da M ensagem que verbalizava.

A importância, pois, do médium em serviço não está na espécie da faculdade mediúnica que exerça, e, sim, nos frutos que advenham de seus esforços.

Discreto dom mediúnico trabalhado com amor vale mais, para a Doutrina, que a m ais expressiva faculdade exercida com vaidade e personalismo.

Ansiando por incorporar espíritos, poucos são os que se lembram de incorporar as lições de Jesus no cotidiano, transfor- mando-se em exemplos vivos do Evangelho.

Querendo psicografar livros, raros os que se dispõem a grafar, com a própria vida, as noções que despertam as consciências secularmente adormecidas.

Médiuns de espíritos se multiplicam em toda parte, todavia médiuns do Cristo no mundo continuam sendo muito poucos. E são justamente estes últimos os detentores das m ais preciosas e nobres faculdades postas a serviço da crença na Imortalidade entre os homens na Terra!

Carlos A. Baccelli / Odilon Fernandes

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NA PRÓXIMA DIMENSÃO – Cap. 12

— Eu estou bem! E o senhor, como está? — retrucou o fundador da “Casa Transitória”, benemérita instituição existente na capital de São Paulo.

— Você não perde o hábito de me tratar de senhor, não é mesmo? — retrucou Batuíra. Olhe que eu estou mais rejuvenescido do que você…

Sorrimos descontraidamente e Gonçalves explicou que, na companhia dos irmãos Weaker Batista e Clóvis Tavares, também estava participando da recepção que o Mundo Espiritual oferecia ao médium Chico Xavier.

— Ele e o senhor, desculpe‐me — acrescentou —, ele e você nos auxiliaram muito com as orientações de que necessitávamos na “Transitória”; o Chico sempre foi um grande amigo e benfeitor… Desde Pedro Leopoldo, tivemos a alegria de acompanhar a sua trajetória mediúnica de verdadeiro missionário do Cristo.

— De fato, agora podemos falar a respeito — disse Batuíra, cujos traços biográficos não me eram de todo desconhecidos na luta que sustentara por amor ao Ideal.

Entrementes, se aproximaram para participar do diálogo o Weaker e o Clóvis, que, até então, se haviam mantido a certa distância, atendendo a três Espíritos de sofrida aparência que os interpelara.

— Weaker, estamos nos referindo à grandeza de espírito do nosso Chico… Você que conviveu mais de perto com ele durante tantos anos, poderá se expressar com maior conhecimento de causa, não é? — falou Gonçalves ao companheiro que eu igualmente conhecera à frente das atividades do “Grupo Espírita da Prece”.

Franzindo o cenho, Weaker comentou com certa tristeza no semblante:

—‐ Infelizmente, qual aconteceu a muitos dos que puderam conviver com ele, eu também não consegui atinar com o seu real valor, senão quando deixei o corpo, onde os equívocos se nos fazem tão frequentes; não estou querendo me justificar, mas, embora tenha aproveitado muito na convivência diária com Chico, a verdade é que eu poderia ter assimilado mais, caso o meu espírito, em determinadas situações, não se tivesse mostrado tão rebelde…

— Ora, Weaker — aparteou Clóvis Tavares, que, na cidade de Campos, Rio de Janeiro, fundara, sob a inspiração do médium, a “Escola Jesus Cristo” —, não se recrimine… A verdade é que a luz intensa costuma deslumbrar os nossos olhos acostumados à sombra. Como é do seu conhecimento, estive com o Chico diversas vezes e, durante longos anos, nos correspondemos.

40 – Carlos A. Baccelli (pelo Espírito Inácio Ferreira)

Estive em Pedro Leopoldo, Uberaba, e ele esteve conosco em Campos, inclusive descansando por uns dias em nossa casa de praia em Atafona; pois bem, igualmente confesso que, por maior fosse a minha admiração e o meu respeito a ele, eu não sabia que estava lidando com um Espírito de tal envergadura…

— Permitam‐me a intromissão — falei, tomando a defesa do amigo que sempre me tratara com tanta gentileza, nas poucas vezes em que visitara Chico Xavier na “Comunhão Espírita‐Cristã” —; eu também me penitencio, Weaker, pois, para mim, Chico não passava de um grande médium, nada mais do que isto… No entanto, se algum de nós, ainda na carne, tivesse identificado a sua estatura espiritual ou tido a convicção plena de que se tratava do próprio Codificador reencarnado, é possível que extrapolássemos em nosso relacionamento com ele, criando‐lhe sérios embaraços; bastem já os obstáculos que, involuntariamente, lhe causamos com as nossas descabidas exigências ou pontos de vista personalistas…

Concordando comigo, a irmã Yvonne Pereira observou:

— Para os próprios apóstolos, o Cristo só foi compreendido em sua grandeza divina após o episódio de sua ressurreição; até então, Judas o traíra e Simão Pedro o negara… Se não se tivesse confirmado a vitória do Mestre contra a morte, constatada por Maria de Magdala, é possível que os onze tivessem recuado da tarefa de levar adiante a Boa Nova…

— Bem lembrado, Yvonne — enfatizou Carmelita. E não olvidemos que, para incentivá‐ los, o Senhor permaneceu durante quarenta dias concedendo‐lhes aparições e proporcionando advertências de viva voz, tendo‐se, inclusive, mostrado redivivo, na Galileia, a quinhentos discípulos de uma só vez… O Grande Paulo de Tarso não se teria convertido ao Cristianismo, se o Senhor não lhe tivesse aparecido de forma insofismável, às portas de Damasco, orientando‐o em seus passos iniciais.

— Meus irmãos — confortou‐nos Odilon —, a misericórdia de Deus e o nosso querido Chico saberão relevar as nossas deficiências; o importante é que continuemos cumprindo com os deveres que nos são comuns, dignificando o esforço daqueles que nos inspiram a ser melhores do que somos. A existência física e os exemplos do nosso irmão recém‐desencarnado, nos servirão de material de reflexão para muito tempo; o trabalho que se nos desdobra à frente é gigantesco e não podemos perder tempo com lamentações…

— Estou de acordo, meu amigo — interveio Batuíra —; se algo fizemos sobre a Terra, muito ainda nos compete realizar e, conforme asseverou Léon Denis, na exortação que nos dirigiu ainda há pouco, o futuro nos aguarda e não nos furtaremos à bênção de um novo recomeço. Se não somos o que gostaríamos de ser, pensemos nos milhões de companheiros que, nos Dois Planos da Vida, ignoram completamente as mais rudimentares lições com que a Doutrina já nos favorece. Estamos a queixar‐nos da luz diminuta que nos clareia o caminho, a esquecermos, porém, que ela é do tamanho exato das luzes do nosso próprio entendimento. Se aspiramos a seguir Chico Xavier em sua ascensão aos Páramos Superiores, tratemos de fazer mais e melhor…

— Ora, Batuíra! — pontificou Gonçalves ao estimado Mentor. — Este, sem dúvida, não é o seu caso…

— Por que não? — replicou o lúcido seareiro.

— Acaso terei abdicado da minha condição humana? E você, Cairbar, que nada diz? Em

que estará a pensar?…

— Estou pensando que quase todos nós estivemos próximos do que almejamos, no entanto faltou‐nos coragem e maior desprendimento para o passo decisivo… Não nos doamos por inteiro ao Senhor; algo, que não sei definir, ainda nos prendia ao “eu”… Com certeza, não soubemos responder com ações à célebre indagação do Mestre endereçada aos seus discípulos de todos os tempos: “Que fazeis de especial?”

Meditando por momentos, acentuou:

— Pessoalmente, o que mais me valeu deste Outro Lado foi ter‐me dedicado aos mais pobres; nada, coisa alguma se compara ao nosso envolvimento pessoal na prática do bem… Escrevi muito, publiquei diversos livros, proferi conferências, fundei instituições, enfim, tenho consciência de que cooperei, numa época difícil, com a expansão da Doutrina, mas, em nível de consciência, só me sinto tranquilo quando me ponho a pensar nas lágrimas que enxuguei, nas dores que amenizei e no amor que distribui com os meus semelhantes… Pugnar pela Fé Espírita no mundo é algo que, de certa forma, ainda nos envaidece, porque nos coloca no palanque da evidência e, infelizmente, neste sentido muitos se equivocam, abdicando do trabalho que devem realizar no âmago de si mesmos; a ocupação com a difusão dos nossos princípios, não nos dispensa do esforço intransferível da própria renovação… A pergunta de Jesus aos companheiros deve também nos soar aos ouvidos com o seguinte significado: “Que fazeis de especial em vós para vos tornardes especiais para os outros?” Então, de minha parte, posso dizer‐lhes que nada fiz de especial…

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VIVENDO ESPIRITUALMENTE

VIVENDO ESPIRITUALMENTE

Por Balbino Amaral Filho

Porque ainda não compreendemos os nossos verdadeiros caminhos?
Que caminhos são esses, que muitas vezes nos fazem desistir de nossos ideais?
Esquecemos que as nossas conquistas principais, não são somente as conquistas materiais, e sim as que nos aproximam de fato, dos valores espirituais, que nos fazem reconhecer as sublimes virtudes da vida.
Se hoje vivo e respiro, faço parte deste imenso Universo Divino! Com certeza temos um grande papel nos desígnios do Criador.
Somos Espíritos eternos em busca da luz!
Todos nós evoluímos, e cada um carrega a sua bagagem, ou seja, carregamos as nossas sementes, que deveremos semear em nossos caminhos, e assim seremos responsáveis pela nossa semeadura.
Mas porque é tão difícil percorrermos os nossos obstáculos?
Muitas das vezes desanimamos ao percorrê-los. São como montanhas intransponíveis, jamais alcançadas pelos nossos objetivos. Esquecemos de nossas capacidades, de nossas forças! Não pensamos adequadamente, e por isso nos perdemos.
A solução não se encontra em nossas dúvidas, e em nossas fraquezas, e sim na possibilidade que temos de encontrar com o nosso maior adversário, o nosso eu, o nosso íntimo! Enfrentando-o através de um instrumento que todos nós possuímos, a vontade.
A Fé é o nosso grande caminho em nossas reflexões diárias, confiando sempre em Deus, e devemos nos esforçar cada vez mais, em atingir os meios necessários ao nosso aprimoramento espiritual.
Vivendo espiritualmente, com amor, resignação e perseverança nos caminhos do bem.
Assim teremos condições em prosseguirmos, alcançando os degraus disponíveis nas diretrizes, necessárias a nossa evolução.
Não importa os espinhos que encontraremos através da dor e do sofrimento. O importante é a certeza em alcançarmos os esclarecimentos necessários ao nosso aprimoramento moral e intelectual.
Auxiliando sempre aqueles que encontrarmos pelo caminho, agradecendo sempre ao Pai pelas oportunidades que recebemos.
A cada passo, um novo degrau a transpor, e em Deus sairemos vitoriosos na conquista da luz.

Muita paz e luz!

Balbino Amaral Filho- 07/09/2014.

A imagem pode conter: céu, oceano, nuvem, atividades ao ar livre e água
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BRASIL DO FUTURO

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O que você está pensando neste momento? Eu, no futuro. No futuro de nossas crianças, de nossa geração que aos poucos vamos envelhecendo, no futuro dos jovens que estarão disputando o mercado de trabalho, no futuro de nossas leis e organizações e no futuro de uma nova Sociedade sem ódios e sem disputa pelo poder, onde as pessoas tenham a compreensão de que somos Espíritos criados pelo único DEUS e que estamos em processo de evolução.

 A população brasileira precisa acordar para o seu futuro. Temos aproximadamente 200 milhões de pessoas. São seres inteligentes que tem o livre-arbítrio de decidir sua própria vida. Por favor, façam suas escolhas em prol de um futuro melhor. Optem por mudar seus hábitos, suas rotinas, seu modo de pensar e pelas mudanças que o futuro nos aguarda. Somos viajantes do tempo e não podemos viver pisando uns nos outros. Somos pequenos gravetos na lama diante da grandeza e da imensidão da vida e do Universo criado por DEUS. Dentre esses 200 milhões temos pessoas preparadas e melhores que podem ajudar a mudar nossa vida. Para isso é preciso acabar com a reeleição aos cargos públicos.

Nossa vida no Planeta Terra é uma Escola de bênçãos para apreendermos uns com outros. Infeliz daquele que tenta desdizer os valores sagrados da vida e faz mal a seu irmão. Pobres seres infelizes que buscam usar o poder do dinheiro em seu próprio benefício roubando de seus irmãos. Nada neste mundo fica ou ficará impune. A história mostra a todos os atos e fatos que aconteceram. Nações, Reis e Autoridades viraram pó, foram reduzidos a nada. Pararam sua evolução para depois voltar com propostas de evolução que não conseguem fazer. Lembrem-se da Lei de Ação e Reação. Fazendo o mal recebemos o mal, fazendo o bem recebemos o bem.

 O que estamos presenciando neste momento em nosso Brasil é simplesmente humilhante diante da grandeza do significado da Vida e da Natureza Humana. DEUS não criou os diferentes Mundos tão somente para brincar de criação, mas, para permitir a evolução das espécies. Somos, assim, responsáveis por tudo que acontece em nossa volta. Nossa conduta deve ser de olhar em nosso entorno e ter ações pró ativas em prol da Paz, do Amor e da Esperança.

Senhores Governantes, postulantes ao exercício do Cargo Público e ilustres representantes do Povo Brasileiro que lhes concedemos a oportunidade para trabalhar em prol do Homem, mudem seu comportamento. Deixem de lado a hipocrisia, a maldade, a ganância e a arrogância. Trabalhem a favor de seu irmão. Deixem seus Gabinetes e vão ver de perto a realidade de nossos Hospitais, Centros de Saúde, Escolas Municipais, Moradias irregulares e humilhantes, irmãos sem apoio, sem emprego e sem casa para morar. Trabalhem de mãos unidas para eliminarmos a ignorância pela via da Educação, da Segurança e da Fraternidade.

Para mudarmos essa conduta de desonestidade é preciso que Vocês representantes do Povo deem o exemplo. Uma Nação pode mudar sua conduta quando seus Representantes Políticos, Empresários e Demais Autoridades dão o exemplo de vida. O Povo Brasileiro precisa disso. Precisa de bons exemplos. São assim as famílias. Quando os Pais dão bons exemplos a família é sagrada, unida e abençoada. Temos que mudar nosso modo de ser, pois, hoje, estamos mostrando a desesperança, o despreparo, e nos afundando em posturas de desvios de recursos que poderiam ser aplicados em projetos e atividades para melhorar a vida de todos nós.

Uma pequena avaliação de alguns Projetos Nacionais em curso que foram mudados seus valores econômicos muito acima dos padrões normais poderiam alimentar perto de 545 milhões de pessoas. Não havendo bons exemplos de nossos Governantes fica mais difícil de corrigir as desigualdades. Não podemos continuar humilhando as pessoas com recursos financeiros de pequena monta, mas, oferecer possibilidades e chances para saírem da trágica vida que vivem: infraestrutura escassa (água e esgoto), desmerecidos, humilhados, roubados e usados para sustentar uma elite política quando ocorre uma Eleição.

O Brasil é um País privilegiado sim, por reencarnar Espíritos que não querem desenvolver uma guerra civil por uma questão religiosa ou por acreditar que uma minoria seja superior à outra. É um País que dá exemplos da diversidade pessoal, cultural, social e política. Somos especiais em unirmos nossas crenças a favor do bem, da música, de um projeto para ajudar nossos irmãos em maiores dificuldades, mas, pecamos ainda quando procuramos desenvolver atos em torno de prestigiar o suborno, a mentira e os desvios de recursos públicos sem serem punidos.

É bem verdade que não somos adivinhos do futuro, mas, temos como precaver e minorar os impactos de anos mais difíceis que virão. Um País não se muda em 04, 08 ou 12 anos, mas, em um Ciclo de Desenvolvimento de 60 anos. Kondratiev, economista Russo, mostrou em seus estudos e pesquisas de que isso é vital e verdadeiro. Muitos outros estudiosos posteriores vieram comprovar isto. Basta examinar os resultados históricos das Nações que se desenvolveram e estão em vias de desenvolvimento.

Contudo, se não tivermos um planejamento sério quanto ao nosso futuro seremos surpreendidos por dias de relevantes dificuldades. José no Egito demostrou ao Rei da época que a economia teria dias futuros de grandes dificuldades pela falta de chuvas e a baixa produção. Esse quadro é válido também para as economias atuais. São Paulo que é o diga: reservatórios de água ao nível de 3%. Não teremos dias de bonança sempre. Em 2050, por exemplo, teremos que aumentar a produção de alimentos em 50% e da energia em 36%. Se fosse verdadeiro que o futuro seria igual o presente, não teríamos tido a grande evolução que tivemos deste a época do Egito, Grécia, Roma, Espanha e Portugal.

Com esse quadro precisamos de dirigentes que sejam visionários e líderes e não de pessoas que ficam sentados em suas mesas fazendo o papel de articulador e de negociador de recursos, desviando uma parcela para si própria e para seu partido.

Que Brasil precisamos ter para que cada trabalhador tenha um salário mínimo de US$ 1.000? Hospitais e Centros de Saúde que funcionem? Uma estrutura tributária de 10 a 20% e não de 60%? Justiça que não seja parceira das negociatas? Segurança total? Educação perfeita? Tratamento de água e esgoto de 100%? Rodovias que sejam asfaltadas em 100%? Logística portuária, de transporte e de energia de 100%? Índice de óbito = zero? Índice de violência = zero? Índice de desenvolvimento humano = 1,00?

 Essas respostas não podem ser respondidas por Dirigentes despreparados e nem por corruptos. Ou mudamos ou nosso desenvolvimento será cerceado pela ignorância e por pessoas despreparadas para conduzir uma Nação ao futuro.

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NA PRÓXIMA DIMENSÃO – Cap. 12

— Eu estou bem! E o senhor, como está? — retrucou o fundador da “Casa Transitória”, benemérita instituição existente na capital de São Paulo.

— Você não perde o hábito de me tratar de senhor, não é mesmo? — retrucou Batuíra. Olhe que eu estou mais rejuvenescido do que você…

Sorrimos descontraidamente e Gonçalves explicou que, na companhia dos irmãos Weaker Batista e Clóvis Tavares, também estava participando da recepção que o Mundo Espiritual oferecia ao médium Chico Xavier.

— Ele e o senhor, desculpe‐me — acrescentou —, ele e você nos auxiliaram muito com as orientações de que necessitávamos na “Transitória”; o Chico sempre foi um grande amigo e benfeitor… Desde Pedro Leopoldo, tivemos a alegria de acompanhar a sua trajetória mediúnica de verdadeiro missionário do Cristo.

— De fato, agora podemos falar a respeito — disse Batuíra, cujos traços biográficos não me eram de todo desconhecidos na luta que sustentara por amor ao Ideal.

Entrementes, se aproximaram para participar do diálogo o Weaker e o Clóvis, que, até então, se haviam mantido a certa distância, atendendo a três Espíritos de sofrida aparência que os interpelara.

— Weaker, estamos nos referindo à grandeza de espírito do nosso Chico… Você que conviveu mais de perto com ele durante tantos anos, poderá se expressar com maior conhecimento de causa, não é? — falou Gonçalves ao companheiro que eu igualmente conhecera à frente das atividades do “Grupo Espírita da Prece”.

Franzindo o cenho, Weaker comentou com certa tristeza no semblante:

—‐ Infelizmente, qual aconteceu a muitos dos que puderam conviver com ele, eu também não consegui atinar com o seu real valor, senão quando deixei o corpo, onde os equívocos se nos fazem tão frequentes; não estou querendo me justificar, mas, embora tenha aproveitado muito na convivência diária com Chico, a verdade é que eu poderia ter assimilado mais, caso o meu espírito, em determinadas situações, não se tivesse mostrado tão rebelde…

— Ora, Weaker — aparteou Clóvis Tavares, que, na cidade de Campos, Rio de Janeiro, fundara, sob a inspiração do médium, a “Escola Jesus Cristo” —, não se recrimine… A verdade é que a luz intensa costuma deslumbrar os nossos olhos acostumados à sombra. Como é do seu conhecimento, estive com o Chico diversas vezes e, durante longos anos, nos correspondemos.

40 – Carlos A. Baccelli (pelo Espírito Inácio Ferreira)

Estive em Pedro Leopoldo, Uberaba, e ele esteve conosco em Campos, inclusive descansando por uns dias em nossa casa de praia em Atafona; pois bem, igualmente confesso que, por maior fosse a minha admiração e o meu respeito a ele, eu não sabia que estava lidando com um Espírito de tal envergadura…

— Permitam‐me a intromissão — falei, tomando a defesa do amigo que sempre me tratara com tanta gentileza, nas poucas vezes em que visitara Chico Xavier na “Comunhão Espírita‐Cristã” —; eu também me penitencio, Weaker, pois, para mim, Chico não passava de um grande médium, nada mais do que isto… No entanto, se algum de nós, ainda na carne, tivesse identificado a sua estatura espiritual ou tido a convicção plena de que se tratava do próprio Codificador reencarnado, é possível que extrapolássemos em nosso relacionamento com ele, criando‐lhe sérios embaraços; bastem já os obstáculos que, involuntariamente, lhe causamos com as nossas descabidas exigências ou pontos de vista personalistas…

Concordando comigo, a irmã Yvonne Pereira observou:

— Para os próprios apóstolos, o Cristo só foi compreendido em sua grandeza divina após o episódio de sua ressurreição; até então, Judas o traíra e Simão Pedro o negara… Se não se tivesse confirmado a vitória do Mestre contra a morte, constatada por Maria de Magdala, é possível que os onze tivessem recuado da tarefa de levar adiante a Boa Nova…

— Bem lembrado, Yvonne — enfatizou Carmelita. E não olvidemos que, para incentivá‐ los, o Senhor permaneceu durante quarenta dias concedendo‐lhes aparições e proporcionando advertências de viva voz, tendo‐se, inclusive, mostrado redivivo, na Galileia, a quinhentos discípulos de uma só vez… O Grande Paulo de Tarso não se teria convertido ao Cristianismo, se o Senhor não lhe tivesse aparecido de forma insofismável, às portas de Damasco, orientando‐o em seus passos iniciais.

— Meus irmãos — confortou‐nos Odilon —, a misericórdia de Deus e o nosso querido Chico saberão relevar as nossas deficiências; o importante é que continuemos cumprindo com os deveres que nos são comuns, dignificando o esforço daqueles que nos inspiram a ser melhores do que somos. A existência física e os exemplos do nosso irmão recém‐desencarnado, nos servirão de material de reflexão para muito tempo; o trabalho que se nos desdobra à frente é gigantesco e não podemos perder tempo com lamentações…

— Estou de acordo, meu amigo — interveio Batuíra —; se algo fizemos sobre a Terra, muito ainda nos compete realizar e, conforme asseverou Léon Denis, na exortação que nos dirigiu ainda há pouco, o futuro nos aguarda e não nos furtaremos à bênção de um novo recomeço. Se não somos o que gostaríamos de ser, pensemos nos milhões de companheiros que, nos Dois Planos da Vida, ignoram completamente as mais rudimentares lições com que a Doutrina já nos favorece. Estamos a queixar‐nos da luz diminuta que nos clareia o caminho, a esquecermos, porém, que ela é do tamanho exato das luzes do nosso próprio entendimento. Se aspiramos a seguir Chico Xavier em sua ascensão aos Páramos Superiores, tratemos de fazer mais e melhor…

— Ora, Batuíra! — pontificou Gonçalves ao estimado Mentor. — Este, sem dúvida, não é o seu caso…

— Por que não? — replicou o lúcido seareiro.

— Acaso terei abdicado da minha condição humana? E você, Cairbar, que nada diz? Em

que estará a pensar?…

— Estou pensando que quase todos nós estivemos próximos do que almejamos, no entanto faltou‐nos coragem e maior desprendimento para o passo decisivo… Não nos doamos por inteiro ao Senhor; algo, que não sei definir, ainda nos prendia ao “eu”… Com certeza, não soubemos responder com ações à célebre indagação do Mestre endereçada aos seus discípulos de todos os tempos: “Que fazeis de especial?”

Meditando por momentos, acentuou:

— Pessoalmente, o que mais me valeu deste Outro Lado foi ter‐me dedicado aos mais pobres; nada, coisa alguma se compara ao nosso envolvimento pessoal na prática do bem… Escrevi muito, publiquei diversos livros, proferi conferências, fundei instituições, enfim, tenho consciência de que cooperei, numa época difícil, com a expansão da Doutrina, mas, em nível de consciência, só me sinto tranquilo quando me ponho a pensar nas lágrimas que enxuguei, nas dores que amenizei e no amor que distribui com os meus semelhantes… Pugnar pela Fé Espírita no mundo é algo que, de certa forma, ainda nos envaidece, porque nos coloca no palanque da evidência e, infelizmente, neste sentido muitos se equivocam, abdicando do trabalho que devem realizar no âmago de si mesmos; a ocupação com a difusão dos nossos princípios, não nos dispensa do esforço intransferível da própria renovação… A pergunta de Jesus aos companheiros deve também nos soar aos ouvidos com o seguinte significado: “Que fazeis de especial em vós para vos tornardes especiais para os outros?” Então, de minha parte, posso dizer‐lhes que nada fiz de especial…

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Extraterrestres

Essa categoria foi criada para a transcrição de mensagens cujo conteúdo mantenha os princípios de amor e evolução do Evangelho de Jesus. Embora ainda exista muito preconceito no meio da doutrina espírita a respeito do assunto de seres extras terrestres, divulgar informações e mensagens positivas que contribuam para a evolução espiritual é nosso entendimento e dever. O Dr. Odilon Fernandes, em mensagem particular, já deixara orientado à família que o conteúdo das mensagens devem ser filtradas sob as diretrizes do Evangelho de Jesus. Dessa forma,transcrevo artigo de 17 de abril de 2017 do blog http://www.estudandteespirita.com.br, sob o titulo “A VIDA EXTRATERRESTRE, POR CHICO XAVIER E KARDEC” onde descreve palestra proferida pelo divulgador da doutrina Geraldo Lemos:

“Em palestra no Broward Spiritist Society nos dias 14/01/2017 e 16/10/2017 em Pompano Beach, Florida – EUA, Geraldo associa os conhecimentos de Kardec e Chico Xavier para o entendimento da vida extraterrestre, e incita-nos a indagar o por quê de tal assunto ser um tabu, ainda dentro dos próprios centros espíritas do Brasil e do mundo, que deveriam ser fontes de tal informação ou seja, de onde deveria partir muita naturalidade sobre o que vai ser falado, já que o próprio Kardec falou naturalmente sobre o assunto há mais de 160 anos.
Há 2000 anos  Jesus falou assim, no evangelho de João, capítulo 14, vers. 2: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito”. Dessa forma, para os espíritas, Jesus citou algo que nas palavras de Kardec chama de “pluralidade dos mundos”. Obviamente Jesus, naqueles tempos tão remotos, não poderia ser 100% claro, pois aquele povo ainda era muito ignorante para entender tudo o que ele tinha a ensinar e, mesmo que quisesse falar claramente, aquele povo não iria entender.
Na TV Tupi, no início dos anos 70, Chico Xavier estrelou um programa chamado Pinga-Fogo, onde eram oferecidas perguntas para Chico e o mesmo respondia prontamente de acordo com o conhecimento da Doutrina Espírita. Em uma das apresentações, Chico revela: “Nós vamos compreender que fazemos parte de uma família universal, que não somos o único mundo criado por Deus”. Dessa forma, Chico Xavier se tornou a primeira personalidade religiosa a admitir a crença em vida extraterrestre.
Dentro da mesma fala citada acima, Chico revela que existe um prazo de 50 anos para que os humanos da Terra aguentem suas diferenças e evitem iniciar um conflito armado de grandes proporções (uma nova guerra mundial). Tal prazo começou a partir do ano em que o homem pisou na Lua, ou seja, em 1969. Se assim for, viveremos um período de conquistas extraordinárias em diversos aspectos, inclusive em pesquisas espaciais, podendo, o homem, explorar a Lua de uma forma mais efetiva e, ainda, conseguiríamos obter contato com seres diversos do nosso universo.
Geraldo é feliz em falar do que vivemos hoje em dia no tocante aos flagelos humanos, dos terremotos e demais tragédias que nos assolam, preparando a Terra para os novos tempos, porém jamais para o fim do mundo, citando que não existe esse tal “fim do mundo”, mas sim o “fim do velho mundo”, ganhando um contexto bem diferente. Assim como diz Kardec: “Anunciando a época de renovação que se havia de abrir para a Humanidade e determinar o fim do velho mundo, a Jesus, pois, foi lícito dizer que ela se assinalaria por fenômenos extraordinários, tremores de terra, flagelos diversos, sinais no céu, que mais não são do que meteoros, sem ab-rogação das leis naturais.”
Bem ao contrário do que os filmes hollyudianos retratam, os extraterrestres não teriam intenções hostis conosco. Essa coisa de imperialismo, onde os mais evoluídos ocupam as terras dos mais atrasados é ignorância da mente limitada humana. Segundo os relatos de Geraldo, os extraterrestres são deveras preocupados com nossa conduta armada, estando apreensivos quanto ao mal uso da sabedoria nuclear, que usamos para construir armas de destruição em massa.
Sobre a vida e lar desses seres, Kardec expõe: “Chegamos, pois, por um simples raciocínio, que muitos outros fizeram antes de nós, a concluir pela pluralidade dos mundos, e esse raciocínio se encontra confirmado pela revelação dos Espíritos. Eles nos ensinam, com efeito, que todos esses mundos são habitados por seres corpóreos apropriados à constituição física de cada globo; que, entre os habitantes desses mundos, uns são mais, outros são menos, avançados do que nós do ponto de vista intelectual, moral e mesmo físico. Ainda mais, hoje, sabemos que podemos entrar em relação com eles, e deles obter notícias sobre o seu estado; sabemos, ainda, que não só todos esses globos são habitados por seres corpóreos, mas, que o espaço está povoado por seres inteligentes, invisíveis para nós por causa do véu material lançado sobre a nossa alma, e que revelam a sua existência por meios ocultos ou patentes. Assim, tudo é povoado no Universo, a vida e a inteligência estão por toda parte: sobre os globos sólidos, no ar, nas entranhas da terra, e até nas profundezas etéreas.” (REVISTA ESPÍRITA JORNAL DE ESTUDOS PSICOLÓGICOS PUBLICADA SOB A DIREÇÃO DE ALLAN KARDEC ANO 1 – MARÇO 1858 – Nº. 3)

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Mensagem de Euripedes Barsanulfo recebida por Chico Xavier

MEDIUNIDADE E JESUS

Euripedes Barsanulfo

Quem hoje ironiza a mediunidade, em nome do Cristo, esquece-se, naturalmente, de que Jesus foi quem mais a honrou neste mundo, erguendo-a ao mais alto nível de aprimoramento e revelação, para alicerçar a sua eterna doutrina entre os homens.

É assim que começa o apostolado divino, santificando-lhe os valores na clariaudiência e na clarividência, entre Maria e Isabel, José e Zacarias, Ana e Simeão, no estabelecimento da Boa Nova.

E segue adiante, enaltecendo-a na inspiração dos doutores do Templo; exaltando-a nos fenômenos de efeitos físicos, ao transformar a água em vinho, nas bodas de Canã; sublimando-a, nas atividades da cura, ao transmitir passes de socorro aos cegos e paralíticos, desalentados e aflitos, reconstituindo-lhes a saúde; ilustrando-a na levitação, quando caminha sobre as águas; dignificando-a nas tarefas de desobsessão, ao instruir e consolar os desencarnados sofredores ligados aos alienados

mentais que lhe surgem à frente; glorificando-a na materialização, em se transfigurando ao lado de Espíritos radiantes, no cimo do Tabor, e elevando-a sempre no magnetismo sublimado, ao aliviar os enfermos com a simples presença, ao revitalizar corpos cadaverizados, ao multiplicar pães e peixes para a turba faminta ou ao apaziguar as forças da Natureza.

E, confirmando o intercambio entre os vivos da Terra e os vivos da Eternidade, reaparece Ele mesmo, ante os discípulos espantados, traçando planos de redenção que culminam no dia de Petencostes – o momento inesquecível do Evangelho -, quando os seus mensageiros convertem os Apóstolos em médiuns falantes na praça pública, para esclarecimento do povo necessitado de luz.

Como é fácil de observar, a mediunidade, como recurso espiritual de sintonia, não é a Doutrina Espírita, que expressa atualmente o Cristianismo Redivivo, mas, sempre enobrecida pela honestidade e pela fé, pela educação e pela virtude, é o veiculo respeitável da convicção na sobrevivência.

Assim, pois, não nos agastemos contra aqueles que a perseguem, através do achincalhe – tristes negadores da realidade cristã, ainda mesmo quando se escondam sob os veneráveis distintivos da autoridade humana – porquanto, os talentos medianímicos estiveram incessantemente nas mãos de Jesus, o nosso Divino Mestre, que deve ser considerado, por todos nós, como sendo o Excelso Médium de Deus.

Psicografia em Reunião Publica Data – 8-4-1959
Local – Centro Espírita Casa do Cinza, na cidade de Uberaba, Minas